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Síndrome do irmão mais velho

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ANDADANDO ENTRE OS ESPINHOS

Cântico dos Cânticos 2.1-2

Desde os primeiros séculos da era cristã, a história de Salomão e sua amada é interpretada como uma alegoria sobre Jesus e a igreja. Ele é o Lírio dos Vales e ela também é comparada a um lírio.

1 – O lugar onde a igreja está plantada... O lugar onde você está plantado

“Como um lírio entre os espinhos”. - O lírio entre os espinhos nos dá a idéia de uma situação incômoda e de sofrimento.

Talvez você esteja em angústias, sendo confrontado com os seus valores antigos do velho homem, ou sendo levado a renunciar os deleites da alma, a crucificar a carne... você é como lírio entre os espinhos.

2 – Reações ao sofrimento

Algumas reações comuns são: fugir, abandonar o caminho, livrar-se do incômodo. Porém, um lírio não foge. Planta não foge. Se for retirada do próprio lugar de forma indevida, poderá murchar e morrer.

Muitas pessoas abandonam o lar, o emprego, a escola, a igreja, fugindo dos incômodos, dos espinhos... mas isso não é bom.

3 – Em tudo há um propósito

O nosso Pai tem controle sobre todas as coisas e você está colocado entre espinhos por um propósito e por uma direção de Deus. Crente não sofre a toa, se ele tiver que ler uma crus é porque a glória lhe espera no fim do caminho. Cumpra a sua missão, persevere. Veja o que Deus disse a Daniel: “mas o povo que conhece ao seu Deus se esforçará e fará proezas” (Daniel 11.32b). Diz o salmo 92.13,14 – “Os que estão plantados na Casa do SENHOR florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes”.

4 – O lírio é muito diferente dos espinhos - Mostre a diferença onde você estiver.

Mostre a beleza cristã, o contraste em relação à vida do ímpio – “...vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve” (Malaquias 3.17,18).

5 – O lírio tem perfume - Lírio tem perfume, espinho não tem.

“Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem” 2 Coríntios 2.15.

Exale o bom perfume de Cristo em seu modo de viver, modo de falar, de relacionar com os outros mesmo que eles sejam parte dos espinhos.

Conclusão: Tiago nos instrui que as tentações, desafios, dificuldades vem para o nosso crescimento e fortalecimento. 2 - Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações, 3 -sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. 4 -Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. (Tiago 1.2-4).

Veja o que diz: Eclesiastes 7.8: “Melhor é o fim das coisa do que o seu começo.”

O que é o Jubileu? Lv. 25:8-34

A Chegada do Jubileu do ano em que nossa Igreja completa 50 anos de história coloca em evidência a importância teológica e devocional do tema das Dívidas. Muito mais do que uma questão periférica e ocasional, a questão das Dívidas está no cerne da proposta do Jubileu, mas está também no cerne do novo relacionamento que Cristo veio estabelecer e propor, tanto assim que ele colocou esta questão na "Oração dominical" que ensinou aos discípulos, síntese prática de todo o seu Evangelho. Por isto, o Jubileu pode, sim, se tornar um precioso momento de "Nova Evangelização", na medida em que for assumida, de maneira adequada, a questão das Dívidas na sua celebração. 1- Se olhamos em que consiste a proposta bíblica do Jubileu, percebemos que ela se volta, por inteiro, para a situação real vivida pelo povo de Deus, propondo a libertação dos jugos acumulados sobre ele. As propostas concretas do Jubileu, pelas quais ele acontece, são: o perdão das dívidas (Dt.15,1-10), a libertação dos escravos (Dt.15,12-14), o repouso das terras aráveis e recuperação das propriedades (Lv.25,1-12). São distorções que vão se acumulando ao longo dos anos, e que necessitam, periodicamente, de uma retificação radical. É isto que o Jubileu propõe. Para efetivar a retificação de distorções acumuladas, encontra-se a inspiração e a motivação também num acúmulo de significado religioso, contido no sentido bíblico do "sétimo dia" dedicado ao Senhor, e que resultava no descanso para o homem. O Jubileu, afinal, resulta da multiplicação, por sete, de sete anos, que se inspira no sétimo dia, que é o Dia do Senhor. Vale a pena perguntar-nos sobre a direção que está tomando a celebração do Jubileu, Deus nos chama para dedicarmos a Ele os dias desse tempo. 2- Na proposta bíblica do Jubileu, o "perdão das dívidas" constitui o seu núcleo central. Pois na verdade, as diversas opressões acumuladas são expressões de dívidas, que tomam formas de escravidão, de expropriação das propriedades, de exploração da natureza. É o sistema produtor de dívidas que deve ser desmontado e neutralizado. Desta maneira se realiza, eficazmente, o "perdão" das dívidas “pecados”. Deus nos chama para perdoar e sermos perdoados. 3- A dimensão evangelizadora do "perdão". O sentido amplo e atualizado do "perdão das dívidas", visando recriar as condições de vida aliviada para todos, se constitui numa "boa notícia", que vem ao encontro das expectativas de todas as pessoas. Daí o potencial evangelizador. Deus nos chama para darmos as boas novas. Conclusão: "Pois, se perdoardes... o Pai vos perdoará... mas se não perdoardes... o vosso Pai também não vos perdoará" (Mt 6,14-15). Quem sabe, para o ano 2010, com a reflexão de nosso Jubileu, possamos resgatar também a própria palavra "dívidas" no Pai-nosso, e assim podermos orar juntos a oração que o Senhor nos ensinou não só com as mesmas palavras, mas com os mesmos sentimentos de perdão mútuo e de unidade refeita.
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros

Lições de Uma Parábola (doutrina, perdão)

Mateus 18.23-24
INTRODUÇÃO Quem pergunta quantas vezes deve perdoar, já está com a intenção de se vingar. Hoje a grande maioria dos filmes, novelas, seriados e até mesmo desenhos animados direcionados a crianças, têem como tema central a vingança, na maioria de um mal ou de alguma ofensa a algum parente próximo; é a mensagem satânica que despercebidamente é infiltrada na mente dos telespectadores desavisados. Nesta parábola que, na maioria das vezes denominamos "Parábola do credor incompassivo", nada mais quer nos dizer senão que devemos perdoar para sermos perdoados, é plantando que se colhe e colhe-se de acordo com o plantado, esta é a lei espiritual. O rei perdôo a dívida, porém não perdôo a injustiça e a falta de misericórdia.
Pedro que na maioria das vezes é mais curioso do que os outros, pois sabia de sua posição de liderança entre os demais e de sua proximidade com seu mestre, querendo confirmar talvez os ensinos rabínicos (Am 1.11,13; 2:1,6; Pv 24.16) a respeito do perdão (3 vezes e no máximo e excepcionalmente 7), pergunta a JESUS sobre quantas vezes deve perdoar a seu irmão que o ofendeu, note que já dá a resposta esperando ter apenas uma confirmação de JESUS, que ao contrário do que pensava Pedro, lhe responde exatamente ao contrário do que ensinavam os religiosos de sua época.
Entraremos agora no estudo de nossa Parábola do Credor Incompassivo que JESUS usou para explicar melhor a Pedro e demais discípulos o significado do Perdão.
I. O PONTO DE PARTIDA PARA O PERDÃO (MT 18.1-20)
1. O contexto da parábola (Mt 18.1-6). Credor incompassivo - (Mat; 18:23-35) Esta parábola é uma ilustração admirável daquela frase contida na oração dominical, em que Ele nos ensina a rogar ao Pai celestial: "...perdoa as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores..."
2. A iniciativa para o perdão (Mt 18.15-17). Em Mt 5.23,24 JESUS já havia dado uma idéia sobre a condição para o perdão, sendo o ofensor o mais indicado para fazer a reconciliação entre ele e seu ofensor devido à sua capacidade de enxergar melhor a situação com olhos espirituais e de misericórdia. Esta é a primeira iniciativa para reconciliação, caso não seja bem interpretada então haverá outras tentativas, com testemunhas e depois, se for o caso, com a Igreja. 2Co 2.10 E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás;
II. O PERDÃO PROCEDE DA COMPAIXÃO (MT 18.23-35) 2Co 5. 14 Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. O amor de DEUS derramado em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO, nos impulsiona ao perdão pela misericórdia de DEUS em nós instalada pela presença amorosa do ESPÍRITO.
1. Um ajuste de contas (Mt 18.23). DEUS tem o direito de chamar a qualquer um, a qualquer momento para um ajuste de contas. 1 Pe 4.5 Os quais hão de dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos.
O rei é DEUS PAI pois JESUS mesmo disse. (Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes), não há no mundo alguém maior do que este rei, Ele governa sobre tudo sobre todos. O servo aqui deve ser interpretado como sendo eu (no caso de quem lê - você) - Pelo que se entende este servo era alguém próximo do rei, pois tinha poder para prender e era muito conhecido dos outros servos próximos do rei que logo foram contar para ele (o rei) o tratamento deste servo contra o seu conservo. O conservo aqui deve ser interpretado como sendo aquele que ofende ao irmão. Observe os valores que aparecem. Um "denário" era o salário de um trabalhador por um dia de trabalho (quanto seria hoje, em sua região?). Um "talento" correspondia a 6.000 denários. Agora, procure transformar em valores de hoje as duas dívidas: Considerando 1 talento igual a 60.000 dólares, vejamos as dívidas comparadas entre si: - 10.000 talentos = R$ 16.500.000,00 (Dívida do servo com o rei) - 100 denários = R$ 2.750,00 (Dívida do conservo com o servo que foi perdoado)
O que Jesus quer nos transmitir, no que se refere à nossa dívida com Deus e a partir de valores tão diferentes? confira: Mq 7.18,19; Rm 5.20b; Mt 6.12).
- DEUS nos convida a perdoar aqueles que nos ofendem da mesma maneira que Ele nos demonstrou seu amor. Mt 22. 39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 2. A imensa dívida contraída (vv.23,24).
Sabemos que está próximo o primeiro acerto de contas, quando acontecer o Arrebatamento, porém aqueles que não forem encontrados fiéis ainda terão chances como durante a grande tribulação e no final da mesma e no milênio.
2. Qual o valor real de nossa dívida com DEUS? Para custar o sangue de DEUS (em CRISTO) a dívida com certeza era a maior dívida já contraída. 1 Tm 1. 15 Quando olhamos para este versículo devemos reconhecer que não há maior dívida do que a minha (individualmente)
3. A dívida é impagável (Mt 18.25). Diante de uma dívida impagável não há como escapar do carrasco, a não ser apelando para a misericórdia, ou seja, apelar para a bondade e o amor escondidos no coração do rei, mas que nesta hora puxamos ou arrancamos lá de dentro pela necessidade e pelo desespero da morte que se aproxima.
Rm 6.23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.
A aplicação da lei determinava uma só coisa: a execução da dívida. Naquela época, a execução da dívida se dava, primeiramente, sobre o patrimônio do devedor. Caso o devedor não tivesse com que pagar, a dívida era executada sobre as pessoas, ou seja, as pessoas eram vendidas como escravas a fim de saldar a dívida. Em se tratando do pai de família, todos os seus filhos e sua mulher também eram vendidos (Ex.22:3; II Rs.4:1). A lei de então ainda colocava na escravidão a família do devedor, porém vemos que não era desejo do rei escravisar a família de seu servo. DEUS não quer ver nossa família sofrendo por causa de nossos erros, portanto devemos clamar sempre pela misericórdia de DEUS e sermos também misericordiosos com os que nos ofendem. O ano do jubileu é uma boa alegoria disto, pois neste ano todos os escravos ficavam livres e suas terras passavam a lhes pertencerem novamente. (Lv 25)
4. A compaixão graciosa perdoa toda a dívida (Mt 18.26,27). O servo, diz o texto sagrado, "reverenciava" o rei, ou seja, caiu aos seus pés, prostrou-se, adorou-o, suplicando pela sua misericórdia. Não há outro lugar em que possamos obter a bênção de Deus, a misericórdia de Deus senão a Seus pés. Como servos do rei, temos livre acesso a Ele. É nesta hora que lembramos da Palavra de DEUS em: 1Co 13.4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. 5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Jo 1.7-9 7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 8 Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. 9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
É através do sacrifício de CRISTO em nosso lugar que somos reconciliados com DEUS pelo infinito amor com que ELE nos amou, provendo ELE próprio a nossa salvação.
DEUS sentiu a nossa miséria e a nossa incapacidade ao se tornar em tudo semelhante a nós atravéz de CRISTO.
III. A INCLEMÊNCIA DO SERVO PERDOADO (MT 18.28-35)
1. A crueldade do servo do rei (vv.28-30). 0 que faltou ao servo perdoado, que o levou a não perdoar? Alguma falha no rei? Ou nele próprio? O que falta a alguém que não quer perdoar o próximo? Será correto então, uma pessoa dizer: "Isso eu não posso perdoar em você, é demais!"?
Este servo em nada se parecia com seu rei, embora o esperado fosse ao contrário. Parece que não passou nem um dia para que este servo incompassivo e cruel tratasse seu conservo (ou seu companheiro de reino) com dureza e falta de misericórdia (Compaixão pela miséria alheia. indulgência, graça, perdão, piedade.). Este servo colheu uma colheita de amor, porém plantou uma de ódio e rancor. Desejava o bem para si e o mal para os outros. Quando o rei soube o que havia acontecido ficou irado com este servo desumano e cruel; enviou logo soldados para prenderem aquele servo violento e rancoroso para que sua dívida fosse novamente reconhecida, agora acrescida desta arrogância e ofensa a todas a s normas do bem viver e conviver.
2. O perdão revogado (Mt 18.34). O perdão foi revogado devido ao mal procedimento daquele servo. Hb 3.12 Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. 1Co 10.12 Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia. Rm 8.9 Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
O servo não soube conservar a bênção do perdão quando o negou ao seu próximo. Quando um pecador se converte ao Senhor, toda a dívida de seus pecados é perdoada graciosamente por Deus em virtude do sacrifício redentor que Cristo ofereceu ao Pai no Calvário (Hb 10.12-14). A redenção do pecador só Deus pode efetuar, bem como perdoar todos os seus pecados (Sl 49.7,8; Mc 2.10).
3. Aplicação da parábola (Mt 18.35). O texto diz que: "Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas". Ao perdoar alguém, devemos fazê-lo com amor, de coração, pois o perdão nos assemelha ao caráter de Deus (Ef 4.32). Aprendemos nesta parábola que "o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa sobre o juízo" (Tg 2.13).
CONCLUSÃO Não vivemos em um "mar de rosas". A fé cristã não nos garante uma vida sem problemas. Isto inclui mágoas e tristezas que temos quando somos ofendidos ou desprezados por pessoas que estão perto de nós. Mesmo dentro da igreja muitas vezes há problemas deste tipo. O pecado ainda está dentro de cada um de nós e se manifesta de muitas maneiras. Ao sermos ofendidos, nosso velho homem manifesta a tendência de revidar. O Salvador Jesus, porém, nos leva em outra direção. Pelo poder do Espírito Santo, que veio a nós em nosso batismo e vem pela Palavra, somos movidos a viver sob o perdão de Deus e agindo em perdão para com o nosso próximo. No texto de hoje, queremos aprender com o Senhor a importância de exercitar abundantemente o perdão na nossa convivência, muito especialmente entre os irmãos na fé.

4 Lições da vida do profeta Elias!

- Texto: I Reis 19.1-12
1- Do Monte Carmelo para o Vale Berseba (Poço do Juramento)
* Berseba, é lugar de recordação; (recordação das alianças e Juramentos de Abraão Gên. 21: 28-31)
* Berseba, é caminho do deserto;
* Berseba é caminho dos poços entulhados;
* Berseba é o caminho mais facil; (existia poços cavados)
* Berseba é lugar de se esconder e de derrota; (Limite meridional do país, daí as frases: de Dã até Berseba, de Gaba até Berseba)
2- Do Vale Berseba para Zimbro no Deserto
* Berseba não foi suficiente para se esconder;
* Achava que no deserto ninguém o acharia; (I Re. 19:4-5)
* Zimbro tem poucas folhas, é solitário; ( quando você pensa que estar só é ai que o socorro chega)
* Esta foi uma trilha de fracasso, mas se tornou uma trilha de revelações. Reviveu, refletiu e reorganizou.
3- Do zimbro para Caverna
* Lugar escuro, frio;
* Representa os nossos medos, inseguranças;
* Simboliza que fomos vencidos por nossas fragilidades internas;
* Porém, mesmo no fundo da caverna, podemos ouvir a voz de Deus;
4- Da Caverna para o caminho da vontade de Deus
* É preciso sair da caverna; (é o 1° passo)
* Viver e deixar as velhas emoções; (medos, sensação de derrotas, inseguranças)
* Voltar a crer nas promessas de Deus;
* Buscar ouvir a voz de Deus;
Conclusão: Precisamos ter a coragem de retornar ao caminho proposto pelo Senhor, por mais difícil que seja. Mesmo que você esteja vivendo algum destes estágio, saiba que assim como Deus foi com Elias, também quer ser com você. Clame a Deus neste dia, e Deus lhe fará retornar ao caminho certo, e obterá bons resultados.

ESCATOLOGIA BÍBLICA

  • A palavra escatologia é formada de duas palavras gregas (eschatos = último, fim) e ( (lógos = palavra, discussão, instrução, ensino, assunto, tema). Portanto escatologia é o estudo do fim ou o estudo das últimas coisas, ou ainda o estudo dos últimos dias.
  • Várias passagens das Escrituras empregam a palavra eschatos juntamente com (heméra = dia). Assim temos ( (eschatê heméra = último dia), usado em Jo. 6:39 e 7:37.
  • A primeira ocorrência se refere ao último dia da ressurreição, um dia escatológico, enquanto que a segunda apenas faz alusão ao último dia da festa de casamento. Temos (eschatais hemerais = últimos dias) em At.2:17; II Tm.3:1; Tg.5:3; e eschatou tôn hemerôn = últimos dias) em Hb.1:2. Todas estas passagens aludem ao período de tempo entre a 1ª e a 2ª vindas de Jesus. Os últimos dias iniciaram-se com a 1ª vinda de Jesus que veio na "plenitude do tempo"(Gl.4:4), pois o tempo anterior da dispensação da lei já estava cumprido (Mc.1:15; Lc.16:16). Estamos vivendo os últimos dias. Esse período de tempo que a Bíblia chama de últimos dias, recebe ainda outras designações, tais como: "tempo aceitável... dia da salvação"(Is.49:8) ou "ano aceitável do Senhor"(Is.61:2a); "dispensação da plenitude dos tempos"(Ef.1:10) ou "dispensação da graça"(Ef.3:2)(1) ou "dispensação do mistério"(Ef.3:9); "tempo da oportunidade", "tempo sobremodo oportuno", "dia da salvação"(IICo.6:2), "tempos oportunos" (IITm.2:6), "tempos devidos" (Tt.1:3); "hoje" (Hb.3:7,15;4:7,8); "fins dos séculos" (ICo.10:11); "última hora"(IJo.2:18).
  • Durante este período a Igreja tem a incumbência de proclamar o evangelho antes que venha o "grande e terrível dia do Senhor"(Ml.4:5), que porá fim aos últimos dias, para inaugurar o "dia da vingança do nosso Deus"(Is.61:2b).
  • A Bíblia é categórica em afirmar a existência de três dias (considerados como períodos) nos quais se deve fazer distinção quanto ao programa de Deus para cada um deles. O dia do homem (1) é o dia da salvação, dia de oportunidade. O dia do Senhor e o dia de Cristo (2) é dia do arrebatamento da Igreja e de tribulação para Israel, e de castigo para os gentios (conforme o pré-milenismo). O dia de Deus (3) é o dia quando "os céus incendiados serão desfeitos e os elementos abrasados se derreterão" (IIPe.3:12). Inicia-se no dia do juízo final, o dia do fim (ICo.15:24), quando "Deus será tudo em todos" (ICo.15:28).
  • O estudo da escatologia deve levar o crente a proclamar o dia do homem (a salvação), o dia do Senhor (a volta de Cristo) e o dia de Deus (Juízo e após o juízo). Veja Jo. 16:8; Hb. 6:2. Se queremos conhecer as profecias apenas para satisfazer nossa curiosidade, então estaremos nos aplicando aos estudo das Escrituras de uma forma que não agrada a Deus. Deve ser nosso objetivo discernir os tempos para que nossos espíritos se entreguem à mais nobre tarefa da qual fomos incumbidos: o anúncio da morte do Senhor, sua ressurreição e seu retorno à esta terra: "anunciais a morte do Senhor até que Ele venha"(ICo.11;26).
  • Vale lembrar que o estudo da escatologia não nos levará a desvendar todos os mistérios, épocas e tempos estabelecidos por Deus. Deus nos dará compreensão apenas às coisas que nos foram reveladas (Dt.29:29), mas as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, e não nos "compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para sua exclusiva autoridade"(At.1:7).
  1. 1 Dispensação da graça: alguns dispensacionalistas preferem usar o termo "dispensação da igreja", para evitar a errada compreensão de que no período da lei a salvação não era obtida pela graça, e sim através da fé na pregação do evangelho, conforme o claro ensino das Escrituras (At.13:32; Rm.1:1,2; Hb.4:2)..
  2. 2 Identificamos o dia do Senhor com o dia de Cristo em seu aspecto cronológico, pois os dois iniciam-se no mesmo instante. O dia de Cristo se refere ao tempo quando os crentes se apresentarão perante o tribunal de Cristo, em seus corpos glorificados; o dia do Senhor se refere ao tempo em que Ele estiver derramando seus juízos sobre a terra e descer para tomar a direção do seu reino.
  3. A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
A segunda vinda de Cristo tem sido a expectação coroante, a estrela dalva, do povo de Deus desde que a promessa de Sua vinda lhes foi comunicada. Ela os tem animado, fortalecido e encorajado nas horas mais escuras. Cristo e os apóstolos implantaram nos corações dos primeiros crentes o fato da vinda de Cristo e sua iminência como um motivo de vida piedosa e serviço fiel. I
  • A segunda vinda de Cristo está:
  1. PREDITA PELOS PROFETAS: Isa. 11:1-11; Zac. 14:3-5; Judas 14. Muitas profecias do Velho Testamento, como a primeira aqui citada, referem-se tanto a primeira como à segunda vinda a terra.
  2. ALUDIDA POR JOÃO BATISTA -Lucas 3:3-6. A linguagem desta passagem não é inteiramente aplicável ao primeiro advento de Cristo. Como muita profecia, tem uma dupla aplicação. Vide Mal. 3:1 para uma profecia igual.
  3. PROMETIDA POR CRISTO MESMO -João 14:2,3.
  4. DECLARADA PELOS ANJOS -Atos 1:11.
  5. ENSINADA PELOS APÓSTOLOS
(1). Mateus 24:37, 42, 44. (2). Marcos 13:26. (3). Lucas 21:27. (4). João. I João 3:1-3. (5). Tiago 5:7. (6). Pedro. I Pedro 1:7, 13. (7). Paulo. 1 Tess. 4:15-17. (8). O Escritor aos Hebreus 9:28. (9). Judas 14.
  • II. A NATUREZA DA VINDA DE CRISTO
A teologia moderna defende que Cristo jamais voltará corporalmente a terra, mas, que Ele está "vindo tão depressa quanto Ele pode a este mundo" na disseminação do cristianismo. Os modernistas sustentam que Jesus pintou Sua volta em termos das concepções do povo, mas Ele não intencionou que Suas palavras fossem entendidas literalmente. Sem dúvida, uma heresia igual a esta só pode ser sustentada somente por aqueles que negam a inspiração da Bíblia. Por essa razão, nós, que cremos na inspiração da Bíblia, não aceitamos essa versão.
  • (3). Espiritual:
A. Como na vinda do Espírito Santo no Pentecostes. A vinda do Espírito Santo no Pentecostes não foi em sentido algum à vinda de Cristo. Cristo disse que Ele mandaria o Espírito consolador. B. A destruição de Jerusalém. Na destruição de Jerusalém, A. D. 70, tivemos um cumprimento típico do que está dito na Bíblia sobre a segunda vinda de Cristo, mormente que Sua vinda acompanhar-se-á por um outro cerco de Jerusalém. Vide Apoc. 16:12-21; 19:17-21; Zac. 13:8 a 14:3. A destruição de Jerusalém foi um tipo deste último cerco. Então, na destruição de Jerusalém, tivemos um cumprimento espiritual da promessa da vinda de Cristo, em que esta destruição deferiu o golpe mortal no judaísmo e marcou a vinda do reino de Deus com poder. Cremos que à luz destes fatos é que devemos entender Jesus quando Ele disse: "Alguns há, dos que aqui estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no Seu reino." (Mat. 16:28 Cp. 17). Vide também Marcos 9:1 e Lucas 9:27. O mesmo é verdade, cremos das seguintes palavras também: "Não passará esta geração até que todas estas coisas sejam cumpridas." (Mat. 24:2 e 34). Vide também Marcos 13:2 e 30 e Lucas 21:32. Mas, na destruição de Jerusalém, não houve uma vinda atual de Cristo. E o fato que, após a destruição de Jerusalém, temos referências adicionais à Sua vinda como no futuro, faz isto indisputável.
  • 2.A vinda de Cristo é para ser:
  1. (1). Corporal - Atos 1:11. Sua ascensão foi corporal e o anjo prometeu que Sua volta seria da mesma maneira. Passagens outras que mostram que a vinda de Cristo é para ser corporal: Zac. 14:4,5; Mat. 25:31; João 14:3; Fil. 3:20; 2 Tess. 1:7-10; 2 Tim. 4:1; Tito 2:13; Heb. 9:28; Apoc. 19:11-21.
  2. (2). VisívelMat. 24:27. Todas as passagens supra implicam a visibilidade de Sua vinda; mas a passagem inda agora dada sob esta última epígrafe mostra que Sua vinda (em uma de suas fases) será incisivamente visível ao mundo inteiro.
  3. (3). Como um ladrão -1 Tess. 5:1-4. Esta passagem descreve Sua vinda como ela será para os ímpios, porém especifica que não é para ser assim aos justos.
  4. (4). Em glória e esplendor indescritíveis -Mat. 16:27; 24:29,30; Mar. 8:38; Tito 2:13; Apoc. 19:11-16.
  5. (5). Duplicada -A vinda de Cristo consistirá de duas fases. Notemo-las:
  • A. A primeira fase.Esta fase será:
  • (a). No ar. 1 Tes. 4:15-17. Não há sinal aqui de que Ele venha sobre a terra nesse tempo.
  • (b). Para Seu povo. João 14:3.
  • (c). Como um noivo. Mat. 25:1-10. O casamento e ceia dele (Apoc. 19:9) são típicos das bênçãos consumadas da salvação. Gente salva constitui a noiva (Apoc. 21:2-27).
  • B. A segunda fase. - Esta fase será:
  • (a). Na terra. Zac. 14:4; Mat. 25:31.
  • (b). Com Seu povo. Zac. 14:5; Judas 14; Apoc. 19:14.
  • (c). Como um destruidor. 2 Tess. 1:7-9; 2:8.
  • (d). Como um juiz. Mat. 21:31-46.
  • (e). Como um rei para conquistar e reinar. Zac. 14:9; Apoc. 19:11-16; 20:1-5.
III. O TEMPO DA VINDA DE CRISTO
Não nos referimos aqui à data de Sua vinda. Temos referência somente à relação de Sua vinda com o tempo. O tempo da vinda de Cristo está representada na Escritura como:
1. DESCONHECIDO DE TODOS, EXCETO O PAI Mar. 13:32; Mat. 25:13. Agora o Filho, igual uma vez mais com o Pai, pode saber a hora; mas, na Sua carne, quando Ele considerou a igualdade com Deus, absoluta, não como coisa a ser usurpada (Fil. 2:6 ? V. R.), Ele não soube. Condição (João 14:28) não é natureza (João 10:30).
2. INCERTO AOS HOMENS Mat. 25:31. Sinais alguns foram dados bastante explícitos para que qualquer homem se assegure de que Jesus virá em qualquer tempo particular.
3. IMINENTE Ser iminente a vinda de Cristo queremos dizer que ela está "ameaçando de ocorrer a qualquer momento". O povo salvo deve sempre estar em vigilância e procurando-a. (Mat. 25:13; Tito 2:13). Ela está representada na Escritura como sendo o próximo evento dispensacional.
4. QUANDO NÃO ESPERADO. Mat. 25:44,50; Luc. 12:40,46.
5. UM TEMPO DE FRIEZA ESPIRITUAL, SENSUALIDADE E IMPIEDADE. Luc. 18:8; 17:26-30; Mat. 24:12; 2 Tim. 3:1-5. Quando Cristo vier, Ele não achará um mundo convertido onde a justiça governa. IV. O PROPÓSITO DA VINDA DE CRISTO O propósito da vinda de Cristo será duplo porque terá que fazer com duas classes. Notemos este propósito como ele afeta:
1. OS JUSTOS Como a vinda de Cristo afeta os justos, é para o propósito de:
(1). Levantar os mortos 1 Tess. 4:16. Não há indício que seja esta ressurreição não incluirá todos os mortos em Cristo. Não temos paciência com a noção que somente os mais fiéis aquinhoar-se-ão nesta ressurreição. Toda passagem que fala dela implica uma ressurreição total dos justos falecidos. Vide 1 Cor. 15:23; Apoc. 20:5,6. As palavras de Paulo em Fil. 3:11 são iguais a outros enunciados seus, e expressam sua preocupação em provar que ele estava verdadeiramente em Cristo. Vide 2 Ped. 1:10.
(2). A transladação dos vivos 1 Cor. 15:51,52; 1 Tess. 4:17. Cremos também que isto incluirá todos os crentes na terra ao aparecimento de Cristo no ar. Não temos paciência com a teoria do "rapto parcial". Os que crêem em tal são aptos a responder que quem não crê num rapto parcial e ressurreição parcial dos salvos destroem o fundamento da responsabilidade cristã. Não destruímos o fundamento escriturístico disto; porém, seja como for estaremos mais preocupados em saber o que Deus revelou do que estamos em fazer nossas próprias teorias e explorá-las. E os que ensinam um rapto parcial e uma ressurreição parcial de crentes rebaixam o padrão da vida cristã muito além do nível escriturístico. A Palavra de Deus ensina que todo povo regenerado vence (1 João 4:5) e as bênçãos mais gradas se prometem a todos os vencedores. Cremos que os corpos glorificados dos santos serão como o corpo assunto de nosso Senhor (Fil. 3:21; 1 João 3:2). Evidentemente Jesus ascendeu num corpo visível e os anjos disseram que Ele voltará assim como Ele foi. E, quando Ele voltar, nós vamos ser como Ele é. O corpo glorificado, então, será um corpo visível aos olhos físicos, tanto como Cristo foi visível após Sua ressurreição. Mas esse corpo será sem pecado e corrupção.
(3). O arrebatamento de todos os crentes 1 Tess. 4:17. Os vivos transladados e os mortos ressuscitados serão todos arrebatados a encontrarem o Senhor no ar.
(4). O julgamento das obras dos crentes 1 Cor. 3:12-15; 2 Cor. 5:10; 2 Tim. 4:8. Os pecados dos crentes irão ser julgados, para que haja justiça.
(5). O casamento de Cristo com a Igreja Mat. 25:1-10; Apoc. 19:7-9. No presente a igreja está somente esposada com Cristo como uma virgem casta (2 Cor. 11:2). O esponsal não terá lugar senão quando Cristo voltar.
2. OS ÍMPIOS Como a vinda de Cristo afeta os ímpios é para o propósito de:
(1). Matar os vivos e lançá-los no inferno. Apoc. 19:19-21; Zac. 14:3-12; Jer. 25:15-33; Isa. 24:17-21; 26:20,21; 34:1,2.
(2). Julgando-os por causa da maneira porque trataram Israel Mat. 25:41-46; Joel 3:2. Sua atitude para com Israel manifestará sua atitude para com Cristo por meio da incredulidade. A salvação daqueles vivos na terra à revelação de Cristo para reinar sobre a terra (o segundo período de Sua vinda) terá sido manifestada pelo seu tratamento dos arautos judaicos da cruz durante o período da grande tribulação. Destas coisas veremos mais agora. Estes não serão salvos por tratarem bondosamente a estes irmãos de Cristo, mas prognosticará assim sua atitude para com Cristo e daí sua salvação.
(3). Levantando, finalmente, os mortos e lançando-os no lago de fogo Apoc. 20:12-15. Isto é para ter logar, não imediatamente depois da vinda de Cristo, mas no fim da pequena sasão durante a qual Satanás será solto depois do milênio. Os ímpios terão um corpo de ressurreição (Mat. 10:28), mas de sua natureza temos pouco sobre que basear nossa opinião. Será capaz de sofrer, mas será indestrutível e não será justo como será o corpo dos salvos.