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Igreja de Cristo celebra 80 anos no Brasil e convida Governadora para as comemorações


Por Assecom/RN

A governadora Rosalba Ciarlini recebeu na manhã desta terça-feira (04) os pastores da Igreja de Cristo. O objetivo do encontro foi convidar a Governadora para as festividades comemorativas a fundação da Igreja no Brasil, que completa 80 anos.

A Igreja de Cristo no Brasil, conhecida também como Igreja de Cristo, teve início no Nordeste, na cidade de Mossoró, organizada em 13 de dezembro de 1932 por membros oriundos da Assembleia de Deus naquela mesma localidade. Atualmente a congregação possui cerca de 30 mil seguidores em todo Estado.

A festa será realizada no dia 15 de dezembro, em Mossoró e, desde já, a Governadora confirmou presença. "Vamos aproveitar a oportunidade para apresentar aos fiéis da igreja o RNVida, nosso programa  de enfrentamento ao uso e ao tráfico de drogas no estado. Precisamos unir forças para combater esse mal que destrói famílias inteiras pelo país afora", expressou a Governadora.

Vivendo no mundo de Marta sob a filosofia da vida de Maria


Tema: Vivendo no mundo de Marta sob a filosofia da vida de Maria
Lucas: 10: 38-42

I.   O significado do nome Marta (Patroa) a mais velha.
1.         Viver no mundo de marta é viver buscando ser patrão, possuidor. Agitando-se de um lado para outro. V. 40

2.         Viver no mundo de Marta é viver no excesso de preocupações. Ocupado em muitos serviços, v. 40

3.         Viver no mundo de Marta é viver a filosofia da disputa: de tempo, de espaço, de coisas. A ponto de se sentir estressado precisando de ajuda. V. 40, 41

4.         Viver no mundo de Marta e viver suas próprias vontades, sua independência.

II.  O significado do nome Maria (soberana, senhora, amarga)
1.         Viver a filosofia de vida de Maria é viver a busca do conhecimento que dar poder. Soberano é o que sobrepuja, é o que se tornou superior, é o mais elevado. V. 42

2.         Viver a filosofia de vida de Maria é ser senhor, não dos outros como um patrão; mais de si mesmo, de suas palavras, de suas ações, de seus desejos. Te domínio próprio, Gal. 5:23

3.         Viver a filosofia da vida de Maria é viver debaixo do poder soberano, de uma vida equilibrada e reta mais não negando o fel amargo da cruz de cristo. Gal. 6: 17 

Deus Abençoei: Pr. Joel Medeiros

Pastor tem pé de vaca.


"Da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra" 

Vez que outra me deparo com as fraquezas dos homens e mulheres de Deus do passado, apresentados na galeria dos heróis da fé em Hebreus 11

Qualquer pregador e escritor inteligente poderá desconstruir e falar negativamente das vidas de Abraão, Isaque e Jacó; qualquer pregador, se quiser, poderá pincelar de preto e branco a vida de Davi e descolorir a beleza dos personagens da Bíblia. Se alguém quiser desacreditar a vida e a biografia de cada pessoa citada em Hebreus, terá argumentação suficiente para fazê-lo. 

Todos cometeram erros. Noé, o grande intercessor, vacilou, embriagou-se, e amaldiçoou o seu filho. 
Abraão, o amigo de Deus, diante dos reis, temeu e mentiu. 
Isaque também. Jacó, e os patriarcas - exceção de José - foram enganadores e mentiram. 
Gideão se prostituiu espiritualmente fazendo uma estola sacerdotal. 
Davi, homem segundo o coração de Deus, no auge do reino adulterou e foi homicida. Salomão, que de Deus recebeu tanta sabedoria e conhecimento, cedeu ante os prazeres da carne.
É preciso ler Hebreus 11 pela ótica de Deus. Foram pessoas que fraquejaram? Sim! E como fraquejaram! Mas Deus não os vê como nós os vemos. Deus os vê como seres humanos, sujeitos a fraquezas; e os vê como pessoas de fé, e vencedoras. A vida desses personagens é-nos exposta como exemplo de fé que supera a fraqueza. Estão ali para nos incentivar a seguir na jornada da vida cristã, apesar das fraquezas. 

As fraquezas tendem a levar ao desânimo, e a única maneira do obreiro ser um vitorioso, é aprender a depender de Deus em tudo o que faz, pois a coisa que Deus mais valoriza nos seus servos é a humildade seguida de quebrantamento. 

Quantos de nós oscilamos e lutamos todos os dias entre a unção e a fraqueza? Sentimos que estamos cheios do Espírito Santo, que temos poder; admiramo-nos de que os demônios se agitam com nossa presença, curamos os enfermos e profetizamos, fazemos obras gloriosas e, no entanto, cedemos diante do pecado.

Uma verdadeira guerra se trava dentro de nós. Unção e fraqueza convivem lado a lado - dentro de nós, numa luta sem tréguas! 

A quem diga que: Às vezes Deus deixa nos melhores santos algumas fraquezas e, por mais que queiram não conseguem desvencilhar-se delas, nem corrigir-se, para que sintam sua própria fraqueza, e ver o que seriam sem a graça de Deus. 
Só as fraquezas impedem que nos vangloriemos dos favores que de Deus recebemos. 

Cuidando do nosso caminhar.
Quero exemplificar a questão da fraqueza usando a visão que Ezequiel teve dos querubins. 

O profeta descreve os querubins como seres diferentes, com seis asas. Com duas asas cobrem o rosto, com duas cobrem os pés e com as outras duas voam. 

Imagino que encobrem o rosto por serem belos, e precisam encobrir os pés, por causa da imperfeição. 

Ainda que seus pés brilhem como o bronze polido, os querubins têm pés de vaca! A Bíblia diz que são de bezerros! (Ez 1.7). Quer dizer, têm pernas de homem, mas pés de bezerro! Imagine-se um homem, com pé de vaca! 
A glória que brilha sobre seus rostos serve para esconder a fraqueza de seus pés! 

Nossos pés, ao que se depreende das Escrituras também são símbolos de imperfeição, e Deus quer que nos apresentemos diante dele como somos.

Os sapatos que usamos encobrem a feiura de nossos pés. Nenhum homem, ao que parece gosta de expor seus pés; não os acha belo. Por isso usa os melhores calçados, não apenas para escondê-los e protegê-los, mas também para poder caminhar mais confortavelmente. 

Moisés apresenta-se calçado diante da sarça e Deus lhe pede que se aproxime descalço! Josué está diante do anjo, calçado, pronto para a guerra e este pede que Josué tire os sapatos: (Js 5.15). 
- Os pés falam de nosso caminhar e da nossa imperfeição. Por isso queremos protegê-los. 

Paulo afirma: "E os que nos parecem menos digno no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra" (1 Co 12.23). 

Assim somos nós, os obreiros. Somos fracos quando estamos diante de Deus e do povo. Temos uma aura de glória celestial sobre nossas cabeças quando pregamos o evangelho, entretanto os pés estão empoeirados da caminhada. 

No entanto, como um querubim que, apesar de tanta glória tem pés como de bezerro, os pés dos pregadores recebem o brilho celestial que encobre sua imperfeição! 

Parece que Deus vê os nossos pés sob o ângulo de sua glória: "Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!" (Is 52.7). 

O obreiro pode recender ao perfume de Deus, ao brilho de sua glória, mas Deus sempre deixa um quê de imperfeição para mantê-lo humilde diante dele. 

- Na vida familiar uma esposa que não entende seu ministério; 
- um filho que se desvia; 
- um negócio que emperra; 
- uma calúnia que o atordoa; 
- um pecado do qual não consegue se desvencilhar; 
qualquer coisa, para que olhe para seus pés e se envergonhe de sua imperfeição. 

O obreiro quando olha para o espelho e vê refletido nele a glória de Deus tem a tendência de se exaltar, mas ao olhar para os seus pés, não pode fazer outra coisa senão chorar! 

Paulo poderia se gloriar das tantas revelações e visões. Paulo tinha uma fraqueza; os pregadores e santos têm fraquezas. 

Deixe-me dizer isto: Certas marcas de pecado jazem em nossa mente a fim de lembrar-nos de que somos salvos e vivemos por causa da graça de Deus.
- Paulo orou três vezes - mas Deus não afastou a imagem que o oprimia.
- Deus conhecia a fraqueza de Paulo e indicou-lhe que teria de conviver com ela toda a vida. A resposta de Deus? "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo..." (2 Co 12.9). 

"Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós" (2 Co 4.7). 

A glória opera em vasos imperfeitos! E nossa imperfeição está ali, apontando para nós, dizendo-nos que precisamos de Deus, sempre! 

Deus deixa certas falhas nos seus filhos para que aprendam a depender exclusivamente dele.

A glória e a graça de Deus vêm sobre nós escondendo nossas fraquezas. Assim como os pés de bezerro - feios - brilham com a glória de Deus, nosso caminhar é santificado por sua glória! 

Todos os que aparecem na galeria dos heróis da fé em Hebreus 11 possuíam fraquezas: Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, etc. Algumas fraquezas inadmissíveis hoje pela liderança da igreja! 
- Sara é lembrada por sua fé, e não porque duvidou. 
- Abraão, por sua fé, e não porque mentiu. 
- Noé por sua fé, e não porque se embriagou e amaldiçoou o filho. 
Uma frase do escritor aos Hebreus resume a vida desses heróis da fé: "da fraqueza tiraram força" (Hb 11.34). 

No meio das tribulações - sejam elas devido a erros cometidos, a falhas humanas ou vindas diretamente de Satanás, o peso de glória é eterno, acima de toda comparação (2 Co 4.18). 
Porque a glória que sobre nós brilha vem de Deus. Apenas refletimos a glória dele! 
Pois o que de Deus recebemos é depositado em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não nossa! 

REFÚGIO NO ZIMBRO


"Elias, foi sentar-se embaixo de um pé de zimbro e pediu a morte" I Rs 19:4

É dificil entender como alguém de relacionamento tão íntimo com Deus, cheio do Espírito Santo, chegue a tal situação. Elias, não foi o primeiro, e não será o único. Por todos os dias, desfrutamos de misericórdia e fidelidade Divina, porém, quando as tribulações nos chegam, a falibilidade humana, tende a esquecer da infalibilidade de Deus. Elias estava desanimado, angustiado e cheio de dúvidas: Ameaçado de morte, foge da terrível Jezabel e refugia-se no deserto, embaixo de um pé de zimbro, pedindo a morte.
Porque Elias foi para debaixo do pé de zimbro?
a) Perseguição (Jezabel o ameaçou de morte).
b) Pressão (Jezabel prometeu que em 24 horas Elias estaria morto).
c) Desanimo. (Elias parece ver que todo o seu trabalho foi em vão).
d) Solidão (Elias pensou que estava sozinho).

Ele preferia ser morto por Deus, a ser entregue a uma ímpia. Elias havia presenciado a morte, de muitos profetas, não esperava, contudo, que sua vez chegaria. Afinal, ele era amigo de Deus, com muitas promessas a serem realizadas. Isto já aconteceu com você? Acreditou firmemente nas promessas Divinas e de repente viu tudo conspirar contra? Deus, havia se esquecido de Elias? Haverá Deus, de se esquecer de mim e de você? Dos que O buscam e confiam em Sua providência?

Eu já estive como Elias. Foi quando escrevi o artigo: "Pastores que tem pés de bois". Estive, em um momento de grande angústia, vi uma porção preciosa de minha vida desmoronar. Parecia o fim. Não cheguei a pedir a morte, mas, era como se houvesse morrido. Me refugiei no "zimbro", A Palavra de Deus. (O fruto do Zimbro leva 3 anos para amadurecer, é conservante para carnes e aromatizante, como o é a palavra de Deus) As mensagens, que ministro, passam primeiramente por mim. Deus, me fala, me anima, me conforta, me corrige e me sinto na obrigação de fazer o mesmo. Porque sei, que outras vidas serão edificadas. Embaixo do "zimbro", recebo Água e Pão. Me fortaleço para prosseguir, confiante de que Deus está comigo.

Hoje, ao reler o artigo que escrevi a três anos atrás, vejo como Deus me foi fiel. Converteu o mau começo. Tornou tudo novo e melhor! Maravilhoso É O Senhor! Grande em poder e misericórdia! Elias caminhou solitário por um dia em direção ao deserto, sem comida nem água, em silêncio, sequer tinha forças para falar. Ao encontrar a sombra, contemplou a aridez do solo, o céu, sem nuvens, e erguendo sua voz, orou, a Deus. Não era a oração que Deus, queria ouvir, mas que Deus, sabia ser possível e previsível a todo e qualquer homem limitado e oprimido.

Satanás ataca-nos em nossos momentos de fraqueza. Foi assim com Jesus no deserto. Jesus teve fome, o inimigo lhe ofereceu pão. Ele se apresenta como a solução mais rápida e fácil. Foi assim com Elias: "Pede a morte você não precisa mais viver” essa voz, "martelava" na cabeça do profeta, assim como martelou na de Moisés, Jonas e Jô exatamente quando se acharam em grande aperto, eles, também pediram a morte. Ao nos sentirmos derrotados o inimigo quer tirar vantagens.

Graças a Deus porque estamos debaixo do Zimbro lá o anjo vem e nos alimenta.

Quando você estiver caminhando para o deserto, lembre-se, refugie-se no zimbro: "E deitou-se e dormiu debaixo do zimbro; eis então que o anjo o tocou e lhe disse: levanta-te come" I Rs 19:5. Elias estava tão desanimado que comeu bebeu, mas dormiu novamente, isto pode acontecer conosco. Elias recebeu o Rhema de Deus. Deus falando especificamente para Ele. Uma palavra viva, tão viva que moveu o céu, um anjo, visível lhe animando, e Elias tornou a dormir. E pela segunda vez ouviu: "Levanta e come, te será muito longo o caminho" I Rs 19:7. O caminho foi realmente longo, o profeta, caminhou por quarenta dias no deserto, fortalecido por Deus.

Talvez, Elias desejasse comer e dormir para sempre, mas é impossível permanecer inerte quando Deus nos fala fazendo-nos saber que está conosco. Quando Deus fala tudo se transforma. Quando Ele diz: "Não temas, pois Eu estou contigo" Is 43:5, é impossível não se levantar. O profeta seguiu, porém, após os quarenta dias, tornou a se sentir fraco. Se refugiou em uma caverna, e Deus, novamente o falou através de uma brisa "mansa e delicada" Sal. 23. (algas tranquilas e pastos verdejantes). Elias estava obstinado em desistir, Deus, porém, não desistiu de Elias. Ele nunca desiste de nós. Por isso, "saia da caverna". Não se intimide pelas ameaças do inimigo. Coma e beba no "zimbro" e não desista.

"Senhor, mataram todos os profetas e só eu fiquei e buscam minha vida para matar-me" I Rs 19:14. Elias estava certo de que era o único naquela situação. Deus pacientemente o manda retornar, diz para ele ungir Eliseu como profeta para substituí-lo, por fim, revela a Elias que existiam mais sete mil homens (profetas), na mesma situação dele: ameaçados de morte, fugindo de Jezabel. Não somos os únicos a passar por tribulações, existem milhares de vidas em situação igual ou pior que a nossa.

A história de Elias teve um final feliz. Ele venceu em vida até ser arrebatado aos céus. Seus inimigos tiveram um fim trágico. Elias, com todas as suas falhas, foi agradável a Deus. Conosco, não é diferente. Deus nos ama. Mais do que nossa finita mente possa alcançar. Ele, não quer que desistamos, mas que nos refugiemos Nele. No "zimbro", onde Água e Comida nos fortalecerá rumo a vitória. Que as lições de Elias "homem sujeito ás mesmas paixões que nós" Tg 5:17, fale profundamente aos nossos corações, amém.