Lições da história de Jefté


 Juízes capítulo 11  -   Introdução: Você já deve ter visto um presidente de uma nação visita outro país, e fazer uma cerimônia protocolar levando flores ao Túmulo do Soldado Desconhecido?
Por que honrar um desconhecido?
Porque boa parte da batalha foi travada por homens que nunca saberemos o nome, mas que foram imprescindíveis na guerra.
SOMOS UM SOLDADO SEM NOME. Lutamos diariamente contra nós mesmos, medos, traumas, marcas que as feridas da vida deixaram em nós, impressões malditas de um destino maldito assombram a nossa porta.
Hoje gostaríamos de extrair algumas lições da história de um homem chamado Jefté, eu quero afirmar para você que o destino de sua origem ou de seu meio não precisa ser terminal na sua existência.
Esta é a história de um menino judeu que nasceu “na zona” e terminou “na corte”! Nasceu e viveu sem dignidade, mas acabou a vida como JUIZ DO SEU POVO, o mais alto cargo daquela época! Vejamos sua trajetória e suas lições!

1.  Jefté era um homem que carregava consigo uma marca que não queria cicatrizar, pelo menos aos olhos do mundo ao seu redor: ERA FILHO DA PROSTITUTA!
2.  Era um guerreiro corajoso, mas ERA FILHO DA PROSTITUTA. Currículo pesado para quem quisesse ser grande na vida!
3.  Seus irmãos o rejeitaram e o expulsaram de casa por que ERA FILHO DA PROSTITUTA
4.  Foi obrigado a viver entre marginais, pois só ali havia lugar para um rejeitado filho da prostituta; filho do pecado, filho da iniquidade, do preconceito, do desamor, da crueldade humana que vende e compra o corpo humano como um objeto.
5.  Mas um dia o sol da justiça raiou na vida de Jefté. Os terríveis amonitas fizeram guerra contra Israel e assim como nos tempos de Davi e Golias, não havia quem liderasse o povo judeu. Jefté aceitou a oferta desde que fosse feito Juiz de Israel após a vitória. Deus lhe deu a vitória e Jefté venceu o estigma do destino.
6.  O Novo Testamento lhe coloca na galeria dos heróis da fé!  Hb. 11

OS QUATRO ERROS DO SEU JULGAMENTO:
1.     Foi julgado pela sorte de sua origem e não pelo seu caráter.
1.1 – Era filho de uma prostituta, mas era incapaz de ser insincero, vivia no meio de homens levianos, mas não se deixou influenciar. É um desafio, a psicologia comportamentalista diz que o homem é produto do meio, (Deus diz o meio não determina o Fim)
1.2 – Quantos filhos de papais matam e roubam e a sociedade cala a boca, porque ele é filho de fulano, mas Jefté era filho da Prostituta, qualquer erro seu seria superdimensionado.

2.     Foi julgado com desprezo por ter uma desvantagem na arena da vida
2.1 – Como ele muitos de nós nascemos com desvantagens, negros, cegos, coxos, nordestino, matuto, brasileiro, pobre, filho de pobres iletrados, filho de ladrões, prostitutas, mas Jefté foi abandonado pelos próprios irmãos por parte de pai.
2.2 – Hoje em dia o dinheiro nos divide. A sociedade tem a tendência de excluir aqueles que de uma forma ou de outra não se incluem, não se conectam conosco, não nos interessam. É como em um avião. Primeira classe tem tudo até banheiro demais.
2.3 – O filme a Inteligência Artificial de Steven Spielberg é uma crítica a esta desumanização. Quando os robôs são considerados obsoletos, são jogados fora, assim como acontece conosco hoje!

3.  Foi julgado como se Deus o tivesse esquecido
3.1 – Deus tem preferências – Lia diante de Raquel...Davi em meio aos seus irmãos fortes e bonitos
3.2 – A preferência de Deus é pelos rejeitados....Deus pega o barro jogado fora e transforma no futuro rei do seu povo.
3.3 – Por isso Jesus disse, Alegrai-vos quando vos rejeitarem e perseguirem e disserem todo mal contra vós...

TRÊS CONSELHOS BÁSICOS AOS JEFTÉS DA VIDA

1. NÃO SE DEIXE ARRASAR PELAS CIRCUNSTÂNCIAS DA VIDA PELAS QUAIS VOCÊ NÃO É O RESPONSÁVELA
a.     Jefté não se limitou por ser filho de uma prostituta.
b.     Não permita que as circunstâncias sejam determinantes para seu futuro. A vida não pode lhe derrotar se você chamar Deus para sua frente e lutar com ânimo...”eu venci o mundo...”
c.     A maioria das pessoas está presa a sua sorte...sou feio, sou baixinho, nariz muito grande, não sou inteligente...
Seu papel é mostrar que as forças do destino cruel não prevalecem na sua história.  O Que Deus honra ninguém desonra...

2. NÃO DESPREZE O TEMPO DE EXÍLIO  -  Jefté usa o tempo entre os marginais para aprender a lutar com eles. O que você tem aprendido no exílio da vida, quando pessoas lhe menosprezam?

3. QUANDO DEUS ABRIR A PORTA QUEIRA O MELHOR  - Jefté bradou, Quero ser Líder, quero ser cabeça. E você? O Mercador de pérolas vendeu tudo por uma pérola de maior valor. Mateus 13:45,46

O homem a quem Deus usa


 - Referência: Lucas 3.1-14
- 1. A maior necessidade do mundo é de Deus, que sejam usados por Deus. Deus não unge métodos, Deus unge homens. Não precisamos de melhores métodos, mas de melhores homens.
- 2. Havia 400 anos que a Nação de Israel estava sem ouvir a voz profética. Ele não veio da classe sacerdotal. Não veio do palácio. Mas veio a Palavra do Senhor a João, no deserto. Deus usa gente estranha, em lugares estranhos.
- 3. João Batista era fruto de profecia, resposta de oração, milagre do céu.

I. JOÃO É UM HOMEM COM UMA MISSÃO – V. 4
1. Por que Deus usou este homem?
a). Porque ele não era um caniço balançado pelo vento (Mt 11:7-11)
Hoje estamos vendo líderes vendendo seu ministério, negociando valores absolutos, mercadejando o evangelho. João não transigia com a verdade. Ele denunciava o pecado na vida do rei, dos religiosos, dos soldados e do povo.
Ele não era um profeta da conveniência. Seus inimigos diziam: Tem demônio; Jesus dizia: É profeta!
b). Porque era uma lâmpada que ardia e alumiava (Jo 1:6-9)
Ele não era a luz, mas uma lâmpada que ardia e alumiava. Ele apontou para Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus”. Ele não buscou glórias para si mesmo. Disse: “Convém que ele cresça e eu diminua”.
Ele era como uma vela: iluminou com intensidade enquanto viveu.
c). Porque ele não era um eco, mas uma voz (Jo 1:22,23)
João não apenas proferia a verdade, ele era boca de Deus. Ele falava com poder. Hoje, há muitas palavras, mas pouco poder; as pessoas escutam belos discursos, mas não vêm vida. Ele prega o conhece e experimenta. Ele não era da elite sacerdotal. Ele não estava no templo. Mas havia poder em sua vida.
Não basta ser um eco, é preciso ser uma voz. Não basta carregar o bastão profético como Geazi, é preciso ter poder como Eliseu. Não basta falar aos homens, é preciso conhecer a intimidade de Deus.
“Se Deus não falou com você, não fale a nós.”
d). Porque ele era um homem humilde (Mt 3:11)
João Batista disse: “eu não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias”. Disse ainda: “Convém que ele cresça e eu diminua”.
Lata vazia é que faz barulho. Espiga chocha é que fica empinada.
O albatroz voa baixo porque tem o papo muito grande.
e). Porque ele era um homem corajoso (Lc 3:19)
João Batista não aplaudiu Herodes quando ele casou-se com a mulher do seu irmão. Ele denunciou o pecado do rei. Ele preferiu ser preso e ser degolado do que transigir com a verdade. Ele preferiu a morte à infidelidade.
Hoje, há pastores que vendem o ministério e a própria alma por dinheiro. Em vez de denunciar o mal, praticam-no.
f). Porque era um homem cheio do Espírito Santo (Lc 1:15)
João Batista era um homem cheio do Espírito Santo desde o ventre materno.
Aos 5 meses de idade, estremeceu de alegria no ventre da sua mãe. Aos 5 meses já vibrava por Cristo. Há muitos que envelhecem frios e indiferentes ao Salvador.

2. Como Deus usou este homem?
a) Deus usou este homem para aterrar os vales (Lc 3:5)
Vale é uma depressão, um buraco – Há abismos na vida do povo: impureza, desânimo, comodismo, mundanismo.
Vale separa dois montes – Falta de comunhão, mágoa, contendas, maledicência.

b) Deus usou este homem para nivelar os montes (Lc 3:5)
Montes falam de soberba – O orgulho são montanhas que impedem a passagem do Senhor. Onde há soberba Deus não se manifesta. Nabucodonosor foi comer capim. Herodes foi comido de vermes.
Montes falam de incredulidade – A incredulidade nos afasta de Deus e de suas bênçãos.

c) Deus usou este homem para endireitar os caminhos tortos (Lc 3:5)
Caminho torto fala de duplicidade, hipocrisia, e desonestidade – Muitas pessoas são impedimentos para a manifestação de Cristo, porque têm vida dupla. São uma coisa na igreja e outra em casa.

d) Deus usou este homem para aplainar os caminhos escabrosos (Lc 3:5)
Caminho escabroso fala de algo que está fora do lugar – Há algo fora do lugar em sua vida: vida devocional? Namoro? Casamento? Dinheiro? Dízimo?

II. É UM HOMEM COM UMA MENSAGEM – Lc 3:8
1. A Palavra que ele prega é Palavra de Deus e não palavras de homens – Lc 3:2

2. O cenário em que ele prega e quem ele é demonstram que Deus pode trazer restauração para a nação a partir do próprio caos de crise que se encontrava. (Mt 3:5)

3. As pessoas que ele chama ao arrependimento revelam sua ousadia espiritual
a) Os fariseus e saduceus (Mt 3:7-9) – Ele denunciou os conservadores fariseus e os liberais saduceus. A religião judaica estava tomada por um bando de homens não convertidos.
b) A multidão (Lc 3:10) – “Que havemos de fazer?” Quem tiver duas túnicas reparta com quem não tem. Quem tiver comida, faça o mesmo.
c) Os Publicanos (Lc 3:12) – “Não cobreis mais do que o estipulado”. Honestidade nas transações. Deixem de lado o superfaturamento.
d) Os soldados (Lc 3:14) – “A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, contentai-vos com o vosso soldo”.
e) Herodes (Lc 3:19) – João denunciou o pecado do rei. Chamou-o de adúltero.

III. É UM HOMEM COM UMA CONVICÇÃO – Lc 3:9: “Mas já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo”.
1. A mensagem de Deus é arrepender e viver ou não arrepender e morrer

2. A mensagem de Deus é um apelo urgente a todos

CONCLUSÃO: João pregou o arrependimento e o arrependimento prepara o caminho para uma grande bênção.

TRÊS JARDINS CONTAM A HISTÓRIA


 “Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. ” (I Coríntios 15:21-22).

I.   Primeiro, vamos pensar no Jardim de Éden, I Coríntios 2:14; Efésios 2:5.
A). O jardim do Éden aponta para nossa desobediência que cominou com a morte, Gênesis 2:17

B). Aponta para o encontro do homem com Satanás e com o pecado, bem como sua degeneração; Romanos 5:12.

C). Aponta para a morte que passou para nós por herança, inclui inimizade, hostilidade e amargura contra Deus, “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus” (Romanos 8:7).
Por isso que alguns de vocês aqui esta noite estão esforçando-se para ser convertidos, mais você diz que deseja confiar em Cristo, entretanto, parece que você não consegue fazer isto. Você tem sido cegado pelo pecado de Adão, o qual você herdou em seu DNA, o qual tem envenenado sua alma! A Bíblia diz que você está “morto em ofensas” (Efésios 2:5). Você não pode aprender ser um Cristão porque você tem sido envenenado até morte! Não existe esperança humana por você porque o pecado está em suas veias, o vírus canceroso que veio dentro de seu sangue desde Éden. - Portanto esse é o Jardim da Morte! Também chamado de Jardim de pecado

II. Vamos pensar no Jardim de Getsêmani,
A). Jesus comeu a refeição da Páscoa com os Discípulos. Estava tarde da noite quando eles terminaram a refeição. Eles cantaram um hino e foram embora. Seguiram Jesus para dentro de um Jardim de oliva ao lado do Monte das Oliveiras.

B). Jesus deixou oito Discípulos na beira do Jardim. Ele levou Pedro, Tiago, e João mais profundamente na escuridão do Jardim. Ele estava já em grande agonia “pavor” – “angústia” – “profundamente triste até a morte”. Então Ele orou, “Pai, se queres, passa de mim este cálice” (Lucas 22:42). O que? “Este cálice”? A maioria dos comentaristas dizem que isto foi uma referência a morte de Cruz o dia seguinte. Mas esta concepção contradiz Hebreus 12:2, o qual nos diz que Jesus “pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta. ”

C). Spurgeon perguntou, “Qual foi a causa de sofrimento peculiar do Getsêmani?” Ele disse que não veio de dor corpóreo, ele disse que não veio de medo de ser zombado e crucificado no dia seguinte, ele apontou que muitos mártires foram felizmente à suas mortes, Ele disse, “Nosso Mestre não foi inferior aos mártires, Ele não tremeu aonde os outros foram corajosos. ” Ele disse que agonia de Cristo não veio por um ataque de Satanás, ele disse que a razão verdadeira da agonia de Cristo no Jardim foi: “Ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado” (Isaías 53:10). “O Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Isaías 53:6).

D). Eu acredito que Jesus carregou nossos pecados sob Ele no Jardim de Getsêmani. E isto quase matou, porque “o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. ” Esmagando-o por dentro. “Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão” (Lucas 22:44). ELE CARREGOU NOSSOS PECADOS DESDE GETSÊMANI ATÉ A CRUZ, E EXPIOU POR ELES LÁ NO DIA SEGUINTE. Jardim da Expiação! Também chamado de Jardim de sofrimento.

III.  Terceiro, vamos concluir por pensar no jardim que conteve a tumba do Salvador, (João 19:40-42) “Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito” (Mateus 28:5-6).

A). A ressurreição de Jesus desde a morte é uma das duas mais importantes doutrinas de Cristianismo. Sua morte como pagamento por nosso pecado, e sua ressurreição física para dar-nos vida, são as duas partes de Evangelho. “O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão Cristo foi feito em espírito [que dá vida] vivificante” (I Coríntios 15:45).

Jardim de Vida! Também chamado do Jardim de recomeço.

Conclusão: Mas o que isto tem a ver com você? Nada se você não é renascido. Você irá viver e morrer, e ir para Inferno. E estas palavras que eu tenho falado a você irá perseguir você, e atormentar você, por toda eternidade. Eu oro para isso não acontecer a você. Isto não acontecerá ao você se você se jogar sob Jesus, e confiar Ele em seu coração, Aceita-lo na como Senhor e Salvador de sua vida.

AS SETE ÚLTIMAS PALAVRAS DE JESUS NA CRUZ



- Lucas 23:33
O sofrimento físico de Jesus foi intenso. Começou quando o açoitaram com um chicote que, literalmente, arrancou tiras de sua pele e fez cortes profundos em Suas costas. Em seguida, cravaram-lhe uma coroa de espinhos em sua cabeça. Os espinhos afiados rasgaram-lhe a fronte, e sangue escorria por seu rosto. Cuspiram nele. Em seguida, fizeram-no carregar sua própria cruz pelas ruas de Jerusalém, até o local da execução chamado Calvário. Por fim, grandes cravos atravessaram-lhe os pés e parte inferior de suas mãos, na junção da palma e do punho. Assim, Ele foi pregado na cruz. A Bíblia diz: “Seu rosto [Sua aparência] estava tão desfigurado, [tão terrivelmente mudado] mais do que qualquer homem, e a sua figura mais do que os filhos dos homens [desfigurado além da semelhança humana]” (Isaías 52:14).
Cortes foram abertos em seu escalpo. O sangue escorria pelo rosto e pescoço. Seus olhos quase fechados pelo inchaço. Seu nariz e osso do rosto provavelmente quebrados. Seus lábios dilacerados e sangrando. Seria difícil reconhecê-lo.
No entanto, isso era exatamente o que o profeta Isaías havia profetizado do Servo sofredor,
A zombaria e o cuspir no rosto também foram pelo profeta preditos: "Ofereci as minhas costas aos que me batiam e o rosto aos que arrancavam a minha barba. Não tentei me esconder quando me xingavam e cuspiam no meu rosto." (Isaías 50: 6).
Jesus é ali crucificado, seu sangue sendo derramado. Ali, pendurado na cruz, Ele profere sete palavras. E eu gostaria que pensássemos sobre essas sete últimas palavras de Jesus na cruz.

I. A primeira palavra - perdão. - “E, quando chegaram ao lugar, chamado “A Caveira”, ali crucificaram Jesus e junto com ele os dois malfeitores, um à sua direita e outro à sua esquerda. Então disse Jesus: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:33-34).
Essa é a razão pela qual Jesus foi à cruz - para perdoar nosso pecado. O Novo Testamento ensina que Ele deliberadamente permitiu-se ser crucificado para pagar pelo seu e pelo meu pecado.
“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (I Pedro 3:18).
Pendurado na cruz Jesus orou: "Pai, perdoa-lhes". Deus respondeu a Sua oração. Cada pessoa que confia plenamente em Jesus é perdoada. Sua morte na cruz paga a pena pelo seu pecado. Seu Sangue lava seus pecados.
II. A segunda palavra - salvação. - Dois ladrões foram crucificados, um de cada lado de Jesus.
“E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós. Mas o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo pelos os nossos atos; mas este não tem feito nada de mal. E disse a Jesus: Senhor, lembra de mim quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:39-43).
A conversão daquele segundo ladrão é algo muito revelador. Ela nos mostra que:
·         A salvação não é pelo batismo ou afiliação à uma igreja - o ladrão não fez nenhuma dessas duas coisas.
·         2. A salvação não é uma boa sensação - o ladrão só tinha maus sentimentos - ele estava ali crucificado, como também sob convicção de pecado.
·         3. A salvação não vem através de ir a frente ou levantar a mão - suas mãos estavam pregadas a uma cruz, assim como também seus pés.
·         4. A salvação não vem por "convidar Jesus para entrar em seu coração." O ladrão teria ficado surpreso se alguém lhe houvesse dito que fizesse isso!
·         5. A salvação não vem através de repetir a "oração do pecador". O ladrão não fez essa oração. Ele só pediu a Jesus que se lembrasse dele.
·         6. A salvação não vem através de mudar a maneira como você vive. O ladrão não teve tempo para fazer isso.
Esse ladrão foi salvo da mesma forma que você deve ser salvo:  “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (Atos 16:31).

III. A terceira palavra – afeição. “E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho! Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe! E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa” (João 19:25-27).

Jesus disse a João que cuidasse de sua mãe. A vida cristã não se resume apenas em ser salvo. Você precisa ser cuidado. Cristo entregou sua querida mãe ao apóstolo João. Ele entrega você aos cuidados da igreja local. Ninguém pode seguir na vida cristã sem o cuidado e carinho da igreja local. Essa é uma verdade muitas vezes esquecida em nossos dias. “E o Senhor acrescentava à igreja [em Jerusalém] diariamente os que, se haviam de salvar” (Atos 2:47).
IV. A quarta palavra - Substituta.  - “E, desde a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona. E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27: 45-46).
Este grito angustiado de Jesus mostra a realidade da humanidade ante a Divindade Santa. O Deus Pai virou-se, no momento em que o Deus Filho carregou seus pecados na cruz, Ele fala por nós, o momento da reconciliação. A Bíblia diz:  “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (I Timóteo 2:5).
V. A quinta palavra - sofrimento. - “Depois, sabendo Jesus que todas as coisas já estavam consumadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede. Estava, pois, ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja e, pondo-a num hissopo, lha chegaram à boca” (João 19:28-29).
Este versículo nos mostra o grande sofrimento que Jesus passou para pagar pelos nossos pecados:  “Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades” (Isaías 53:5).
VI. A sexta palavra - expiação. - “Quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado” (João 19:30).
Muito do que eu disse até agora poderia ter sido dito por um padre católico. Mas nesta sexta palavra paira a Reforma Protestante, assim como a fé dos crentes através dos tempos. Jesus disse: "Está consumado".
Estava Jesus correto ao dizer: "Está consumado"? A Igreja Católica diz: "não". Eles dizem Ele deve ser crucificado e oferecido de novo em cada Missa. A Bíblia, todavia, diz que essa prática é errada.
“Nós somos santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo feita uma vez por todas” (Hebreus 10:10).
“Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hebreus 10:14).

“E todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar pecados: Mas este homem [Jesus], havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados para sempre, assentou-se à direita de Deus” (Hebreus 10: 11-12).
Jesus pagou a plena expiação pelos nossos pecados, de uma vez por todas, na cruz.
VII. A sétima palavra - compromisso com Deus. - “E Jesus, clamando com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito; e, havendo dito isto, ele entregou o espírito” (Lucas 23:46).
Jesus demonstrou seu compromisso total a Deus Pai em sua última declaração antes da morte. Como Spurgeon apontou, isso reflete as primeiras palavras registradas de Jesus, "Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?" (Lucas 2:49). Do começo ao fim, Jesus fez a vontade de Deus.
- Um dos rudes centuriões que pregaram Jesus na Cruz ficou ouvindo estas sete palavras. O centurião tinha presenciado muitas crucificações, mas nunca havia visto alguém morrer da maneira que Jesus morreu, pregando um sermão maravilhoso ao verter seu sangue.
“Quando o centurião viu o que acontecera, deu glória a Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo” (Lucas 23:47). Aquele centurião pensou um pouco mais sobre Jesus, e então ele disse, “Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus” (Marcos 15:39).
Ele é o Filho de Deus! Ele ressuscitou – vivo, fisicamente - dentre os mortos. Ele ascendeu ao céu. Ele está assentado à direita de Deus. “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo” (Atos 16:31).


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