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Síndrome do irmão mais velho

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VENCENDO O VALE DE BACA


- Salmo 84.4-6 

Introdução: "O Vale de Baca". Você sabe o que é um vale. É aquele canal sombrio...
- O Vale de Baca era também conhecido como “vale das lágrimas” – o trecho mais difícil da estrada... o vale de lamentar!
- Tinha o nome de “Baca”, porque essa palavra hebraica significa justamente isto: lágrima, choro.
- Se fisicamente você nunca visitou o Vale de Baca, porém, qual de nós pode dizer que nunca passou, emocionalmente, por esse vale: o vale das lágrimas?
- A Palavra de Deus nos mostra que por vezes no nosso caminhar nem tudo são rosas, nem tudo é planícies.
- João 16.33, há uma declaração famosa de Jesus: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom

Conceito de si mesmo

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- Jeremias 29:11
Todo homem tem um pensamento a respeito de si mesmo, mas que freqüentemente não corresponde à realidade. Há daqueles que se supervalorizam a ponto de se tornarem explicitamente arrogantes, o que é uma forma de camuflar as suas fraquezas. 
E há daqueles – o que acontece com muito mais freqüência – que se auto-depreciam, que se vêem sempre da forma mais negativa possível, desvalorizando-se o tempo inteiro, o que é uma forma de expor as suas fraquezas, um determinado sentimento masoquista, sádico para consigo mesmo, um boicote emocional a si mesmo.

O pior disso tudo não é termos uma impressão deturpada de nós mesmos, mas a forma determinista como vivemos com tais impressões. Não apenas achamos o que achamos ao nosso próprio respeito, mas queremos que o mundo ache o que achamos a nosso próprio respeito. 

É quando eu quero impor que o outro me veja como eu mesmo me vejo: se me acho chato, feio, não merecedor de amor e respeito, não me contento em achar isso de mim mesmo, mas quero obrigar todo mundo a minha volta a pensar e perceber da mesma forma que eu. 

Para esse tipo de pessoa a gente diz: eu amo você! Você é legal e muito importante para mim! E temos como resposta: eu não acredito em você, tudo que você quer é curtir comigo, tirar proveito. 
São pessoas que não conseguem se amar e que também não conseguem se deixar amar.

Claro que eu sei que muitas vezes há fundamentação histórica para que as pessoas se vejam assim; há um chão de relacionamentos familiares e afetivos que gerou esse tipo de sentimento no coração e uma auto-imagem deformada. 

Esse era exatamente o problema do povo de Israel para o qual o profeta Jeremias dirigia a sua mensagem. Eles tinham fatos históricos marcantes que aparentemente justificavam a sua auto-imagem negativa, a sensação de abandono, de que não possuíam valor inerente nenhum, de que não lhes restavam dignidade, esperança ou futuro. 
Isso os levou a tal falta de coragem para realizarem a vida, para deixarem a vida acontecer.

Foi a partir deles que Deus lhes mandou um recado: “Multiplicai-vos e não vos diminuais” (verso 6).

Mas se de um lado temos razões, aparente coerência emocional para construir a imagem que construímos de nós mesmos; se insistimos em nos enxergar de forma tão negativa como alguns olhares externos - extremamente significativos em nossas vidas - nos viram, isso certamente nos fará mal. 

Precisamos entender frente a tudo isso, como verdade emocional libertadora, que nem mesmo a história da qual somos produtos, tem o poder de determinar em definitivo quem somos e seremos na vida. 

Quem me determina é Deus. O que marca a minha vida em definitivo não é como eu me vejo ou o que penso de mim mesmo; não é como me viram os meus pais ou as pessoas que amei pelo caminho, mas como Deus me vê e o que Ele pensa de mim. 

Veja o que Deus diz a esse povo: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais”.

Deixa eu lhe dar uma notícia: Deus não concorda com o que você pensa a seu próprio respeito; Deus também não concorda com o que os outros pensam de você. Deus não precisa dessas definições porque tem os seus próprios pensamentos, o seu próprio conhecimento ao seu respeito. Isso por si só já deveria bastar para melhorar a sua auto-imagem, mas além disso, Deus ainda declara que tem intenções ao seu respeito que passam pelo bem, pela paz e por oferecer um futuro. 

Então pare de se determinar de forma tão negativa. O segredo da vida, da felicidade, do equilíbrio emocional não está em dar ouvidos às vozes do seu passado, ao que sempre disseram ao seu respeito, ou ao que você sempre acreditou que fosse verdade sobre você mesmo, mas em chegar a esse conhecimento que Deus tem ao seu respeito. E creia, isso é possível.

Pr. Joel Pregando em Santo Antônio Salto da Onça

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William Shakespeare

Um dia você aprende que...

Depois de algum tempo você aprende a diferença,
a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se,
e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos
e presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida
e olhos adiante, com a graça de um adulto
e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima
se ficar exposto por muito tempo. •.
E aprende que não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam...

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para se construir confiança
e apenas segundos para destruí-la,
e que você pode fazer coisas em um instante,
das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer
mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem você é na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos
se compreendemos que os amigos mudam,
percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida
são tomadas de você muito depressa,
por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos
com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros,
mas com o melhor que você mesmo pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser,
e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo,
mas se você não sabe para onde está indo,
qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão,
e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação,
sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute
quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência
que se teve e o que você aprendeu com elas
do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens,
poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia
se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,
mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer
que ame, não significa que esse alguém não o ama,
pois existem pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto,plante seu jardim e decore sua alma,
ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar...
que realmente é forte, e que pode ir muito mais
longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor
e que você tem valor diante da vida!

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem
que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

William Shakespeare

O tabernáculo judaico

O tabernáculo judaico

Texto: Heb.9 (leia todo o capítulo); Êx.25 a 30 (selecione alguns versículos);
Introdução: Logo que Israel saiu do Egito, Deus mandou que Moisés fizesse um tabernáculo, uma tenda, para que ali se concentrassem as atividades do culto. Se cada pessoa fosse realizar um culto em sua própria casa, ao seu próprio modo, o judaísmo não teria um padrão e não se tornaria forte.

1- As divisões do tabernáculo.
a- Átrio exterior - era uma espécie de pátio, onde todos os israelitas tinham acesso.
b- Santuário - cômodo interior onde só os sacerdotes entravam.
c- Santo dos santos (ou santíssimo lugar) - cômodo mais interno, onde só o sumo-sacerdote entrava uma vez por ano.

2- Os utensílios do tabernáculo.
a- No átrio exterior ficava a pia de bronze e o altar do sacrifício.
b- No santuário ficava a mesa dos pães da proposição, o candelabro e o altar do incenso.
c- No santos dos santos ficava a arca da aliança.

3- O ritual do tabernáculo.
Os que vinham prestar o culto, entregavam os animais ao sacerdote no átrio exterior. Ali mesmo, o sacerdote lavava suas mãos e seus pés na pia de bronze. Em seguida, sacrificava o animal no altar do sacrifício. Depois entrava no santuário para cultuar o Senhor e interceder pelo povo. Uma vez por ano o sumo-sacerdote (principal dos sacerdotes) entrava no santo dos santos para um "encontro mais íntimo" com Deus, pois a arca representava a presença de Deus.

4- O tabernáculo e Jesus.
Jesus é o nosso sumo-sacerdote (Hb.9.11).
Jesus é o cordeiro do sacrifício (João 1.29).
Jesus entrou no santuário celestial (Hb.9.12).
Jesus rasgou o véu para que nós também pudéssemos entrar no santuário (Mt.27.51).

Conclusão: Os rituais judaicos do Antigo Testamento apontavam para Cristo. Ele cumpriu a lei cerimonial e nos deu acesso à presença o Pai. Nós também somos sacerdotes (Ap.1.6). Antes de podermos servir ao Senhor, precisamos ser purificados, como o sacerdote fazia pela água e pelo sangue do sacrifício. A água é a palavra (Ef.5.26) e o sangue que nos limpa é o sangue de Jesus (I João 1.7). Entremos na presença do Senhor com confiança pelo caminho que é Cristo (Hb.10.19-22).

TEMA: QUATRO ATITUDES QUE PRECEDEM UM AVIVAMENTO



- Texto Bíblico: Habacuque 3.1-2
INTRODUÇÃO: Vivemos hoje em, sem dúvidas nem uma, a necessidade de um avivamento espiritual, templos lotados não perfaz por si só um avivamento, movimentos “pentecostais” que fazem o povo gritar e pular também não, porém neste texto bíblico, encontramos as quatro atitudes que precedem um avivamento.

1-  Primeira atitude: Oração
a)- O primeiro segredo do avivamento é sempre a oração, porque o avivamento é buscado (2 Crôn. 7:14).
b)- Porém, a oração que provoca avivamento é muito mais os cochichos de Ana no Templo; do que o clamor com fogo de Elias no Carmelo. Do primeiro o resultado é Samuel mudando o rumo de Israel, do segundo o resultado é a fuga, a caverna e a revelação das fraquezas.      

2-  A Segunda atitude é:  Ouvi a palavra do Senhor
a)-  O avivamento é a palavra do Senhor vivenciada e obedecida (Hb. 3:2).
b)- O avivamento de Judá nos dias do rei Josias, só se deu depois que o sacerdote Hilquias anunciou: “Achei o Livro da Lei na Casa do Senhor”.
c)- O avivamento nos dias de Esdras e Neemias se deu através da leitura expositiva da palavra do Senhor (Nee.8.1-12). Desconfie de homens e mulheres de oração que dizem ter intimidade com Deus, porém não tem nem uma intimidade com a Palavra. (SL. 119:25).

3-  A terceira atitude: “temi”
a)- O temor do Senhor é a porta de entrada para o avivamento individual e coletivo (SL. 119: 38-40)
b)- O temor do Senhor que veio sobre os ninivitas , levando eles ao arrependimento no pó e na cinza, (Jn. 3:1-10).




4-  Buscar a Misericórdia de Deus é a Quarta: “na ira lembra-te da misericórdia”
a)- Jeremias diz que as Misericórdias do Senhor não têm fim, (Lm. 3:22).
b)- O rei Ezequias reconheceu que após a conversão sincera o Senhor usaria de misericórdia. (2 Crôn. 30:9)
c)- Avivamento, é o transbordar da misericórdia divina sobre nossas vidas, pois, o avivamento sempre acontece, quando o povo está na sua pior condição espiritual (Lm. 5:16 e 21).  Para sermos avivados precisamos ser frutos da misericórdia, bem como deveremos frutificar a misericórdia. Essa é a razão pela qual não pode haver avivamento sem misericórdia.

CONCLUSÃO:  “O avivamento, consiste em nova vida espiritual transmitida aos mortos e de nova saúde espiritual transmitida aos vivos”.  Atinge todos no lugar que acontece.

Pregação - Jaboque

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