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Síndrome do irmão mais velho

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CINCO PERGUNTAS IMPORTANTES

1. Onde Estás? Gênesis 3:9 – “Mas chamou o Senhor DEUS ao homem, e lhe perguntou: Onde está?”. Efésios 2:12 – “Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo”. 2. Que Fizeste? Gênesis 4:10 – “Disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra”. Romanos 3:23 – “Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” 3. Donde Vens? Gênesis 16:8 – “E disse: Hagar, serva de Sarai, donde vieste, e para onde vais? Ela respondeu: Estou fugindo da presença de Sarai, minha senhora”. 4. Para Onde Vais? Gênesis 16:8 – “E disse: Hagar, serva de Sarai, donde vieste, e para onde vais? Ela respondeu: Estou fugindo da presença de Sarai, minha senhora”. 5. De Quem És Tu? I Samuel 30:13 – “Então Davi lhe perguntou: De quem és tu, e donde és? Respondeu o moço egípcio: Sou servo de um amalequita, e meu senhor me deixou, porque adoeci há três dias”. A) Do Mundo?: 1 João 2:15 – “Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”. 1 João 2:16 – “Pois tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo”. 1 João 2:17 – “Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. B) Do Pecado?: João 8:34 – “Disse JESUS: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado”. C) De satanás?: João 8:44 – “Vos pertenceis ao vosso Pai, o diabo, e quereis executar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, pois não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, pois é mentiroso e pai da mentira”. D) Ou do Senhor?: João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

PALAVRAS DE UM POVO CEGO DIANTE DE UM VISIONÁRIO.

Leitura: 27: 33-431. Tu que destrói o santuário em três dias e em três dias o reedificaras; (40). 2. Salva-te a ti mesmo; (40). 3. Desce da Cruz. (40). 4. Deus venha livrá-lo se de fato lhe quer bem. 5. A visão de Jesus baseava-se no passado, na palavra profética e seu cumprimento (Is. 42:1-3). 6. A visão de Jesus tem base, no presente, no sacrifício, na plenitude do tempo na hora da redenção (Ef. 1:7-10). 7. A visão de Jesus tem base, no futuro de uma igreja gloriosa e glorificada. (Is. 41:18 e 43:25). Conta-se que, numa das galerias de Paris há uma estátua notável. O escultor era muito pobre e viveu e trabalhou num sótão. Ao terminar a estátua, olhou-a cheio de orgulho e afeição; quantas noites perdidas, quanto sacrifício e quanta paciência representavam aquela estátua! Bastante cansado, deitou-se. Naquela noite, caiu sobre Paris uma geada fortíssima. O escultor, acordando no seu quarto frio e desconfortável, lembrou-se da estátua tão recentemente terminada, e teve receio de que a geada viesse a estragar o resultado de tanto esforço. Correndo os olhos pelo quarto, nada via com que pudesse proteger sua tão sonhada estátua. Sem hesitar um momento sequer, levantou-se, tirando a roupa de cama com que se cobria, agasalhou com o máximo cuidado a bela escultura. Pela manhã, o escultor foi encontrado morto, mas a sua estátua ainda hoje existe. Morreu para perpetuar a obra de suas mãos.Nós somos a obra das mãos do Grande Artista. E Ele, semelhantemente ao escultor, morreu também para nos dar vida eterna. Há, porém, uma diferença: o escultor que morreu preservou apenas sua estátua do mau tempo daquela noite; o Divino Escultor, porém, ressuscitou e vive para sempre, podendo proteger-nos de todos os perigos em toda vida.
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros

AS TRÊS DIMESÕES DO HOMEM NO PLANO BÍBLICO

Leitura: I Cor. 2: 14-15 e 3: 1-4

Introdução: A semelhança de quando vamos ao estúdio fotográfico de vez em quando para projetar nossa imagem no papel da foto, Deus nos apresenta um estúdio mais excelente, sua palavra. Na relação homem e Deus, existem três condições para as viverem pessoas sobre a terra.

1º) O HOMEM NATURAL.
a) A descrição do homem natural Ele é chamado natural porque ainda não experimentou regeneração. Vive segundo a natureza pecaminosa e decaída desde a queda ocorrida no Éden. Ele está perdido. A menos que aceite a Jesus, não há solução para ele. Esse homem não pode ser reformado nem melhorado. Ele tem de ser transformado pelo poder do Espírito Santo (Rm 8.9; 7.18). Não importa quão bom, culto, educado, experiente, moralista e religioso seja, se não aceitar a Cristo, estará irremediavelmente perdido e morto em seu seus pecados (Sl 14.1-3; Rm 3.23; 8.9).
O mesmo termo traduzido natural em 1 Co 2.14, é traduzido animal, em 1 Co 15.44, referido-se ali ao corpo impulsionado e controlado pela alma humana e suas paixões. O nosso termo “alma” vem do latim anima, e nada tem a ver com animal e, sim, criatura especial de Deus (Gn 1.26, 27; Sl 8.4-6).
· O mesmo termo é traduzido sensuais em Jd v. 19, no sentido de ser governado apenas pelos sentidos naturais da alma, e não pelo Espírito Santo. “Sensual”, aqui, não se refere à volúpia, cobiça carnal ou à incontinência, mas ao que é percebido pelos sentidos.
· O mesmo termo é ainda traduzido animal em relação à sabedoria que não procede do Espírito Santo, e sim da capacidade puramente humana; inteiramente da alma humana. Esses fatos bíblicos ajudam a descrever o homem chamando natural.
b) Natural também significa não trabalhado, ou seja, não transformado, não modificado, não processado, não cultivado. Exemplo: a madeira tal qual cortada do tronco, não trabalhada, bruta. Vamos dar um outro exemplo: a pedra como se encontra na pedreira; não polida, nem esculpida. Assim é o homem natural. Ele se acha morto em seus pecados, ainda não foi transformado pelo Espírito Santo. Ele precisa nascer de novo para torna-se agradável aos olhos de Deus.
c) O Homem natural e seus impedimentos. · Ele não compreende as coisas de Deus. Sua mente carnal não alcança nem valoriza as coisas divinas porque não tem o Espírito Santo. · Ele não entende as coisas de Deus. Para entender é preciso primeiro compreender. · Ele não discerne as coisas de Deus porque elas são espirituais. Na natureza carnal, não habita bem algum de ordem espiritual (Rm 7.18). Eis mais alguns textos sobre o homem natural: em Ef 2.3; At 26.14; 2 Pe 2.12. · Ele desconhece completamente as coisas sobrenaturais de Deus.

2º) O HOMEM CARNAL Pelo contexto desta passagem e de outras congêneres, vê-se que o homem carnal é salvo. Não obstante sua vida cristã é mista, marcada por constantes subidas e decidas. Ele é um crente que começa pelo Espírito e termina pela carne (Gl 3:3)
. É chamado carnal porque a velha natureza adâmica, nele prevalece; ainda não foi subjugado pelo Espírito Santo(Rm 8:13)
.A natureza pecaminosa, existente em cada crente precisa ser mortificada e vencida pelo poder do Espírito Santo ( Col. 3:5, Gl. 2:19).
a) O relacionamento do Homem carnal com Deus. · Ele entristece o Espírito Santo Fazendo o Que Bem Quer. · É imaturo e acha-se preso as coisas desta vida e deste mundo.
b) A condição do homem carnal diante de Deus. · Ele está dividido: em parte vive para Deus, e em parte vive para agradar a si mesmo. · Ele vive mais na esfera do terreno, porque a sua visão está voltada para o natural.
c) Sinais do homem carnal. · É espiritualmente infantil; imaturo (I cor. 3:1)· Vive de Leite, no sentido de rudimento da doutrina (Hb. 5:12-13)· É dado a contenda e considera isso uma virtude e um direito (I Cor. 3:3)

3º) O HOMEM ESPIRITUAL (I Co. 2:15). · O homem Espiritual é assim chamado por ser impulsionado, e controlado pelo Espírito Santo. · O seu “eu” está vivo, mas se acha crucificado com cristo (Gl 2:20, Rm 6:11)
a) O relacionamento do homem Espiritual com Deus. · Submete-se a Cristo como seu Senhor, em toda a área de sua vida. 
b) A condição do homem Espiritual diante de Deus. · Produz bons frutos automaticamente e abundantemente (2 Pe 1:4) · Tem a mente de Cristo (I Cor. 2:16) A bíblia descreve a condição do homem Espiritual como sentado nas regiões celestiais com Cristo (Ef. 1:3, 2:6).

AS SETE ERAS (DISPENSAÇÕES) DAS ESCRITURAS

1. A Era da Inocência: inicia com a criação do homem e termina com sua queda e seu julgamento (Gn. 2 e 3). 2. A Era Consciência: compreende entre a queda e o dilúvio. O homem reconhece o bem e o mal, porém se decide pelo mal. A conseqüência é o juízo (Gn. 3:7 até 7:11). 3. A Era da Autoridade Humana: abrange o tempo o final do dilúvio até a construção da torre de Babel (Gn. 9:11 até 11:8). 4. A Era da Promessa: começa com a promessa a Abrão, que Deus outorgou, exigindo em contrapartida, a fé (Gn. 12 até Ex. 1). 5. A Era da Lei: tem seu início com a entrega dos mandamentos no Sinai (Ex. 19; Rm. 10:5; Gl. 3:10); e termina no Gólgota. 6. A Era Contemporânea da Graça, da Igreja: abrange desde a morte de Jesus Cristo até a segunda vinda do Senhor. A condição estabelecida é: crer no Senhor Jesus (At. 2). 7. A Era do Milênio: principia com a vinda de Jesus em majestade e glória, (Mt. 25:31; Ap. 19:11ss.); e termina com o juízo final diante do trono branco (Ap. 20:11 ss.). A isto segue o eterno e imutável estado de céu e nova terra (Ap.21:1).