Postagem em destaque

Síndrome do irmão mais velho

Popular Posts

Quando os Bois Tropeçam


Quando os Bois Tropeçaram -

Lições da Morte de um "Bom Homem" - 1 Crônicas 13:1-14


Era um dia de grande alegria em Israel. "Davi e todo o Israel alegravam-se perante Deus, com todo o seu empenho; em cânticos, com harpas, com alaúdes, com tamboris, com címbalos e com trombetas" (1 Crônicas 13:8). Depois de mais de 40 anos de desprezo, a arca de Deus estava voltando para ficar novamente no meio do povo de Israel (1 Crônicas 13:1-3; 1 Samuel 4:1-11). Mas, no pique da celebração e festim, os bois que puxavam a arca em seu carro novo tropeçaram. Para evitar que a santa arca caísse no chão, Uzá estendeu a mão e a segurou. Com isso, ele morreu, castigado pela ira do Senhor.

O dia de alegria tornou-se em dia de grande tristeza e luto. O que aconteceu de errado para que se acendesse a ira do Senhor contra este "bom homem" que simplesmente tentava proteger a santidade da arca de Deus?

Um Começo Errado

A busca da arca era, na verdade, a busca da presença de Deus (1 Crônicas 13:6; Êxodo 25:17-22). Isto é a coisa certa a se fazer. Mas, será que existe uma maneira certa de buscar a presença de Deus? Será que existe um jeito certo de louvá-lo?

1. Davi chamou primeiramente as pessoas importantes de Israel. "Consultou Davi os capitães de mil, e os de cem, e todos os príncipes" (1 Crônicas 13:1). As pessoas "importantes" – os ricos, os políticos, e outros de alguma influência entre o povo – Os menos dependentes. Devemos consultar primeiramente o Senhor – não há ninguém mais importante do que ele!

2. Davi queria saber a opinião da congregação do povo. Disse Davi, "Se bem vos parece" e depois, "Se vem isso do Senhor... tornemos a trazer para nós a arca do nosso Deus; porque nos dias de Saul não nos valemos dela" (1 Crônicas 13:2-3). Davi colocou a opinião do povo acima da opinião do Senhor. Na verdade, se a coisa "vem do Senhor", já não é preciso mais saber "se bem vos parece".


3. Davi se agradou com a opinião do povo. "Toda a congregação concordou" e "isso pareceu justo aos olhos de todo o povo" (1 Crônicas 13:4). Quando o povo deu seu apoio, Davi não queria saber mais "se vem isso do Senhor". Infelizmente, quando vêem que algo agrada "toda a congregação" ou "todo o povo", muitos líderes esquecem do que agrada ao Senhor! Muitas igrejas de hoje erram da mesma maneira, fazendo de tudo para agradar a congregação, mas nada fazendo para agradar ao Senhor.

Em todos estes casos, Davi errou porque ele começou buscando pessoas em vez de buscar o Senhor. Deus procura pessoas que busquem o Senhor consultem a sua palavra, ouvir a opinião dele, e fazer o que lhe é agradável.

A Segunda Decisões Erradas

"Puseram a arca de Deus num carro novo e a levaram da casa de Abinadabe; e Uzá e Aiô guiavam o carro" (1 Crônicas 13:7). O zelo de Davi e do povo não faltava. Fizeram todas as preparações para que a arca fosse trazida à Jerusalém em toda a sua glória. Mas, no seu ânimo de "glorificar o Senhor", esqueceram da própria vontade dele! Pois, Deus havia dado instruções explícitas sobre como se deve carregar a sua arca: (Êxodo 25:13-15). Era a vontade de Deus que a maneira certa de carregar a arca fosse pelos varais. Quando decidiram colocar a arca num carro novo, desprezaram o mandamento do Senhor. O que é para ser levado tradicionalmente nas costas dos levitas, não poderá ser terceirizado."Quando chegaram à eira de Quidom, estendeu Uzá a mão à arca para segurá-la, porque os bois tropeçaram" (1 Crônicas 13:9). A arca de Deus era uma das coisas sagradas que pertenciam ao santuário do tabernáculo. O Senhor proibiu fortemente que alguém além dos consagrados sacerdotes a tocasse ou até olhasse para ela, (Números 4:15-20). Porém, quando os bois tropeçaram, Uzá viu a arca, com toda a sua glória e santidade, caindo para o chão onde seria profanada! Então, a reação natural dele era de estender a mão e segurá-la para proteger a santidade dela. Mas quando ele decidiu tocar na arca, Uzá desprezou o mandamento de Deus. – não tente fazer o que não é de sua responsabilidade.

1- Estes homens tomaram decisões sem pensar na vontade do Senhor.
2- Davi estava preocupado mais com a aprovação do povo.
3- A reação de Uzá mostra que ele estava preocupado mais com a arca (um objeto) do que com a vontade de Deus (um ser divino).
4- Quem busca a Deus tem que estar preparado para tomar decisões baseadas na palavra dele, as quais muitas vezes não vão agradar aos outros (Gálatas 1:10-12).
5- Quem busca a Deus tem que cultivar pelo estudo da sua palavra uma mente renovada, a qual vai agir de acordo com os desejos do Senhor em vez de reagir de acordo com as circunstâncias do momento (Romanos 12:1-2).A Lição de Autoridade"Então, a ira do Senhor se acendeu contra Uzá e o feriu, por ter estendido a mão à arca; e morreu ali perante Deus. Desgostou-se Davi, porque o Senhor irrompera contra Uzá... Temeu Davi a Deus, naquele dia, e disse: Como trarei a mim a arca de Deus?" (1 Crônicas 13:10-12). O jovem rei estava arrasado. Deus havia tomado a vida de um dos seus servos, e a arca do Senhor ainda jazia no caminho para Jerusalém, sem ter como avançá-la. Se é tão duro buscar a presença de Deus, quem jamais conseguirá? Na morte de Uzá, Davi aprendeu uma forte lição sobre autoridade.

1- Autoridade é o poder de mandar. Por causa do eterno poder e sabedoria de Deus, a palavra dele é autoridade suprema. O motivo de Davi em buscar a arca era nobre, mas ele violou a autoridade de Deus. Davi achou que sua maneira de carregar a arca era tão boa quanto usar os varais. Porém, nem todo o seu poder em Israel como o rei escolhido de Deus concedeu a Davi o direito de mudar a lei do Senhor. Este pecado de Davi criou a situação que levou até a morte do seu servo Uzá.

2- A autoridade de Deus se baseia naquilo que ele nos revela na sua palavra. Note que não estava escrito na lei que eles não poderiam carregar a arca num carro novo. Isto nem tampouco precisava estar escrito, porque quando Deus revelou a maneira certa de carregá-la, ele já deixou fora todas as outras possibilidades. A autoridade de Deus funciona desta maneira: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor... porém as reveladas nos pertencem... para que cumpramos todas as palavras desta lei" (Deuteronômio 29:29). Quem quer agir de acordo com a autoridade de Deus tem que saber o que Deus revelou, e não o que ele não revelou! A palavra revelada de Deus nos habilita para fazermos "toda boa obra" com a autoridade dele (2 Timóteo 3:16-17).

Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros.

Que tipo de cristão você é ?

Que tipo de cristão você é?

2º Reis - 6 - 8 : 18 Havia uma guerra em Israel. E o rei da Síria, junto com seus oficiais, traçava planos em como derrotar a Israel. Mas, todas as vezes que os sírios se preparavam para a guerra, Deus revelava a Eliseu quais eram os planos do rei da Síria, de forma que os exércitos de Israel sempre escapavam de qualquer emboscada. Eliseu sabia dos planos de rei da Síria porque Deus revelava a ele. Enquanto Eliseu esta orando, Deus lhe falava o que os oficiais da Síria estavam planejando. No Novo Testamento, esta manifestação do Espírito Santo, é chamada de Palavra de Conhecimento, ou seja, uma revelação sobrenatural que recebemos de Deus de algo que não poderíamos saber de outra forma. Eliseu sabia dos planos do rei da Síria porque Deus lhe revelava. Ao ver que Israel sempre escapava das suas armadilhas, o rei da Síria pensou que houvesse um traidor entre os seus homens pois não compreendia as coisas espirituais. Eliseu era um homem de Deus. Era um profeta. Era um homem que orava. Vemos Eliseu orando duas vezes neste texto (vs. 17 e 18), e por isso recebia revelações de Deus. Sabia que o mundo invisível (dos anjos e demônios) era tão ou mais real do que o mundo que podia ver com os olhos. Somente a pessoa que ora, e ora bastante, consegue discernir estas coisas corretamente. Este Texto da Bíblia nos mostra quatro tipos de pessoas diferentes, e com certeza nós nos encaixamos em qualquer destes tipos.

  1. O Primeiro tipo de pessoa, é revelado pelas atitudes de Rei da Síria e do Servo de Eliseu Quando o rei da Síria viu que Israel conhecia seus planos ele disse: "...quem dos nossos é pelo rei de Israel?" (v. 11). Ele pensou que alguém estava o traindo. Por sua vez, o servo do profeta Eliseu, ao ver que o exército inimigo havia cercado a cidade para prendê-los, perguntou a Eliseu: "Ai, meu senhor, o que faremos?" (v. 15). Estas atitudes revelam um tipo de pessoa que só consegue ver o natural, o que é lógico, o que é visível aos seus olhos naturais. Só consegue enxergar os seus problemas, o tamanho dos gigantes, a lógica de que se "Eliseu sabe", alguém nos traiu e contou para ele. Estas pessoas não conseguem enxergar o mundo invisível. Muitas vezes, em uma casa há discórdias, brigas, ódio e muitas outras coisas, mas as pessoas não conseguem discernir que o problema acontece na esfera espiritual. Lares são destruídos, a situação financeira fica difícil, mas este tipo de pessoa não consegue ver nada além de que seus sentidos naturais dizem. Eles perguntam amedrontados: "Ai, o que faremos?". Efésios 6:12 diz: "A nossa luta não é contra carne, nem contra o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestiais."
  2. O Segundo tipo de pessoa, é alguém que pensa que realmente há um mundo invisível, mas ainda procura meios lógicos e naturais para encontrar a solução para seus problemas. O rei da Síria acreditou que Deus revelava os seus planos à Eliseu, acreditou que havia um mundo invisível sobrenatural, mas ao invés de tomar uma atitude correta mandou acharem a Eliseu e prendê-lo. Nem lhe ocorreu que se Eliseu "sabia as palavras que o rei falava em seu quarto", certamente saberia que o rei queria prendê-lo. O rei deveria ter orado a Deus e perguntado o que ele deveria fazer, qual o caminho a tomar, como resolver esta situação, mas em sua cabeça natural, cheia de lógica, o problema seria resolvido se Eliseu fosse preso. Mandou prendê-lo. Mandou cercar a cidade onde Eliseu estrava. Enviou centenas de soldados que viajara, toda a noite. Armou uma grande estratégia militar, mas seu plano foi um fracasso. Ficou envergonhado. Tentou resolver a situação à sua maneira quando a solução do problema era espiritual e não física. As atitudes deveriam ser tomadas depois de muita oração, debaixo da oração de Deus, e nem sempre os caminhos de Deus são a lógica do homem. Muitas vezes as pessoas fracassam na sua vida porque ao invés de buscar a Deus para saber o que fazer, fazem o que lhes vem a cabeça, o que "acham" que é o melhor caminho. "O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa vem do Senhor."Pv. 16:1
  3. O Terceiro tipo de pessoa, é a pessoa que acredita em Deus, acredita que há uma solução espiritual, mas não consegue enxergar o quão perto está o Senhor. O servo de Eliseu vivia com o profeta. Testificara muitos milagres. cria em Deus, mas não conseguia enxergar que Deus estava ali. Não conseguia crer que Deus iria livrá-los. Ficou apavorado. Pensou: "Estamos perdidos; estamos mortos. Que adiantou servir a Deus todos estes anos. Ai meu senhor, o que faremos?" Não percebeu a presença de anjos. Não percebeu que os problemas de homens são só uma oportunidade para os milagres de Deus. Cria em Deus, mas em um Deus que está distante, em um Deus que não deve estar muito preocupado comigo, em um Deus que não está vendo a minha situação desesperadora. "Ai meu senhor, o que faremos?" Ficou com medo, pois não tinha em seu coração o pensamento que "se Deus é por nós, quem será contra nós". Rm 8:31 3.1 - O servo de Eliseu, como muitos cristãos, estava com os seus olhos espirituais fechados. Recebem o diagnóstico médico e ficam apavorados, desesperados, querem abandonar a fé. Parece que Deus está distante. Não sabem o que fazer, precisam ter os seus olhos abertos para enxergarem que "mais são os que estão conosco do que os que estão com eles."
  4. O Quarto tipo de pessoa, são as pessoas que vêem o invisível, sabem que o poder de Deus está disponível a agem que com tranqüilidade busca com fé e oração no Senhor sua Vitória. Eliseu era esta pessoa. Ele sabia o Deus que tinha. Seus olhos espirituais estavam mais abertos do que os seus olhos físicos. Não se preocupou com o exército inimigo, pois estava certo que "mais são os que estão conosco do que os que estão com eles" (v. 16). Não ficou com medo, pois sabia que o "anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra." Eliseu orou. Não orou por si, mas por aquele que não cria. Deus ouviu a oração de Eliseu, e "o Senhor abriu os olhos do moço, havia mais anjos armados do que soldados inimigos.

    O monte estava "cheio". Todo o tempo os anjos estavam lá, e Eliseu sabia disto, embora seus olhos naturais não vissem nada. Mas Eliseu era um homem diferente. Cria na oração, Via o invisível, Sabia que Deus não o abandonaria que Deus cuida, que Deus protege os que o amam, que Deus interviria quando necessário, Que Deus o livraria, que Deus estava presente olhando tudo, que Deus estava vendo a movimentação dos soldados. Eliseu não fez uma oração apavorada, de última hora, quem sabe numa última tentativa. Não, ele nem orou por si. Neste momento ele nem precisava de oração, pois ele estava tranqüilo. Afinal, ele servia ao "Senhor dos Exércitos". "Enquanto o inimigo descia contra ele, Eliseu orou ao Senhor: Fere, peço-te..."(v. 18). Não orou apavorado clamando por misericórdia. Não reclamou de Deus dizendo: "Que adiantou servir a Deus. Olha a minha situação agora". Eliseu sabia que Deus tinha o controle da situação. "Não temas. Mais são os que estão conosco do que os que estão com eles." Ore bastante. Aprenda a jejuar, pois nada nos deixa mais sensíveis ao mundo espiritual do que o jejum e a oração e este é o tipo de cristão que Deus quer que sejamos

    Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros