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Síndrome do irmão mais velho

Referência: Lucas 15.25-32 INTRODUÇÃO : 1. Jesus contou três parábolas sobre a alegria do encontro a) A ovelha perdida que foi encontrada ...

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ENCHE TEU VASO DE AZEITE E VEM


- 1Samuel 16.1 -  Introdução: Este é um dos capítulos mais interessantes da Bíblia: a história do rei Davi começa nele. Também é interessante porque Samuel tinha retornado para sua terra (Ramá, ver: 15.34), com a resolução de fundar uma escola de profetas (ver 19.20) e por lá ficar sem envolver-se com nada mais que fosse público. Mas Deus tinha uma incumbência para Samuel: envia-lo à Belém para ungir a Davi como rei de Israel. Vemos a marca de um período de transição na história de Israel. - Deus também está nos chamando para deixar uma marca em nossa geração! Para isto ocorrer, vamos seguir a orientação de Deus para Samuel:

1º  ENCHE O TEU VASO DE AZEITE - v.1: “Enche o teu vaso com azeite”.
“encher” do vaso: O sentido desta palavra é de “um enchimento completo”.
- Deus não perguntou o tamanho do vaso... porque não importa! Você pode ser um pequeno membro da igreja, alguém que dizima, oferta e fica no anonimato... ou pode ser um líder de pequeno grupo, um músico, um ministro... seja qual for seu tamanho e formato: VOCÊ É UM VASO a ser cheio!
- O que Deus não quer é que vivamos uma vida espiritual medíocre – por isso: enche o teu vaso de azeite!

2º  enche o TEU VASO - Isto fala de uma experiência individual. A bênção do enchimento do Espírito Santo é para todos, mas cuide de encher o seu vaso. Deus está tratando com você.

AS LIÇÕES DE NEEMIAS

(Ne.1.1). Servindo ao Senhor na restauração de Jerusalém.




Após o final do exílio na Babilônia e a conquista daquele império pela Pérsia, muitos judeus ali permaneceram. Por este motivo, encontrava-se Neemias na cidade de Susã, no ano 445 a.C., trabalhando como copeiro do rei Artaxerxes Longímano

- Certo dia, lhe trouxeram notícias de Jerusalém. A cidade estava assolada, com seus muros derrubados e as portas queimadas.

- A situação de Neemias - no palácio era excelente. Ele poderia ter ficado indiferente ao sofrimento do seu povo na Palestina. Entretanto, pranteou.


De imediato, aprendemos algumas lições com aquele homem de Deus:

1. - Não podemos olhar apenas para nossa condição pessoal, quando muitos estão sofrendo,

a) Não podemos ser insensíveis e indiferentes. Entretanto, as emoções não representam um fim em si mesmas, senão apenas o início de um longo processo. Neemias, não apenas chorou, mas também orou e jejuou (Ne.1.4-5).

b) Ele sabia que a realidade natural era resultado de fatores espirituais.

c) Em muitas situações, a oração não deve ser um ponto final, mas apenas uma das providências a serem tomadas. Depois da oração, Neemias partiu para a ação, solicitando permissão ao rei para se retirar por algum tempo a fim de conferir a condição de Jerusalém e reconstruir a cidade.

2.- Ele tinha visão do que poderia ser feito diante da crise e estabeleceu um projeto ambicioso. O exemplo de Neemias nos adverte para outro risco:

a) Não podemos agir sem orar,principalmente em momentos de importantes decisões. Quem age por conta própria assume sozinho a responsabilidade pelos resultados, dispensando o auxílio divino.

b) O teor da oração de Neemias nos ensina sobre o valor do arrependimento e da confissão (Ne.1.6), embora, naquele caso, os principais pecados tenham sido dos pais, cujas consequências afetaram a vida dos filhos. É o que se nota pelo fato de ter Neemias, ao que tudo indica, nascido na terra do cativeiro.

c) O pecado precisa ser removido, confessado e perdoado, para que a restauração aconteça.



d) Neemias estabeleceu como sua meta mais importante a reconstrução das muralhas. Não se pode fazer tudo ao mesmo tempo. Portanto, é necessário que estabeleçamos prioridades.

3. - PROTEÇÃO - Já fazia muitos anos que os cativos tinham começado a voltar à sua terra. O templo já havia sido reconstruído. Entretanto, pela ausência dos muros, a vulnerabilidade era total. Os inimigos entravam e saíam de Jerusalém quando bem entendiam. Assim, todas as ações dos judeus ficavam prejudicadas.



a) Em nossas vidas, também precisamos construir muros. É necessário que percebamos por onde o inimigo tem entrado para que ali coloquemos um bloqueio, uma barreira.

b) O cristão não pode ser aberto a toda e qualquer influência. Não podemos aceitar tudo o que nos é proposto, recebendo qualquer doutrina ou costume, acreditando em tudo e em todos.

c) Precisamos construir muros, que são nossas atitudes de rejeição e resistência às investidas do maligno.

d) Os moradores de Jerusalém poderiam dizer: "Não precisamos de muros, pois Deus

nos guardará". Eles não disseram isso. Sabiam que a responsabilidade humana não

pode ser transferida para Deus, mas apenas compartilhada.


4. - LIMITES - "Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito." (Pv.25.28). Muros representam limites. Além de barreira contra o inimigo, são medidas de domínio próprio.

Não podemos ser indefesos e vulneráveis. Os muros escondem e, ao mesmo tempo, protegem o que há de valor dentro da cidade. Quem quer aparecer demais corre o risco de abrir mão de vários fatores de proteção. Estar protegido é estar oculto, evitando a exposição desnecessária. Nem tudo é para ser mostrado, revelado ou compartilhado.



5. – TRABALHO - Construir uma muralha de pedras ao redor da cidade seria um empreendimento dos

mais difíceis. Neemias e os que com ele estavam precisavam trabalhar muito.

a) Nós também devemos estar dispostos para o esforço e o trabalho árduo. Neemias orava sempre (Ne.1.4; 2.4; 4.4,9; 5.19; 6.9) e nós devemos orar também, mas a oração não substitui o trabalho.

b) Deus fará o que não está ao nosso alcance. Quanto ao mais, ele abençoará a obra das nossas mãos. Aquele servo de Deus poderia ter orado dizendo: "Senhor, envia os anjos construtores para que levantem esta muralha".



6. – OPOSIÇÃO - Logo que os judeus começaram a edificar os muros, os inimigos se manifestaram para tentar impedir que a obra fosse adiante (Ne.4.1). O texto nos diz que Tobias (amonita), Sambalate (governador da Samaria) e Gesén (árabe) ficaram irados e criticaram os edificadores. Havia ali motivos étnicos, políticos e religiosos. Em nenhum momento, houve um ataque armado contra os judeus, mas muitas palavras foram usadas para intimidá-los.

a) Os obreiros foram criticados, chamados de fracos.

b) A obra foi criticada. Disseram que uma simples raposa derrubaria o muro que estava sendo levantado (Ne.4.3).

c) Houve questionamento, acusação, calúnia, fofoca, ameaças (Ne.4; Ne.6).

d) Cartas foram escritas e falsos profetas subornados para tentarem interferir na obra de Neemias (Ne.6).

e) Palavras são armas. Não podemos nos esquecer disso. Uma palavra pode `derrubar' uma pessoa e destruir projetos e relacionamentos. Esta é uma das principais estratégias de Satanás no combate ao povo de Deus. Quando Jesus foi tentado no deserto, o inimigo usou palavras, com sofismas, propostas e questionamentos na intenção de induzi-lo ao erro (Mt.4). As afirmações malignas são contra o nosso caráter, capacidade, vocação, de modo que fiquemos desanimados e desistamos da missão que o Senhor nos confiou. Neemias não deu ouvidos ao que o inimigo dizia.

Lições de Uma Parábola (doutrina, perdão)

Mateus 18.23-24
INTRODUÇÃO Quem pergunta quantas vezes deve perdoar, já está com a intenção de se vingar. Hoje a grande maioria dos filmes, novelas, seriados e até mesmo desenhos animados direcionados a crianças, têem como tema central a vingança, na maioria de um mal ou de alguma ofensa a algum parente próximo; é a mensagem satânica que despercebidamente é infiltrada na mente dos telespectadores desavisados. Nesta parábola que, na maioria das vezes denominamos "Parábola do credor incompassivo", nada mais quer nos dizer senão que devemos perdoar para sermos perdoados, é plantando que se colhe e colhe-se de acordo com o plantado, esta é a lei espiritual. O rei perdôo a dívida, porém não perdôo a injustiça e a falta de misericórdia.
Pedro que na maioria das vezes é mais curioso do que os outros, pois sabia de sua posição de liderança entre os demais e de sua proximidade com seu mestre, querendo confirmar talvez os ensinos rabínicos (Am 1.11,13; 2:1,6; Pv 24.16) a respeito do perdão (3 vezes e no máximo e excepcionalmente 7), pergunta a JESUS sobre quantas vezes deve perdoar a seu irmão que o ofendeu, note que já dá a resposta esperando ter apenas uma confirmação de JESUS, que ao contrário do que pensava Pedro, lhe responde exatamente ao contrário do que ensinavam os religiosos de sua época.
Entraremos agora no estudo de nossa Parábola do Credor Incompassivo que JESUS usou para explicar melhor a Pedro e demais discípulos o significado do Perdão.
I. O PONTO DE PARTIDA PARA O PERDÃO (MT 18.1-20)
1. O contexto da parábola (Mt 18.1-6). Credor incompassivo - (Mat; 18:23-35) Esta parábola é uma ilustração admirável daquela frase contida na oração dominical, em que Ele nos ensina a rogar ao Pai celestial: "...perdoa as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores..."
2. A iniciativa para o perdão (Mt 18.15-17). Em Mt 5.23,24 JESUS já havia dado uma idéia sobre a condição para o perdão, sendo o ofensor o mais indicado para fazer a reconciliação entre ele e seu ofensor devido à sua capacidade de enxergar melhor a situação com olhos espirituais e de misericórdia. Esta é a primeira iniciativa para reconciliação, caso não seja bem interpretada então haverá outras tentativas, com testemunhas e depois, se for o caso, com a Igreja. 2Co 2.10 E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás;
II. O PERDÃO PROCEDE DA COMPAIXÃO (MT 18.23-35) 2Co 5. 14 Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. O amor de DEUS derramado em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO, nos impulsiona ao perdão pela misericórdia de DEUS em nós instalada pela presença amorosa do ESPÍRITO.
1. Um ajuste de contas (Mt 18.23). DEUS tem o direito de chamar a qualquer um, a qualquer momento para um ajuste de contas. 1 Pe 4.5 Os quais hão de dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos.
O rei é DEUS PAI pois JESUS mesmo disse. (Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes), não há no mundo alguém maior do que este rei, Ele governa sobre tudo sobre todos. O servo aqui deve ser interpretado como sendo eu (no caso de quem lê - você) - Pelo que se entende este servo era alguém próximo do rei, pois tinha poder para prender e era muito conhecido dos outros servos próximos do rei que logo foram contar para ele (o rei) o tratamento deste servo contra o seu conservo. O conservo aqui deve ser interpretado como sendo aquele que ofende ao irmão. Observe os valores que aparecem. Um "denário" era o salário de um trabalhador por um dia de trabalho (quanto seria hoje, em sua região?). Um "talento" correspondia a 6.000 denários. Agora, procure transformar em valores de hoje as duas dívidas: Considerando 1 talento igual a 60.000 dólares, vejamos as dívidas comparadas entre si: - 10.000 talentos = R$ 16.500.000,00 (Dívida do servo com o rei) - 100 denários = R$ 2.750,00 (Dívida do conservo com o servo que foi perdoado)
O que Jesus quer nos transmitir, no que se refere à nossa dívida com Deus e a partir de valores tão diferentes? confira: Mq 7.18,19; Rm 5.20b; Mt 6.12).
- DEUS nos convida a perdoar aqueles que nos ofendem da mesma maneira que Ele nos demonstrou seu amor. Mt 22. 39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 2. A imensa dívida contraída (vv.23,24).
Sabemos que está próximo o primeiro acerto de contas, quando acontecer o Arrebatamento, porém aqueles que não forem encontrados fiéis ainda terão chances como durante a grande tribulação e no final da mesma e no milênio.
2. Qual o valor real de nossa dívida com DEUS? Para custar o sangue de DEUS (em CRISTO) a dívida com certeza era a maior dívida já contraída. 1 Tm 1. 15 Quando olhamos para este versículo devemos reconhecer que não há maior dívida do que a minha (individualmente)
3. A dívida é impagável (Mt 18.25). Diante de uma dívida impagável não há como escapar do carrasco, a não ser apelando para a misericórdia, ou seja, apelar para a bondade e o amor escondidos no coração do rei, mas que nesta hora puxamos ou arrancamos lá de dentro pela necessidade e pelo desespero da morte que se aproxima.
Rm 6.23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.
A aplicação da lei determinava uma só coisa: a execução da dívida. Naquela época, a execução da dívida se dava, primeiramente, sobre o patrimônio do devedor. Caso o devedor não tivesse com que pagar, a dívida era executada sobre as pessoas, ou seja, as pessoas eram vendidas como escravas a fim de saldar a dívida. Em se tratando do pai de família, todos os seus filhos e sua mulher também eram vendidos (Ex.22:3; II Rs.4:1). A lei de então ainda colocava na escravidão a família do devedor, porém vemos que não era desejo do rei escravisar a família de seu servo. DEUS não quer ver nossa família sofrendo por causa de nossos erros, portanto devemos clamar sempre pela misericórdia de DEUS e sermos também misericordiosos com os que nos ofendem. O ano do jubileu é uma boa alegoria disto, pois neste ano todos os escravos ficavam livres e suas terras passavam a lhes pertencerem novamente. (Lv 25)
4. A compaixão graciosa perdoa toda a dívida (Mt 18.26,27). O servo, diz o texto sagrado, "reverenciava" o rei, ou seja, caiu aos seus pés, prostrou-se, adorou-o, suplicando pela sua misericórdia. Não há outro lugar em que possamos obter a bênção de Deus, a misericórdia de Deus senão a Seus pés. Como servos do rei, temos livre acesso a Ele. É nesta hora que lembramos da Palavra de DEUS em: 1Co 13.4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. 5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Jo 1.7-9 7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 8 Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. 9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
É através do sacrifício de CRISTO em nosso lugar que somos reconciliados com DEUS pelo infinito amor com que ELE nos amou, provendo ELE próprio a nossa salvação.
DEUS sentiu a nossa miséria e a nossa incapacidade ao se tornar em tudo semelhante a nós atravéz de CRISTO.
III. A INCLEMÊNCIA DO SERVO PERDOADO (MT 18.28-35)
1. A crueldade do servo do rei (vv.28-30). 0 que faltou ao servo perdoado, que o levou a não perdoar? Alguma falha no rei? Ou nele próprio? O que falta a alguém que não quer perdoar o próximo? Será correto então, uma pessoa dizer: "Isso eu não posso perdoar em você, é demais!"?
Este servo em nada se parecia com seu rei, embora o esperado fosse ao contrário. Parece que não passou nem um dia para que este servo incompassivo e cruel tratasse seu conservo (ou seu companheiro de reino) com dureza e falta de misericórdia (Compaixão pela miséria alheia. indulgência, graça, perdão, piedade.). Este servo colheu uma colheita de amor, porém plantou uma de ódio e rancor. Desejava o bem para si e o mal para os outros. Quando o rei soube o que havia acontecido ficou irado com este servo desumano e cruel; enviou logo soldados para prenderem aquele servo violento e rancoroso para que sua dívida fosse novamente reconhecida, agora acrescida desta arrogância e ofensa a todas a s normas do bem viver e conviver.
2. O perdão revogado (Mt 18.34). O perdão foi revogado devido ao mal procedimento daquele servo. Hb 3.12 Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. 1Co 10.12 Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia. Rm 8.9 Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
O servo não soube conservar a bênção do perdão quando o negou ao seu próximo. Quando um pecador se converte ao Senhor, toda a dívida de seus pecados é perdoada graciosamente por Deus em virtude do sacrifício redentor que Cristo ofereceu ao Pai no Calvário (Hb 10.12-14). A redenção do pecador só Deus pode efetuar, bem como perdoar todos os seus pecados (Sl 49.7,8; Mc 2.10).
3. Aplicação da parábola (Mt 18.35). O texto diz que: "Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas". Ao perdoar alguém, devemos fazê-lo com amor, de coração, pois o perdão nos assemelha ao caráter de Deus (Ef 4.32). Aprendemos nesta parábola que "o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa sobre o juízo" (Tg 2.13).
CONCLUSÃO Não vivemos em um "mar de rosas". A fé cristã não nos garante uma vida sem problemas. Isto inclui mágoas e tristezas que temos quando somos ofendidos ou desprezados por pessoas que estão perto de nós. Mesmo dentro da igreja muitas vezes há problemas deste tipo. O pecado ainda está dentro de cada um de nós e se manifesta de muitas maneiras. Ao sermos ofendidos, nosso velho homem manifesta a tendência de revidar. O Salvador Jesus, porém, nos leva em outra direção. Pelo poder do Espírito Santo, que veio a nós em nosso batismo e vem pela Palavra, somos movidos a viver sob o perdão de Deus e agindo em perdão para com o nosso próximo. No texto de hoje, queremos aprender com o Senhor a importância de exercitar abundantemente o perdão na nossa convivência, muito especialmente entre os irmãos na fé.

4 Lições da vida do profeta Elias!

- Texto: I Reis 19.1-12
1- Do Monte Carmelo para o Vale Berseba (Poço do Juramento)
* Berseba, é lugar de recordação; (recordação das alianças e Juramentos de Abraão Gên. 21: 28-31)
* Berseba, é caminho do deserto;
* Berseba é caminho dos poços entulhados;
* Berseba é o caminho mais facil; (existia poços cavados)
* Berseba é lugar de se esconder e de derrota; (Limite meridional do país, daí as frases: de Dã até Berseba, de Gaba até Berseba)
2- Do Vale Berseba para Zimbro no Deserto
* Berseba não foi suficiente para se esconder;
* Achava que no deserto ninguém o acharia; (I Re. 19:4-5)
* Zimbro tem poucas folhas, é solitário; ( quando você pensa que estar só é ai que o socorro chega)
* Esta foi uma trilha de fracasso, mas se tornou uma trilha de revelações. Reviveu, refletiu e reorganizou.
3- Do zimbro para Caverna
* Lugar escuro, frio;
* Representa os nossos medos, inseguranças;
* Simboliza que fomos vencidos por nossas fragilidades internas;
* Porém, mesmo no fundo da caverna, podemos ouvir a voz de Deus;
4- Da Caverna para o caminho da vontade de Deus
* É preciso sair da caverna; (é o 1° passo)
* Viver e deixar as velhas emoções; (medos, sensação de derrotas, inseguranças)
* Voltar a crer nas promessas de Deus;
* Buscar ouvir a voz de Deus;
Conclusão: Precisamos ter a coragem de retornar ao caminho proposto pelo Senhor, por mais difícil que seja. Mesmo que você esteja vivendo algum destes estágio, saiba que assim como Deus foi com Elias, também quer ser com você. Clame a Deus neste dia, e Deus lhe fará retornar ao caminho certo, e obterá bons resultados.

LIÇÕES DE UMA GRANDE MULHER


2 Reis 4.8
Introdução: Vamos Aprender algumas lições com a história desta mulher de Suném, ou mulher sunamita. A história dela tem princípios importantes para a vida hoje. 1º) v.8: O profeta de Deus, Elizeu, passou várias vezes pela porta daquela mulher. Até que um dia, ela ofereceu uma refeição em sua casa. Ela vê Elizeu passar e observa várias vezes pra poder chama-lo de homem de Deus diante de seu marido.
  • A lição é essa: que para você dizer que alguém é um homem de Deus, uma pessoa de Deus, "um santo homem de Deus" como ela falou a respeito de Elizeu, você precisa travar um certo relacionamento com essa pessoa. Eu conheço pessoas que foram enganadas por indivíduos de má fé, malandros... indivíduos que elas nem conheciam direito, que nem sabiam da origem, que caíram de pára-quedas em sua frente, indivíduos que elas viram pela primeira vez, mas que já colocaram para dentro de suas casas.
  • Há um ditado que diz, que se você quer conhecer alguém, você tem que comer um saco de sal de 60 quilos com ele. Já calculou quanto tempo leva para você consumir um saco de sal de 60 quilos?

2º) Veja o emprego do plural. "vamos construir"; a mulher diz ao marido: "vamos fazer, vamos colocar uma cadeira, vamos fazer uma mesa, vamos construir um quarto". Ela diz isto para o marido, porque casamento é unicidade; casamento não é unidade – unidade é duas partes que se juntam, mas unicidade é duas partes que se fundem para ser uma (Deus diz que no casamento, homem e mulher tornam-se uma só carne).
  • E olha que, pelo texto, ela é uma mulher de posição, de liderança, daquelas que idealizam, que criam e que diz "vamos fazer"!
Mas mesmo ela sendo uma mulher de liderança e de posição, ela não vai em cima do marido. Porque muitas vezes, a mulher que tem posição de liderança, ela costuma quase que colocar um cabresto no marido e fica o tempo todo dizendo pra ele: "vem pra cá, eu to mandando... e agora, vem pra cá" e o marido fica que nem um pateta. É desses maridos que se conta, teve um, que vivia apanhando da esposa, mas que não dava o braço à torcer. Um dia ele se enfiou debaixo da cama, e enquanto a mulher dizia: "Saia já daí!", ele respondia: "Não saio, não; não saio porque quem manda aqui sou eu". Todas as decisões que envolvam a minha casa, tem que ser compartilhadas entre eu e minha esposa.
  • Você casou? então, você nunca mais vai poder tomar decisão sozinho. Você está com seu marido aí perto? diz aí, um para o outro: "Eu nunca mais - posso tomar decisão - sozinho". Você nunca mais vai poder tomar decisão sozinho!
3) Quem faz o bem recebe o bem, Ela não tinha filhos e o profeta falou que ela iria dar a luz,
  • Veja só isso: Essa mulher, que construiu um quarto dentro da casa dela, para o profeta ficar sempre quando a visitasse... ela aprendeu a respeitar o espaço do profeta. Quando Elizeu mandou que Geazi fosse chamá-la, ela veio, chegou e bateu na porta; ela não abriu a porta, dizendo: "Que foi? ...o que você quer?" Tem pessoas que pensam que, porque fizeram o bem a alguém, então podem desrespeitar o espaço da outra pessoa. Eu vejo isso: pais e mães que, porque ajudaram a filha no aluguel da casa ou na compra da casa, porque ajudou, pensam que podem se intrometer na vida dela. Você pode ajudar quem você quiser, mas você tem que aprender a respeitar o espaço dos outros. Há um limite, há um respeito que aquela pessoa merece por mais que você tenha feito por ela. Mas tem gente que pensa isso: "Ajudei, posso abusar". Não! Olha aqui esta mulher. O profeta chamou, ela ficou na porta, não entrou..."só entro se for chamada". Nós temos que aprender e entender que os outros merecem honra, respeito no espaço que ocupam.
4º) A palavra se cumpriu o menino nasceu. O texto diz que o filho morreu, mas ela (a mãe) não entrou em desespero; pegou o garoto e levou ele pro quarto (para aquele quarto que ela e o marido construíram para o profeta Elizeu). Ela foi lá, fechou a porta (dessa vez, Elizeu não estava ocupando o quarto).
  • Essa mulher é sábia. No v.23, o marido vendo a mulher ia falar com o homem de Deus e, não era sábado, não era dia de culto, então por que está indo? Nesse v.23, o marido diz: "Vem cá, porque você está indo hoje até o homem de Deus, se não é o dia?" Olhe que mulher sábia, ela diz. "Não faz mal. Não se preocupe. Está tudo bem".
  • Que é que você faz, irmã? Aconteceu um problema, você fica esperando na porta o marido chegar: "Tô doida que ele chega, que eu vou contar tudo logo! Anda homem, chega! Hoje isso aqui vai pegar fogo, vou arrebentar tudo, é hoje!"
  • Se não está na hora de falar, de conversar sobre nada, ela diz: "Eu só vou falar com ele quando eu ver o resultado final. Agora não é hora de falar".
5º) Veja o que eu aprendo nesta parte da bíblia: Escute o restante do v.25: Considere: quem é que viu a mulher primeiro, Geazi ou Elizeu? Elizeu. Amado: quando Deus chama alguém para a Sua obra, para o Seu ministério, não é que essa pessoa é feita de um material diferente do seu, não; é gente também, tem defeitos e limitações. Só que tem um detalhe: quando Deus chama alguém para a Sua obra, Ele dota de capacidade espiritual. O homem de Deus vê o que ninguém vê.
  • Tem gente que quando está com um problema, ao invés de procurar o pastor, de procurar o homem de Deus, procura o irmão Josevaldo das Quantas. O irmão Josevaldo das Quantas é um homem abençoado, é crente. só que não está naquela posição de pastor, de líder espiritual. Aí, a pessoa segue os conselhos do irmão Josevaldo das Quantas e se dá mal, quebra a cara e vem aos pedaços para o pastor. Vem todo quebrado! Mas se fosse ao pastor, o pastor que tem uma visão mais ampla, porque é pastor, evitaria tanta dor de cabeça.
  • Nós lemos aqui no v.25, que Geazi não viu a mulher se aproximar, mas Elizeu viu!. Amado: Vá ao homem de Deus. Tem gente indo atrás de conversa fiada e complicando a vida: "Não, pastor, aquela mulher é usada por Deus, ela disse que se eu fizer assim e assado. " Você vai se dar mal. Vai ao homem de Deus!
  • Geazi vai a mulher e pergunta vai tudo bem? Veja a mulher, dizendo: "Geazi, pra você, pra você tá tudo bem, sim. Você não tem capacidade para me orientar, para me dirigir, eu não vou ficar dando detalhe da minha vida para você". Mas tem gente que escancara a vida que leva para a torcida do flamengo inteira. Geazi perguntou para aquela mulher: "Vai tudo bem com você, com seu marido? Com seu filho?" ...e ela respondeu: "pra você vai! Tá tudo bem!" ...agora, para o homem de Deus, ela derramou o coração.
  • Agora, que coisa linda é esse homem de Deus aqui. Que honestidade! Vemos no v.27, que ele, como homem de Deus, ele tem a percepção que ela está com um problema, mas como ele é humano e não sabe-tudo, ele diz pra Geazi: "olha, a alma dela está amargurada, mas eu não sei o que é, porque o senhor não me revelou". Que honestidade! Aí, aquela pessoa que é conhecida como Josevaldo das Quantas, que faz revelamento disso e daquilo em nome de Deus, pra não perder a pose, diz: "É, eu tenho que inventar aqui alguma coisa, porque se não, vão dizer que perdi o poder de Deus, que estou por baixo e coisa e tal".
Conclusão: Aquela mulher foi agraciada pelo milagre de da à luz porque soube receber o homem de Deus (transmissor de benções), teve sua benção restituída porque soube buscar no lugar certo.