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Síndrome do irmão mais velho

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Festa do Anv. da Igreja de C. em Boa Esperança

A festa dos 53 anos de Organização da Igreja de Cristo em Boa Esperança - Parnamirim - RN, foi um sucesso tendo como pregador o Pr. Maildson Fernandes Presidente da ICB e Pastor em Filipe Guerra RN no Sábado e no Domingo o Pb. Enéas Neto Pastor da Igreja de Cristo em J. Câmara RN.

Na ocasião houve a ordenação de quatro Diáconos,  quatro diaconisas e dois presbíteros.

No domingo dia 14 de Abril de 2013 foi realizado um batismo nas águas onde 15 pessoas professaram sua fé nas águas do Batismo.


Uma multidão se reuniu para celebrar, na ocasião participaram com louvores a cantora Lení Barros e o Cantor Marcos Câmara.










Muita alegria nas Águas do Batismo, é a igreja avançando contar as portas do Inferno que certamente não prevalecerão.

A CONQUISTA E O FRACASSO


 Josué 6.20, 27; 7.4-5  

Introdução: A linha divisória entre uma grande vitória e um grande fracasso é muito fina... essa linha é tecida através de pequenos detalhes. Vemos isto muito claramente nesse livro de Josué, quando o povo de Israel estava sendo conduzido por ele até à terra prometida, Canaã.
- Um mesmo povo, sob a liderança de um mesmo homem e servindo ao mesmo Deus, passou, num curto espaço de tempo, por duas experiências absolutamente opostas: a vitória de Jericó e o vexame de Ai.
- O que lemos no (Js 6.1), mostra que Jericó era uma das cidades mais protegidas da época. A cidade de Jericó possuía uma muralha à sua volta, uma muralha tão alta e larga, que dava para as pessoas morarem em cima dessa muralha... como era o caso de Raabe, que morava numa casa construída na muralha da cidade (Js 2.15).
- Pois bem, os muros desta grande cidade, tombaram ao som do shofar e do grito, à uma voz, dos israelitas. Foi uma conquista espetacular, algo sobrenatural, fazendo com que os povos da região, tremessem pelo poder de Deus.

Lemos isto no v.20: "Quando soaram as trombetas o povo gritou. Ao som das trombetas e do forte grito, o muro caiu. Cada um atacou do lugar onde estava, e tomaram a cidade" ...conquistaram a cidade, ou como mostra o v.21, "consagraram a cidade ao Senhor". Que vitória!
- Agora, havia um próximo desafio à frente, lemos em Js 7.2: o próximo desafio seria a conquista de Ai. Então, Josué enviou homens para espionar essa cidade.
- O v.3 mostra que os homens voltaram e apresentaram o relatório para Josué. Eles disseram: "Não é preciso que todos avancem contra Ai. Envie uns dois ou três mil homens para ataca-la. Não canse todo o exército, pois eles são poucos".

Josué ouviu o conselho dos seus espiões, que não se cansasse todo o povo na batalha, porque uns dois ou três mil homens seria mais que suficiente...
- O v.4 registra que foram enviados cerca de três mil homens, mas também registra que esses três mil foram postos em fuga pelo povo de Ai... no v.5, lemos que dos três mil, 36 não voltaram, porque foram mortos... e os que não foram, foram todos perseguidos e feridos durante a fuga.  Que vexame!

Mas o que impressiona é que este vexame ocorre logo depois de uma grande vitória, logo depois da conquista de Jericó: logo após a grande conquista, um terrível fracasso... logo depois da vitória, o vexame! Por que o quadro mudou tão radicalmente? Que fatores determinaram a vitória do povo de Deus, num momento, e a derrota no outro?

Quando olhamos para os movimentos que envolveram esses dois episódios, notamos que houve pequenos detalhes que produziram resultados diferentes... E esses pequenos detalhes podem nos ensinar muito sobre como permanecer em conquista naquilo que estamos investindo hoje. - Houve fatores que nortearam o povo de Deus diante do desafio de Jericó, mas que faltaram diante do desafio de Ai.

SEJA DEPENDENTE DE DEUS E EXPRESSE ISTO PELA BUSCA EM ORAÇÃO -  Veja Js 5.14: Antes de Jericó, encontramos Josué orando... Josué está tendo experiências com Deus... Josué está recebendo estratégias sobrenaturais... no v.15, vemos Josué tirando as sandálias dos pés pela santidade de seus momentos devocionais.
- Agora, diante da cidade de Ai (no cap 7), não há oração, apenas ação... Não encontramos, nem Josué nem sua equipe, buscando ao Senhor.
- Nos v.2 e 3, apenas os encontramos fazendo contas, analisando a situação numa perspectiva absolutamente natural, absolutamente humana, e assim agem.
- Então, podemos constatar que lá em Jericó, o resultado foi tremendo, um milagre de Deus, algo sobrenatural aconteceu... mas, agora em Ai, o que aconteceu foi um tremendo vexame... Boris Casoy diria "foi uma vergonha!"
- Fica para nós a primeira lição: se queremos grandes conquistas em Deus, precisamos depender de Deus e manifestar essa dependência através da busca em oração, caso contrário, até os desafios mais fáceis de se vencer (naturalmente falando) poderão se transformar num vexame.

RECEBA UMA ESTRATÉGIA DE DEUS - Diante do desafio de conquistar Jericó, Josué contava com uma estratégia, mas diante do desafio para tomar a cidade de Ai, não havia estratégia. No cap 6, do v.2 ao 5, Deus entrega para Josué uma estratégia na mão, um plano de ação... é uma estratégia louca aos olhos humanos, é verdade - porque Deus mandou rodear a cidade por sete dias, em silêncio, e no sétimo dia, rodeá-la sete vezes. Então os sacerdotes tocariam as trombetas e todo o povo gritaria - mas essa era a estratégia de Deus! ...e se é de Deus, irmão, por mais esquisito e estranho que seja, é abençoado!
- Portanto, Josué contava com um processo pré-determinado de ação... era seguir a estratégia de Deus e comemorar a vitória... partir para o abraço!
- Agora, no cap 7, já para tomar a cidade de Ai, Josué não teve estratégia alguma. No v.2, Josué simplesmente chamou três mil homens e lhes disse: "Tomem a cidade!" Josué só esqueceu de dizer pra eles "como"... Então o resultado foi catastrófico.
- Isso deve nos levar a entender que, sempre que quisermos obter grandes resultados, primeiro devemos ter um planejamento de como chegar lá (e de preferência, um planejamento nascido no coração de Deus, por mais estranho que seja).

MANTENHA UM PADRÃO DE FIDELIDADE - Para um povo conquistador em nome de Deus, santidade não pode ser uma opção, não pode ser um aparato ocasional, mas uma condição. Lemos aqui em Js 7.20, que foi por causa do pecado de um homem chamado Acã, que escondeu coisas condenadas em sua tenda, que toda a nação de Israel amargou uma grande derrota.
- Isso deve nos levar a uma profunda reflexão sobre nossa disposição de viver uma vida santa diante do Senhor e de sermos vigia por nós mesmos e, pelo nosso irmão, já que o pecado dele pode trazer prejuízo para nós também.

Então, nestes dias, quando buscamos avançar para novos níveis de conquista, é absolutamente necessário que cuidemos do padrão de fidelidade e que, inclusive, alcancemos novos patamares, para que o respaldo de Deus esteja conosco.

- 4º PRESERVAÇÃO DA UNIDADE DO POVO - O último fator determinante entre o fracasso e o sucesso, entre o vexame e a vitória, foi a unidade do povo de Deus. Em Jericó, todo o povo obedeceu e participou do desafio de conquistar aquela cidade. Mas em Ai (Js 7.2), "apenas três mil" tentaram fazer o que deveria ser responsabilidade de todos. Irmãos, assim é no crescimento da igreja também.
Quando queremos o crescimento da igreja, precisamos do envolvimento total de cada um em cada batalha.
Ou nos movemos nesse desafio como um só homem, ou vamos enfrentar baixas inesperadas. Ninguém se der por dispensado dos projetos da igreja.

Conclusão: Dizem que o inteligente aprende com os seus próprios erros e o sábio aprende com os erros dos outros.
Eis aqui, diante de nós, a maravilhosa oportunidade de aprender e avançar, numa marcha de conquista, até vermos todos os nossos projetos realizados e o nome do Senhor glorificado.

Mas não se esqueça: os detalhes definem o resultado!
Precisamos que você dependa de Deus e expresse isto pela busca em oração;
Precisamos que você caminhe na estratégia de Deus;
Precisamos que você mantenha um padrão de fidelidade;
Precisamos que você preserve a unidade da igreja.

Cristo em Vós Esperança da Glória


Reflexão para o aniversário de 53 anos da Igreja de Cristo em Parnamirim - Boa Esperança

- "A quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória." - Colossenses 1:27.
Profissionais de recursos humanos fizeram um estudo e descobriram que o aumento de salário não aumenta a motivação do funcionário. Um aumento pode reduzir a insatisfação, mas só a expectativa de bons resultados, de novos desafios, de um futuro promissor é que motiva um profissional.
A palavra chave por trás do resultado deste estudo é a esperança. Trabalhamos e lutamos para no futuro estarmos numa melhor situação. Se não houvesse esta possibilidade certamente cairíamos totalmente desmotivados.
O cristão motivado para uma vida espiritual ativa é aquele que tem esperança. Um cristão sem esperança é morto espiritualmente e só mantém uma religião formal, oficial, nominal, morta. Como ser um cristão com esperança? Como tornar-se um cristão que tem a real expectativa de um futuro de glória? Este é um mistério que foi revelado aos cristãos.
A resposta deste mistério está no verso de hoje. "Cristo em vós" ai está a esperança da glória. Quando Jesus Cristo, através do seu espírito santo habitar dentro do nosso coração, seremos cristãos esperançosos, pessoas com plena convicção de um futuro glorioso com o Pai e com Cristo. Podemos ter esperança. Basta convidarmos Cristo para fazer a trajetória junto com nosco. Ele em nós significa esperança de um futuro glorioso. Creio que os organizadores de nossa igreja, Pr. João Gomes e os poucos irmão que o ajudavam, não poderiam imaginar como seria exatamente essa igreja no futuro, porém tinham esperança de no futuro um trabalho melhor e maior. O fato preponderante é que quão grande obra foi realizada ao longo destes 53 anos, milhares de vidas foram alcançadas, em lugares que nem imaginamos existem pessoas alcançadas e influenciadas pelo trabalho iniciado por nossos antecessores.
É indispensável afirmar que eles tinham esperança, nós temos esperança de irmos mais longe e nos esforçaremos pra isso, porém a razão de nossa esperança é a certeza da presença de Jesus em nossa história, guiando os nossos passos, orientando nossas decisões. É também fundamental afirmar que nossa maior esperança não estar no sucesso das realizações mais na expectativa da chegada ao nosso alvo principal à glória dos céus, a presença do Pai. “Senhor a esperança em ti nos fez atravessar 53 anos; em dados momentos; júbilos e alegrias, em outros crises, perdas e choros, tempos difíceis e tempos bons mais em todo tempo estivesse em nosso barco mesmo quando os nossos olhos não te alcançavam. Dai-nos fé para não perdermos a motivação e a perspectiva de um futuro glorioso”. Essa é a oração que faço para iniciar mais uma carreira rumo aos desafios que temos pela frente, desafios esses que são próprios de uma Igreja com de 53 anos de história e muitas experiência vividas.
Deus Abençoei: Pr. Joel Medeiros

O processo de moenda da Azeitona fruto da oliveira



 - "Mas eu sou como a oliveira verde na casa de Deus; Confio na misericórdia de Deus para sempre, eternamente" Sl 52:8.
Por que Davi desejou ser como oliveira verde na casa de Deus? Não poderia ele ter escolhido outra planta para representar sua presença no templo?

Nos tempos de Davi existia em Israel um local conhecido como Moenda, onde as azeitonas eram levadas para extração de azeite. Este local continha quatro grandes pedras que giravam esmagando as azeitonas da seguinte maneira:

Primeira Pedra- Extraía o Primeiro Azeite da Unção – derramado sobre a cabeça dos reis e sacerdotes.
A primeira pedra da moenda esmagava as azeitonas e davam origem ao primeiro azeite. Este azeite era usado no templo como azeite da unção e da adoração. Davi desejou ser um adorador de Deus, mesmo que tivesse que passar pelas pedras.
-  "Também ungirás a Arão e a seus filhos e os santificarás para me administrarem o sacerdócio. E falarás aos filhos de Israel dizendo: Este me será o azeite da santa unção nas vossas gerações" (Ex 30:29,30).

Segunda Pedra- Extraía o Azeite da Alimentação – da viúva de Sarépta.
Esmagadas pela segunda vez, das azeitonas se extrai o azeite para alimentação. Davi desejou está na casa de Deus servindo de alimento aos necessitados. Alimento espiritual, só tem palavra para alimentar alguém na igreja que passou pela segunda pedra. (Lc. 22:31-32) Pedro peneirado. Pedro apascenta as minhas ovelhas. (João 21:15)

Terceira Pedra- Azeite da Lâmpada - (testemunho) mais que pregação é vigência.  Das 10 virgens.
A terceira prensa das azeitonas davam origem ao Azeite da Luz, usado nas lâmpadas do templo.
Davi desejou ser luz para sua geração, referência, bênção, oposição às trevas.

"Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte" (Mt. 5;14)
Também em Mateus (25:1a13), na parábola das dez virgens, Jesus fala da necessidade de manter azeite nas lâmpadas para aguardar a chegada do Noivo.

O azeite da Luz representa ainda a chama do Espírito Santo que Davi desejou manter sempre acesa. Alguém sempre cheio do Espírito discerne bem todas as coisas e mantêm a comunhão com Deus. Mas o que é espiritual discerne todas as coisas, e por ninguém é discernido. (1 Coríntios 2:15)

Quarta Pedra- As borras de azeitona – tua história seu legado
Ao chegar na quarta pedra, só existiam borras de azeitonas. Essas borras seriam aproveitadas para fazer sabão, utilizado na lavagem de roupas e outras limpezas.

Esse sabão: Que purifica limpa. Servir de inspiração na casa de Deus para coisas puras.
"Quem subirá ao Monte do senhor ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega sua alma a vaidade nem jura enganosamente"Sl24:3,4.

Davi desejou ser "oliveira verde na casa de Deus" porque conhecia todas as funções que a pequena azeitona teria na Casa de Deus, ele também sabia isso lhe custaria sacrifício, renúncia, mas, que compensaria.