O vinho e o odre. Lucas 5:36-38

 

- O texto fala de duas figuras simbólicas, o vinho e o odre, ambas com representações distintas, porem, buscando uma mesma finalidade, explicar o processo de reavivamento. Existe aquilo que é novo, poderoso e essencial o evangelho de Jesus Cristo, a uva que produz o vinho. Existe aquilo que é secundário, são feito por mãos humanas são odres, tradições, estruturas e padrões de conduta e ação da igreja. Se não vejamos:

 

- O vinho representa a essência do ser, a unção,

A - Deus tem um novo vinho para nós, mas não se pode por o vinho novo com o vinho velho, primeiro tem que se esvaziar o velho e neste processo você se sente vazio, oco, sem sentido. Deus tem uma nova unção para nós. Digamos Senhor estamos esgotados do vinho velho, queremos vinho novo, queremos avivamento, aviva oh Senhor a Sua obra no meio dos anos.

B - Renovação radical é a maior necessidade da igreja hoje, devemos voltar às raízes e redescobrir o vinho do nosso evangelho. E isso significa lançar um olhar renovado para os odres. Precisamos repensar na estrutura e na missão da igreja.VINHO E ODRES ? ODRES E VINHO

 

- O odre representa a estrutura ou as formas.

A - Não se pode por o vinho novo em odres velhos, tire de suas mente projetos e formas que tiveram o seu tempo, mais hoje perderam o propósito de ser.

B – Odres não são eternos, há uma necessidade de odres novos, e além de não serem eternos, não são sagrados. À medida em que o tempo passa, eles precisam ser substituídos.

C - Deus quer nos levar a um novo nível de glória e em um novo nível de glória não se pode ficar com velhas estruturas, assim como vinho novo é deitado em odres novos.

 

3º - Como vai em sua vida o vinho e o odre? Você deseja receber um novo vinho? O caminho é:

A – Muda teu padrão de comportamento, tua conduta, teus costumes, pois, a nova unção não vai durar dentro dessa velha estrutura.

 

 

- O silêncio de Deus é o tempo em que Deus está formando em nós uma nova estrutura para derramar uma nova unção. A Bíblia nos ensina não só a receber vinho novo, mas a prepararmos odres novos.

 

 

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