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Síndrome do irmão mais velho

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4 Lições da vida do profeta Elias!

- Texto: I Reis 19.1-12
1- Do Monte Carmelo para o Vale Berseba (Poço do Juramento)
* Berseba, é lugar de recordação; (recordação das alianças e Juramentos de Abraão Gên. 21: 28-31)
* Berseba, é caminho do deserto;
* Berseba é caminho dos poços entulhados;
* Berseba é o caminho mais facil; (existia poços cavados)
* Berseba é lugar de se esconder e de derrota; (Limite meridional do país, daí as frases: de Dã até Berseba, de Gaba até Berseba)
2- Do Vale Berseba para Zimbro no Deserto
* Berseba não foi suficiente para se esconder;
* Achava que no deserto ninguém o acharia; (I Re. 19:4-5)
* Zimbro tem poucas folhas, é solitário; ( quando você pensa que estar só é ai que o socorro chega)
* Esta foi uma trilha de fracasso, mas se tornou uma trilha de revelações. Reviveu, refletiu e reorganizou.
3- Do zimbro para Caverna
* Lugar escuro, frio;
* Representa os nossos medos, inseguranças;
* Simboliza que fomos vencidos por nossas fragilidades internas;
* Porém, mesmo no fundo da caverna, podemos ouvir a voz de Deus;
4- Da Caverna para o caminho da vontade de Deus
* É preciso sair da caverna; (é o 1° passo)
* Viver e deixar as velhas emoções; (medos, sensação de derrotas, inseguranças)
* Voltar a crer nas promessas de Deus;
* Buscar ouvir a voz de Deus;
Conclusão: Precisamos ter a coragem de retornar ao caminho proposto pelo Senhor, por mais difícil que seja. Mesmo que você esteja vivendo algum destes estágio, saiba que assim como Deus foi com Elias, também quer ser com você. Clame a Deus neste dia, e Deus lhe fará retornar ao caminho certo, e obterá bons resultados.

ESCATOLOGIA BÍBLICA

  • A palavra escatologia é formada de duas palavras gregas (eschatos = último, fim) e ( (lógos = palavra, discussão, instrução, ensino, assunto, tema). Portanto escatologia é o estudo do fim ou o estudo das últimas coisas, ou ainda o estudo dos últimos dias.
  • Várias passagens das Escrituras empregam a palavra eschatos juntamente com (heméra = dia). Assim temos ( (eschatê heméra = último dia), usado em Jo. 6:39 e 7:37.
  • A primeira ocorrência se refere ao último dia da ressurreição, um dia escatológico, enquanto que a segunda apenas faz alusão ao último dia da festa de casamento. Temos (eschatais hemerais = últimos dias) em At.2:17; II Tm.3:1; Tg.5:3; e eschatou tôn hemerôn = últimos dias) em Hb.1:2. Todas estas passagens aludem ao período de tempo entre a 1ª e a 2ª vindas de Jesus. Os últimos dias iniciaram-se com a 1ª vinda de Jesus que veio na "plenitude do tempo"(Gl.4:4), pois o tempo anterior da dispensação da lei já estava cumprido (Mc.1:15; Lc.16:16). Estamos vivendo os últimos dias. Esse período de tempo que a Bíblia chama de últimos dias, recebe ainda outras designações, tais como: "tempo aceitável... dia da salvação"(Is.49:8) ou "ano aceitável do Senhor"(Is.61:2a); "dispensação da plenitude dos tempos"(Ef.1:10) ou "dispensação da graça"(Ef.3:2)(1) ou "dispensação do mistério"(Ef.3:9); "tempo da oportunidade", "tempo sobremodo oportuno", "dia da salvação"(IICo.6:2), "tempos oportunos" (IITm.2:6), "tempos devidos" (Tt.1:3); "hoje" (Hb.3:7,15;4:7,8); "fins dos séculos" (ICo.10:11); "última hora"(IJo.2:18).
  • Durante este período a Igreja tem a incumbência de proclamar o evangelho antes que venha o "grande e terrível dia do Senhor"(Ml.4:5), que porá fim aos últimos dias, para inaugurar o "dia da vingança do nosso Deus"(Is.61:2b).
  • A Bíblia é categórica em afirmar a existência de três dias (considerados como períodos) nos quais se deve fazer distinção quanto ao programa de Deus para cada um deles. O dia do homem (1) é o dia da salvação, dia de oportunidade. O dia do Senhor e o dia de Cristo (2) é dia do arrebatamento da Igreja e de tribulação para Israel, e de castigo para os gentios (conforme o pré-milenismo). O dia de Deus (3) é o dia quando "os céus incendiados serão desfeitos e os elementos abrasados se derreterão" (IIPe.3:12). Inicia-se no dia do juízo final, o dia do fim (ICo.15:24), quando "Deus será tudo em todos" (ICo.15:28).
  • O estudo da escatologia deve levar o crente a proclamar o dia do homem (a salvação), o dia do Senhor (a volta de Cristo) e o dia de Deus (Juízo e após o juízo). Veja Jo. 16:8; Hb. 6:2. Se queremos conhecer as profecias apenas para satisfazer nossa curiosidade, então estaremos nos aplicando aos estudo das Escrituras de uma forma que não agrada a Deus. Deve ser nosso objetivo discernir os tempos para que nossos espíritos se entreguem à mais nobre tarefa da qual fomos incumbidos: o anúncio da morte do Senhor, sua ressurreição e seu retorno à esta terra: "anunciais a morte do Senhor até que Ele venha"(ICo.11;26).
  • Vale lembrar que o estudo da escatologia não nos levará a desvendar todos os mistérios, épocas e tempos estabelecidos por Deus. Deus nos dará compreensão apenas às coisas que nos foram reveladas (Dt.29:29), mas as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, e não nos "compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para sua exclusiva autoridade"(At.1:7).
  1. 1 Dispensação da graça: alguns dispensacionalistas preferem usar o termo "dispensação da igreja", para evitar a errada compreensão de que no período da lei a salvação não era obtida pela graça, e sim através da fé na pregação do evangelho, conforme o claro ensino das Escrituras (At.13:32; Rm.1:1,2; Hb.4:2)..
  2. 2 Identificamos o dia do Senhor com o dia de Cristo em seu aspecto cronológico, pois os dois iniciam-se no mesmo instante. O dia de Cristo se refere ao tempo quando os crentes se apresentarão perante o tribunal de Cristo, em seus corpos glorificados; o dia do Senhor se refere ao tempo em que Ele estiver derramando seus juízos sobre a terra e descer para tomar a direção do seu reino.
  3. A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
A segunda vinda de Cristo tem sido a expectação coroante, a estrela dalva, do povo de Deus desde que a promessa de Sua vinda lhes foi comunicada. Ela os tem animado, fortalecido e encorajado nas horas mais escuras. Cristo e os apóstolos implantaram nos corações dos primeiros crentes o fato da vinda de Cristo e sua iminência como um motivo de vida piedosa e serviço fiel. I
  • A segunda vinda de Cristo está:
  1. PREDITA PELOS PROFETAS: Isa. 11:1-11; Zac. 14:3-5; Judas 14. Muitas profecias do Velho Testamento, como a primeira aqui citada, referem-se tanto a primeira como à segunda vinda a terra.
  2. ALUDIDA POR JOÃO BATISTA -Lucas 3:3-6. A linguagem desta passagem não é inteiramente aplicável ao primeiro advento de Cristo. Como muita profecia, tem uma dupla aplicação. Vide Mal. 3:1 para uma profecia igual.
  3. PROMETIDA POR CRISTO MESMO -João 14:2,3.
  4. DECLARADA PELOS ANJOS -Atos 1:11.
  5. ENSINADA PELOS APÓSTOLOS
(1). Mateus 24:37, 42, 44. (2). Marcos 13:26. (3). Lucas 21:27. (4). João. I João 3:1-3. (5). Tiago 5:7. (6). Pedro. I Pedro 1:7, 13. (7). Paulo. 1 Tess. 4:15-17. (8). O Escritor aos Hebreus 9:28. (9). Judas 14.
  • II. A NATUREZA DA VINDA DE CRISTO
A teologia moderna defende que Cristo jamais voltará corporalmente a terra, mas, que Ele está "vindo tão depressa quanto Ele pode a este mundo" na disseminação do cristianismo. Os modernistas sustentam que Jesus pintou Sua volta em termos das concepções do povo, mas Ele não intencionou que Suas palavras fossem entendidas literalmente. Sem dúvida, uma heresia igual a esta só pode ser sustentada somente por aqueles que negam a inspiração da Bíblia. Por essa razão, nós, que cremos na inspiração da Bíblia, não aceitamos essa versão.
  • (3). Espiritual:
A. Como na vinda do Espírito Santo no Pentecostes. A vinda do Espírito Santo no Pentecostes não foi em sentido algum à vinda de Cristo. Cristo disse que Ele mandaria o Espírito consolador. B. A destruição de Jerusalém. Na destruição de Jerusalém, A. D. 70, tivemos um cumprimento típico do que está dito na Bíblia sobre a segunda vinda de Cristo, mormente que Sua vinda acompanhar-se-á por um outro cerco de Jerusalém. Vide Apoc. 16:12-21; 19:17-21; Zac. 13:8 a 14:3. A destruição de Jerusalém foi um tipo deste último cerco. Então, na destruição de Jerusalém, tivemos um cumprimento espiritual da promessa da vinda de Cristo, em que esta destruição deferiu o golpe mortal no judaísmo e marcou a vinda do reino de Deus com poder. Cremos que à luz destes fatos é que devemos entender Jesus quando Ele disse: "Alguns há, dos que aqui estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no Seu reino." (Mat. 16:28 Cp. 17). Vide também Marcos 9:1 e Lucas 9:27. O mesmo é verdade, cremos das seguintes palavras também: "Não passará esta geração até que todas estas coisas sejam cumpridas." (Mat. 24:2 e 34). Vide também Marcos 13:2 e 30 e Lucas 21:32. Mas, na destruição de Jerusalém, não houve uma vinda atual de Cristo. E o fato que, após a destruição de Jerusalém, temos referências adicionais à Sua vinda como no futuro, faz isto indisputável.
  • 2.A vinda de Cristo é para ser:
  1. (1). Corporal - Atos 1:11. Sua ascensão foi corporal e o anjo prometeu que Sua volta seria da mesma maneira. Passagens outras que mostram que a vinda de Cristo é para ser corporal: Zac. 14:4,5; Mat. 25:31; João 14:3; Fil. 3:20; 2 Tess. 1:7-10; 2 Tim. 4:1; Tito 2:13; Heb. 9:28; Apoc. 19:11-21.
  2. (2). VisívelMat. 24:27. Todas as passagens supra implicam a visibilidade de Sua vinda; mas a passagem inda agora dada sob esta última epígrafe mostra que Sua vinda (em uma de suas fases) será incisivamente visível ao mundo inteiro.
  3. (3). Como um ladrão -1 Tess. 5:1-4. Esta passagem descreve Sua vinda como ela será para os ímpios, porém especifica que não é para ser assim aos justos.
  4. (4). Em glória e esplendor indescritíveis -Mat. 16:27; 24:29,30; Mar. 8:38; Tito 2:13; Apoc. 19:11-16.
  5. (5). Duplicada -A vinda de Cristo consistirá de duas fases. Notemo-las:
  • A. A primeira fase.Esta fase será:
  • (a). No ar. 1 Tes. 4:15-17. Não há sinal aqui de que Ele venha sobre a terra nesse tempo.
  • (b). Para Seu povo. João 14:3.
  • (c). Como um noivo. Mat. 25:1-10. O casamento e ceia dele (Apoc. 19:9) são típicos das bênçãos consumadas da salvação. Gente salva constitui a noiva (Apoc. 21:2-27).
  • B. A segunda fase. - Esta fase será:
  • (a). Na terra. Zac. 14:4; Mat. 25:31.
  • (b). Com Seu povo. Zac. 14:5; Judas 14; Apoc. 19:14.
  • (c). Como um destruidor. 2 Tess. 1:7-9; 2:8.
  • (d). Como um juiz. Mat. 21:31-46.
  • (e). Como um rei para conquistar e reinar. Zac. 14:9; Apoc. 19:11-16; 20:1-5.
III. O TEMPO DA VINDA DE CRISTO
Não nos referimos aqui à data de Sua vinda. Temos referência somente à relação de Sua vinda com o tempo. O tempo da vinda de Cristo está representada na Escritura como:
1. DESCONHECIDO DE TODOS, EXCETO O PAI Mar. 13:32; Mat. 25:13. Agora o Filho, igual uma vez mais com o Pai, pode saber a hora; mas, na Sua carne, quando Ele considerou a igualdade com Deus, absoluta, não como coisa a ser usurpada (Fil. 2:6 ? V. R.), Ele não soube. Condição (João 14:28) não é natureza (João 10:30).
2. INCERTO AOS HOMENS Mat. 25:31. Sinais alguns foram dados bastante explícitos para que qualquer homem se assegure de que Jesus virá em qualquer tempo particular.
3. IMINENTE Ser iminente a vinda de Cristo queremos dizer que ela está "ameaçando de ocorrer a qualquer momento". O povo salvo deve sempre estar em vigilância e procurando-a. (Mat. 25:13; Tito 2:13). Ela está representada na Escritura como sendo o próximo evento dispensacional.
4. QUANDO NÃO ESPERADO. Mat. 25:44,50; Luc. 12:40,46.
5. UM TEMPO DE FRIEZA ESPIRITUAL, SENSUALIDADE E IMPIEDADE. Luc. 18:8; 17:26-30; Mat. 24:12; 2 Tim. 3:1-5. Quando Cristo vier, Ele não achará um mundo convertido onde a justiça governa. IV. O PROPÓSITO DA VINDA DE CRISTO O propósito da vinda de Cristo será duplo porque terá que fazer com duas classes. Notemos este propósito como ele afeta:
1. OS JUSTOS Como a vinda de Cristo afeta os justos, é para o propósito de:
(1). Levantar os mortos 1 Tess. 4:16. Não há indício que seja esta ressurreição não incluirá todos os mortos em Cristo. Não temos paciência com a noção que somente os mais fiéis aquinhoar-se-ão nesta ressurreição. Toda passagem que fala dela implica uma ressurreição total dos justos falecidos. Vide 1 Cor. 15:23; Apoc. 20:5,6. As palavras de Paulo em Fil. 3:11 são iguais a outros enunciados seus, e expressam sua preocupação em provar que ele estava verdadeiramente em Cristo. Vide 2 Ped. 1:10.
(2). A transladação dos vivos 1 Cor. 15:51,52; 1 Tess. 4:17. Cremos também que isto incluirá todos os crentes na terra ao aparecimento de Cristo no ar. Não temos paciência com a teoria do "rapto parcial". Os que crêem em tal são aptos a responder que quem não crê num rapto parcial e ressurreição parcial dos salvos destroem o fundamento da responsabilidade cristã. Não destruímos o fundamento escriturístico disto; porém, seja como for estaremos mais preocupados em saber o que Deus revelou do que estamos em fazer nossas próprias teorias e explorá-las. E os que ensinam um rapto parcial e uma ressurreição parcial de crentes rebaixam o padrão da vida cristã muito além do nível escriturístico. A Palavra de Deus ensina que todo povo regenerado vence (1 João 4:5) e as bênçãos mais gradas se prometem a todos os vencedores. Cremos que os corpos glorificados dos santos serão como o corpo assunto de nosso Senhor (Fil. 3:21; 1 João 3:2). Evidentemente Jesus ascendeu num corpo visível e os anjos disseram que Ele voltará assim como Ele foi. E, quando Ele voltar, nós vamos ser como Ele é. O corpo glorificado, então, será um corpo visível aos olhos físicos, tanto como Cristo foi visível após Sua ressurreição. Mas esse corpo será sem pecado e corrupção.
(3). O arrebatamento de todos os crentes 1 Tess. 4:17. Os vivos transladados e os mortos ressuscitados serão todos arrebatados a encontrarem o Senhor no ar.
(4). O julgamento das obras dos crentes 1 Cor. 3:12-15; 2 Cor. 5:10; 2 Tim. 4:8. Os pecados dos crentes irão ser julgados, para que haja justiça.
(5). O casamento de Cristo com a Igreja Mat. 25:1-10; Apoc. 19:7-9. No presente a igreja está somente esposada com Cristo como uma virgem casta (2 Cor. 11:2). O esponsal não terá lugar senão quando Cristo voltar.
2. OS ÍMPIOS Como a vinda de Cristo afeta os ímpios é para o propósito de:
(1). Matar os vivos e lançá-los no inferno. Apoc. 19:19-21; Zac. 14:3-12; Jer. 25:15-33; Isa. 24:17-21; 26:20,21; 34:1,2.
(2). Julgando-os por causa da maneira porque trataram Israel Mat. 25:41-46; Joel 3:2. Sua atitude para com Israel manifestará sua atitude para com Cristo por meio da incredulidade. A salvação daqueles vivos na terra à revelação de Cristo para reinar sobre a terra (o segundo período de Sua vinda) terá sido manifestada pelo seu tratamento dos arautos judaicos da cruz durante o período da grande tribulação. Destas coisas veremos mais agora. Estes não serão salvos por tratarem bondosamente a estes irmãos de Cristo, mas prognosticará assim sua atitude para com Cristo e daí sua salvação.
(3). Levantando, finalmente, os mortos e lançando-os no lago de fogo Apoc. 20:12-15. Isto é para ter logar, não imediatamente depois da vinda de Cristo, mas no fim da pequena sasão durante a qual Satanás será solto depois do milênio. Os ímpios terão um corpo de ressurreição (Mat. 10:28), mas de sua natureza temos pouco sobre que basear nossa opinião. Será capaz de sofrer, mas será indestrutível e não será justo como será o corpo dos salvos.

Tragédia no Haiti

Temos visto os acontecimentos nos últimos dias.Tempo de angústia, desespero, fome, epidemias e tantas outras coisas. Cada vez mais percebemos a solidariedade do povo brasileiro, tanto como para o povo brasileiro em si mesmo, nas inundações que aconteceram pelo nosso país, como para o povo de outras nações, em especial o Haiti.

É importante a mobilização de todos: Países, líderes, empresários, profissionais, igrejas em fim, cada cidadão é importante neste empreendimento humanitário.

Você pode até deixar a responsabilidade para os outros, porém, como cristão, todos nós temos a obrigação de orar e pedir a Deus proteção para este povo e se mobilizar para fazer algo. Talvez a minha e a sua presença lá não seja importante, mas você pode pedir para que o Senhor Deus abençoe aqueles que vão estar na linha de frente e o guarde.

Parabéns ao governo brasileiro; aos militares; corpo de bombeiros; médicos; enfermeiros; em fim, são tantas pessoas que tem um coração bondoso que valia apena citar pelos nomes. E a esta nação chamada Brasil. País sofrido com tantos problemas, mas com tanta gente de bem que se importa com o sofrimento do companheiro. Mesmo sem saber falar bem alguns idiomas, mas que através de um sorriso sabe se expressar: Eu me importo com você.

E a igreja Evangélica Brasileira, que aparentemente dividida, mas que em um momento como este se une para trabalhar a favor daqueles que não tinham nada e perderam tudo e que a coisa mais importante neste momento e ter um amigo.

Aos povos haitiano, independente de sua fé, somos brasileiros de coração aberto para compartilhar a mesma dor e perdas que vocês tem sentido.

A Proporção da Gratidão

- Lc.17:15-17

O Grande Agostinho de Hipona, popularmente conhecido como Santo Agostinho, um dos grandes teólogos da igreja de todos os tempos. Escreveu uma obra em formato de oração denominada "Confissões".

Nesta obra, de caráter biográfico ele registra todos os acontecimentos da sua vida desde a sua infância, formação intelectual, sua vida desregrada, as inúmeras orações de sua mãe Mônica pela sua conversão, o seu encontro com Ambrósio, o voltar-se para Deus.

Se tivéssemos que destacar o tom geral da obra, diríamos que se trata de uma grande oração em gratidão a Deus por todos os seus benefícios que ele fez. Sem dúvida esta obra só poderia ser escrita por alguém que compreendeu profundamente as circunstancias da vida e aprendeu a desenvolver a Gratidão.

O Senhor Jesus cura um grupo de dez leprosos. Nesta ocasião, Jesus manda que os dez se apresentassem no templo aos sacerdotes para cumprirem todas as especificações da lei, os dez de fato haviam sido curados, mas só um deles agradeceu. Somente um deles fez o caminho de volta para agradecer Àquele que havia sido a fonte da sua cura.

Nesta história aprendemos algumas lições preciosas sobre a gratidão.

I- A Gratidão tem haver com a percepção dos benefícios.

Muitos são abençoados, mas poucos param para refletir sobre o quanto foram ajudados, estimulados, amados, capacitados ou protegidos. Muitos desejam algum benefício, mas quando o recebem logo se esquecem daqueles que os abençoaram. É triste, mas é verdadeiro. A ingratidão vem do esquecimento do bem e a gratidão vem da percepção dos benefícios. (vs 15 e 16)

II- A Gratidão não retorna na mesma proporção do bem que é feito.


Por esta razão, àqueles que fazem o bem não devem desanimar. Se você faz o bem às pessoas esperando reconhecimento você pode se frustrar. Aqueles que fazem o bem devem fazê-lo por que isto é bom e não por que serão reconhecidos por isto. Gal. 6:9

III- A gratidão traz uma benção ainda maior do que o bem recebido.

Aquele leproso, samaritano, havia encontrado o caminho de volta a Jesus o reconhecendo por tudo o que Ele havia feito. Este é o caminho da gratidão no que se refere aos homens, no que se refere a Deus o caminho é o louvor e a adoração. Este samaritano agradecido encontrou antes de muitos do povo de Israel o salvador. (V.19)
Os noves leprosos voltaram para suas casas livres de uma doença, este leproso voltou livre de todos os seus pecados.

Conclusão – A Gratidão será sempre uma semente que frutificará o bem.



 

Quando Deus dá novo ânimo

A vida humana é marcada pela inconstância do coração. Há dias em que somos tomados pela esperança e outros em que somos marcados pela melancolia. Há dias de encorajamento e dias de inquietante desmotivação. Há dias de paz e dias de angústia. Dias de alegria e dias de amargura. Dias bons e dias maus.
    Diante dessa inconstância da vida, somos confrontados com um Deus estável, firme e inabalável. A Bíblia apresenta Deus como o sol do meio-dia, as grandes montanhas de Sião, o forte cedro do Líbano e as altas muralhas de Jerusalém, nos lembra que o Senhor não se abala, e esta é a base da certeza de que seremos salvos.
    Davi é um exemplo de inconstância humana como talvez nenhum outro personagem bíblico. Por um lado, foi guerreiro implacável e na força de Deus derrotou o gigante filisteu. Por outro, adulterou com Bate-Seba e traiu Urias, um de seus leais soldados. Reconstruiu Jerusalém, que passou a ser chamada cidade de Davi; mas também magoou seus filhos e foi um desastre como pai. Era temente ao Senhor e foi chamado homem segundo o coração de Deus; entretanto, em sua família houve incesto, assassinato, mentiras e traição.
    Talvez um dos momentos de maior melancolia e desespero na história de Davi tenha sido quando, voltando exausto de uma batalha, encontrou Ziclague, cidade onde morava, saqueada e destruída (as mulheres e crianças haviam sido levadas cativas). Amargurados, seus homens falaram em apedrejá-lo. Ali estava Davi, caído, sem consolo nem esperança. Mas algo inesperado aconteceu: "E Davi se reanimou no Senhor seu Deus" (1 Sm 30.6).
    Esta frase arrebatadora revela-nos uma das mais poderosas obras de Deus na vida de seus filhos — levantar-nos quando tudo parece perdido. Ele abre o caminho quando não sabemos para onde ir. Faz romper o sol quando estamos presos na neblina da vida. Dá-nos perseverança quando nossa vontade é parar.
    O mais intrigante é que este novo ânimo veio absolutamente do Senhor, pois não havia ali sinais de esperança. Ele caiu destruído, e levantou reanimado. Tenho pensado e orado para que Deus nos reanime nesse novo ano em que estamos entrando especialmente em três áreas: Comunhão, Ministério e Emoções.
    Comunhão. A comunhão da Igreja tem, freqüentemente, sido confundida com convivência mais a comunhão estar longe de ser apenas convivência, ela é a união de corações e mentes, ou seja, sentimentos e objetivos e como resultado teremos uma boa e saudável convivência, a comunhão traz motivação, ânimo e aumenta a força do indivíduo e do coletivo que certamente suportará o dia mau.
    Ministério. Diante das tribulações, angústias, questionamentos e críticas, o que nos alimenta em nosso ministério não é nossa capacidade humana nem o companheirismo daquele que está ao lado, mas Deus. A maior certeza que um ministro tem em seu ministério é que ele precisa desesperadamente de Deus. Se um dia esta certeza faltar ele perderá o rumo e o ânimo. Estará caído sem haver quem o levante. A auto-suficiência ministerial precede a queda.
    Emoções. A ansiedade é um dos elementos mais corrosivos da alma. Há pessoas que, tomadas pela ansiedade crônica, pela insatisfação constante do coração, tornaram-se secas, perderam a brandura e não sorriem mais. Vivem sempre à espera de que amanhã seja melhor, que algo novo aconteça. A ansiedade crônica tem ceifado vidas, ministérios e a felicidade.
    Naquele dia Davi estava acabado: sem família, sem cidade, sem liderança, sem a lealdade de seus amigos, sem futuro. Mas a reação dele indica uma atitude necessária a cada um de nós: obediência ao encorajamento de Deus. Ele se levantou!
    Davi se reanimou em Deus. Levantou-se e, com alguns de seus homens, perseguiu os amalequitas. Tomou de volta as mulheres e crianças, e o despojo. Reconstruiu a cidade e habitou nela. Recuperou o respeito de seus homens com o brilho de quem um dia iria reinar sobre todo o Israel. Renove seu ânimo em 2010 trabalhe essas áreas na sua vida e veja que excelente resultado você terá.

Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros
    

Psicóloga evangélica é censurada publicamente

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) puniu no dia 31 de julho a psicóloga Rozangela Justino, com “censura pública” por apoiar pessoas que voluntariamente desejam deixar o comportamento homossexual.

“Ela não pode em hipótese alguma fazer referência a qualquer tipo de tratamento ou de mudança de comportamento no sentido de atingir as pessoas com orientação homoafetiva”, disse o presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, ao Portal Terra, com base na resolução 01/99 do conselho.

Pós-graduada com a tese “Da Homossexualidade à Heterossexualidade: há possibilidade de resgate da heterossexualidade”, Rozangela, que trabalha há vinte anos com homossexuais, disse se sentir “amordaçada” após a condenação do CFP. “Estamos diante de uma norma inconstitucional que impede a liberdade de pensamento e científica, e a expressão dos mesmos”, afirma.

Rozangela decidiu não mais atender pessoas com conflitos na identidade sexual homossexual, enquanto a decisão do CFP estiver vigente. Segundo ela, sua integridade física está ameaçada.