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4 Lições da vida do profeta Elias!
ESCATOLOGIA BÍBLICA
- A palavra escatologia é formada de duas palavras gregas (eschatos = último, fim) e ( (lógos = palavra, discussão, instrução, ensino, assunto, tema). Portanto escatologia é o estudo do fim ou o estudo das últimas coisas, ou ainda o estudo dos últimos dias.
- Várias passagens das Escrituras empregam a palavra eschatos juntamente com (heméra = dia). Assim temos ( (eschatê heméra = último dia), usado em Jo. 6:39 e 7:37.
- A primeira ocorrência se refere ao último dia da ressurreição, um dia escatológico, enquanto que a segunda apenas faz alusão ao último dia da festa de casamento. Temos (eschatais hemerais = últimos dias) em At.2:17; II Tm.3:1; Tg.5:3; e eschatou tôn hemerôn = últimos dias) em Hb.1:2. Todas estas passagens aludem ao período de tempo entre a 1ª e a 2ª vindas de Jesus. Os últimos dias iniciaram-se com a 1ª vinda de Jesus que veio na "plenitude do tempo"(Gl.4:4), pois o tempo anterior da dispensação da lei já estava cumprido (Mc.1:15; Lc.16:16). Estamos vivendo os últimos dias. Esse período de tempo que a Bíblia chama de últimos dias, recebe ainda outras designações, tais como: "tempo aceitável... dia da salvação"(Is.49:8) ou "ano aceitável do Senhor"(Is.61:2a); "dispensação da plenitude dos tempos"(Ef.1:10) ou "dispensação da graça"(Ef.3:2)(1) ou "dispensação do mistério"(Ef.3:9); "tempo da oportunidade", "tempo sobremodo oportuno", "dia da salvação"(IICo.6:2), "tempos oportunos" (IITm.2:6), "tempos devidos" (Tt.1:3); "hoje" (Hb.3:7,15;4:7,8); "fins dos séculos" (ICo.10:11); "última hora"(IJo.2:18).
- Durante este período a Igreja tem a incumbência de proclamar o evangelho antes que venha o "grande e terrível dia do Senhor"(Ml.4:5), que porá fim aos últimos dias, para inaugurar o "dia da vingança do nosso Deus"(Is.61:2b).
- A Bíblia é categórica em afirmar a existência de três dias (considerados como períodos) nos quais se deve fazer distinção quanto ao programa de Deus para cada um deles. O dia do homem (1) é o dia da salvação, dia de oportunidade. O dia do Senhor e o dia de Cristo (2) é dia do arrebatamento da Igreja e de tribulação para Israel, e de castigo para os gentios (conforme o pré-milenismo). O dia de Deus (3) é o dia quando "os céus incendiados serão desfeitos e os elementos abrasados se derreterão" (IIPe.3:12). Inicia-se no dia do juízo final, o dia do fim (ICo.15:24), quando "Deus será tudo em todos" (ICo.15:28).
- O estudo da escatologia deve levar o crente a proclamar o dia do homem (a salvação), o dia do Senhor (a volta de Cristo) e o dia de Deus (Juízo e após o juízo). Veja Jo. 16:8; Hb. 6:2. Se queremos conhecer as profecias apenas para satisfazer nossa curiosidade, então estaremos nos aplicando aos estudo das Escrituras de uma forma que não agrada a Deus. Deve ser nosso objetivo discernir os tempos para que nossos espíritos se entreguem à mais nobre tarefa da qual fomos incumbidos: o anúncio da morte do Senhor, sua ressurreição e seu retorno à esta terra: "anunciais a morte do Senhor até que Ele venha"(ICo.11;26).
- Vale lembrar que o estudo da escatologia não nos levará a desvendar todos os mistérios, épocas e tempos estabelecidos por Deus. Deus nos dará compreensão apenas às coisas que nos foram reveladas (Dt.29:29), mas as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, e não nos "compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para sua exclusiva autoridade"(At.1:7).
- 1 Dispensação da graça: alguns dispensacionalistas preferem usar o termo "dispensação da igreja", para evitar a errada compreensão de que no período da lei a salvação não era obtida pela graça, e sim através da fé na pregação do evangelho, conforme o claro ensino das Escrituras (At.13:32; Rm.1:1,2; Hb.4:2)..
- 2 Identificamos o dia do Senhor com o dia de Cristo em seu aspecto cronológico, pois os dois iniciam-se no mesmo instante. O dia de Cristo se refere ao tempo quando os crentes se apresentarão perante o tribunal de Cristo, em seus corpos glorificados; o dia do Senhor se refere ao tempo em que Ele estiver derramando seus juízos sobre a terra e descer para tomar a direção do seu reino.
- A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
- A segunda vinda de Cristo está:
- PREDITA PELOS PROFETAS: Isa. 11:1-11; Zac. 14:3-5; Judas 14. Muitas profecias do Velho Testamento, como a primeira aqui citada, referem-se tanto a primeira como à segunda vinda a terra.
- ALUDIDA POR JOÃO BATISTA -Lucas 3:3-6. A linguagem desta passagem não é inteiramente aplicável ao primeiro advento de Cristo. Como muita profecia, tem uma dupla aplicação. Vide Mal. 3:1 para uma profecia igual.
- PROMETIDA POR CRISTO MESMO -João 14:2,3.
- DECLARADA PELOS ANJOS -Atos 1:11.
- ENSINADA PELOS APÓSTOLOS
- II. A NATUREZA DA VINDA DE CRISTO
- (3). Espiritual:
- 2.A vinda de Cristo é para ser:
- (1). Corporal - Atos 1:11. Sua ascensão foi corporal e o anjo prometeu que Sua volta seria da mesma maneira. Passagens outras que mostram que a vinda de Cristo é para ser corporal: Zac. 14:4,5; Mat. 25:31; João 14:3; Fil. 3:20; 2 Tess. 1:7-10; 2 Tim. 4:1; Tito 2:13; Heb. 9:28; Apoc. 19:11-21.
- (2). VisívelMat. 24:27. Todas as passagens supra implicam a visibilidade de Sua vinda; mas a passagem inda agora dada sob esta última epígrafe mostra que Sua vinda (em uma de suas fases) será incisivamente visível ao mundo inteiro.
- (3). Como um ladrão -1 Tess. 5:1-4. Esta passagem descreve Sua vinda como ela será para os ímpios, porém especifica que não é para ser assim aos justos.
- (4). Em glória e esplendor indescritíveis -Mat. 16:27; 24:29,30; Mar. 8:38; Tito 2:13; Apoc. 19:11-16.
- (5). Duplicada -A vinda de Cristo consistirá de duas fases. Notemo-las:
- A. A primeira fase.Esta fase será:
- (a). No ar. 1 Tes. 4:15-17. Não há sinal aqui de que Ele venha sobre a terra nesse tempo.
- (b). Para Seu povo. João 14:3.
- (c). Como um noivo. Mat. 25:1-10. O casamento e ceia dele (Apoc. 19:9) são típicos das bênçãos consumadas da salvação. Gente salva constitui a noiva (Apoc. 21:2-27).
- B. A segunda fase. - Esta fase será:
- (a). Na terra. Zac. 14:4; Mat. 25:31.
- (b). Com Seu povo. Zac. 14:5; Judas 14; Apoc. 19:14.
- (c). Como um destruidor. 2 Tess. 1:7-9; 2:8.
- (d). Como um juiz. Mat. 21:31-46.
- (e). Como um rei para conquistar e reinar. Zac. 14:9; Apoc. 19:11-16; 20:1-5.
Tragédia no Haiti
É importante a mobilização de todos: Países, líderes, empresários, profissionais, igrejas em fim, cada cidadão é importante neste empreendimento humanitário.
Você pode até deixar a responsabilidade para os outros, porém, como cristão, todos nós temos a obrigação de orar e pedir a Deus proteção para este povo e se mobilizar para fazer algo. Talvez a minha e a sua presença lá não seja importante, mas você pode pedir para que o Senhor Deus abençoe aqueles que vão estar na linha de frente e o guarde.
Parabéns ao governo brasileiro; aos militares; corpo de bombeiros; médicos; enfermeiros; em fim, são tantas pessoas que tem um coração bondoso que valia apena citar pelos nomes. E a esta nação chamada Brasil. País sofrido com tantos problemas, mas com tanta gente de bem que se importa com o sofrimento do companheiro. Mesmo sem saber falar bem alguns idiomas, mas que através de um sorriso sabe se expressar: Eu me importo com você.
E a igreja Evangélica Brasileira, que aparentemente dividida, mas que em um momento como este se une para trabalhar a favor daqueles que não tinham nada e perderam tudo e que a coisa mais importante neste momento e ter um amigo.
Aos povos haitiano, independente de sua fé, somos brasileiros de coração aberto para compartilhar a mesma dor e perdas que vocês tem sentido.
Retiro 2010
A Proporção da Gratidão
- Lc.17:15-17
O Grande Agostinho de Hipona, popularmente conhecido como Santo Agostinho, um dos grandes teólogos da igreja de todos os tempos. Escreveu uma obra em formato de oração denominada "Confissões".
Nesta obra, de caráter biográfico ele registra todos os acontecimentos da sua vida desde a sua infância, formação intelectual, sua vida desregrada, as inúmeras orações de sua mãe Mônica pela sua conversão, o seu encontro com Ambrósio, o voltar-se para Deus.
Se tivéssemos que destacar o tom geral da obra, diríamos que se trata de uma grande oração em gratidão a Deus por todos os seus benefícios que ele fez. Sem dúvida esta obra só poderia ser escrita por alguém que compreendeu profundamente as circunstancias da vida e aprendeu a desenvolver a Gratidão.
O Senhor Jesus cura um grupo de dez leprosos. Nesta ocasião, Jesus manda que os dez se apresentassem no templo aos sacerdotes para cumprirem todas as especificações da lei, os dez de fato haviam sido curados, mas só um deles agradeceu. Somente um deles fez o caminho de volta para agradecer Àquele que havia sido a fonte da sua cura.
Nesta história aprendemos algumas lições preciosas sobre a gratidão.
I- A Gratidão tem haver com a percepção dos benefícios.
Muitos são abençoados, mas poucos param para refletir sobre o quanto foram ajudados, estimulados, amados, capacitados ou protegidos. Muitos desejam algum benefício, mas quando o recebem logo se esquecem daqueles que os abençoaram. É triste, mas é verdadeiro. A ingratidão vem do esquecimento do bem e a gratidão vem da percepção dos benefícios. (vs 15 e 16)
II- A Gratidão não retorna na mesma proporção do bem que é feito.
Por esta razão, àqueles que fazem o bem não devem desanimar. Se você faz o bem às pessoas esperando reconhecimento você pode se frustrar. Aqueles que fazem o bem devem fazê-lo por que isto é bom e não por que serão reconhecidos por isto. Gal. 6:9
III- A gratidão traz uma benção ainda maior do que o bem recebido.
Aquele leproso, samaritano, havia encontrado o caminho de volta a Jesus o reconhecendo por tudo o que Ele havia feito. Este é o caminho da gratidão no que se refere aos homens, no que se refere a Deus o caminho é o louvor e a adoração. Este samaritano agradecido encontrou antes de muitos do povo de Israel o salvador. (V.19)
Os noves leprosos voltaram para suas casas livres de uma doença, este leproso voltou livre de todos os seus pecados.
Conclusão – A Gratidão será sempre uma semente que frutificará o bem.
Quando Deus dá novo ânimo
A vida humana é marcada pela inconstância do coração. Há dias em que somos tomados pela esperança e outros em que somos marcados pela melancolia. Há dias de encorajamento e dias de inquietante desmotivação. Há dias de paz e dias de angústia. Dias de alegria e dias de amargura. Dias bons e dias maus.
Diante dessa inconstância da vida, somos confrontados com um Deus estável, firme e inabalável. A Bíblia apresenta Deus como o sol do meio-dia, as grandes montanhas de Sião, o forte cedro do Líbano e as altas muralhas de Jerusalém, nos lembra que o Senhor não se abala, e esta é a base da certeza de que seremos salvos.
Davi é um exemplo de inconstância humana como talvez nenhum outro personagem bíblico. Por um lado, foi guerreiro implacável e na força de Deus derrotou o gigante filisteu. Por outro, adulterou com Bate-Seba e traiu Urias, um de seus leais soldados. Reconstruiu Jerusalém, que passou a ser chamada cidade de Davi; mas também magoou seus filhos e foi um desastre como pai. Era temente ao Senhor e foi chamado homem segundo o coração de Deus; entretanto, em sua família houve incesto, assassinato, mentiras e traição.
Talvez um dos momentos de maior melancolia e desespero na história de Davi tenha sido quando, voltando exausto de uma batalha, encontrou Ziclague, cidade onde morava, saqueada e destruída (as mulheres e crianças haviam sido levadas cativas). Amargurados, seus homens falaram em apedrejá-lo. Ali estava Davi, caído, sem consolo nem esperança. Mas algo inesperado aconteceu: "E Davi se reanimou no Senhor seu Deus" (1 Sm 30.6).
Esta frase arrebatadora revela-nos uma das mais poderosas obras de Deus na vida de seus filhos — levantar-nos quando tudo parece perdido. Ele abre o caminho quando não sabemos para onde ir. Faz romper o sol quando estamos presos na neblina da vida. Dá-nos perseverança quando nossa vontade é parar.
O mais intrigante é que este novo ânimo veio absolutamente do Senhor, pois não havia ali sinais de esperança. Ele caiu destruído, e levantou reanimado. Tenho pensado e orado para que Deus nos reanime nesse novo ano em que estamos entrando especialmente em três áreas: Comunhão, Ministério e Emoções.
Comunhão. A comunhão da Igreja tem, freqüentemente, sido confundida com convivência mais a comunhão estar longe de ser apenas convivência, ela é a união de corações e mentes, ou seja, sentimentos e objetivos e como resultado teremos uma boa e saudável convivência, a comunhão traz motivação, ânimo e aumenta a força do indivíduo e do coletivo que certamente suportará o dia mau.
Ministério. Diante das tribulações, angústias, questionamentos e críticas, o que nos alimenta em nosso ministério não é nossa capacidade humana nem o companheirismo daquele que está ao lado, mas Deus. A maior certeza que um ministro tem em seu ministério é que ele precisa desesperadamente de Deus. Se um dia esta certeza faltar ele perderá o rumo e o ânimo. Estará caído sem haver quem o levante. A auto-suficiência ministerial precede a queda.
Emoções. A ansiedade é um dos elementos mais corrosivos da alma. Há pessoas que, tomadas pela ansiedade crônica, pela insatisfação constante do coração, tornaram-se secas, perderam a brandura e não sorriem mais. Vivem sempre à espera de que amanhã seja melhor, que algo novo aconteça. A ansiedade crônica tem ceifado vidas, ministérios e a felicidade.
Naquele dia Davi estava acabado: sem família, sem cidade, sem liderança, sem a lealdade de seus amigos, sem futuro. Mas a reação dele indica uma atitude necessária a cada um de nós: obediência ao encorajamento de Deus. Ele se levantou!
Davi se reanimou em Deus. Levantou-se e, com alguns de seus homens, perseguiu os amalequitas. Tomou de volta as mulheres e crianças, e o despojo. Reconstruiu a cidade e habitou nela. Recuperou o respeito de seus homens com o brilho de quem um dia iria reinar sobre todo o Israel. Renove seu ânimo em 2010 trabalhe essas áreas na sua vida e veja que excelente resultado você terá.
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros
Psicóloga evangélica é censurada publicamente
“Ela não pode em hipótese alguma fazer referência a qualquer tipo de tratamento ou de mudança de comportamento no sentido de atingir as pessoas com orientação homoafetiva”, disse o presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, ao Portal Terra, com base na resolução 01/99 do conselho.
Pós-graduada com a tese “Da Homossexualidade à Heterossexualidade: há possibilidade de resgate da heterossexualidade”, Rozangela, que trabalha há vinte anos com homossexuais, disse se sentir “amordaçada” após a condenação do CFP. “Estamos diante de uma norma inconstitucional que impede a liberdade de pensamento e científica, e a expressão dos mesmos”, afirma.
Rozangela decidiu não mais atender pessoas com conflitos na identidade sexual homossexual, enquanto a decisão do CFP estiver vigente. Segundo ela, sua integridade física está ameaçada.
FECHANDO AS BRECHAS
Deus é um reparador de brechas, um homem que anda em santidade, ele sabe que as brechas são portas de entrada para todo tipo de malignidade. As brechas são buracos em nosso muro por onde a serpente quer entrar.
Um servo de Deus é aquele que interrompe a ação do inimigo destruindo as possibilidades de invasão do maligno.
I- O QUE SE CONSTITUI NUMA BRECHA
A) O PECADO -
O pecado é a porta de entrada de todo mal. A terra seca, os céus se fecham, o diabo entra e domina, impõe as suas leis de destruição através da brecha do pecado. Provérbios 26:2
Esta brecha é fechada através do arrependimento e do perdão de Deus, exercendo a confissão para sermos libertos. II Cro 7:14
B) TOCAR NO QUE É SAGRADO COM IRREVERÊNCIA II Sam 6:7
A brecha para que a morte viesse sobre Uzá foi a sua irreverência. Tocou no sagrado irreverentemente e morreu. Davi vestia a estola sacerdotal, dançava diante da arca e Deus o abençoava. Fechar esta brecha significa andar em aliança e santidade, ser revestido de autoridade para entrar no Santo dos Santos e provar o sobrenatural de Deus. I Coríntios 11:28-30?
Eu poderia dizer que a ceia do Senhor é uma espada de dois gumes, se tomarmos em pecado sofremos a conseqüência, se não a tomarmos a Bíblia diz que não temos vida em nós mesmos, João 6:53.
C) DESPREZAR A PALAVRA E A ALIANÇA – Deut. 28:15-20
Quando a nossa aliança é rompida, uma porta é aberta para satanás. Infidelidade, deslealdade, roubo, mentira, traição, e tudo que fere a nossa aliança com o Senhor é uma brecha. É o espírito de Judas que leva o homem a entregar o corpo de Cristo, rompendo a aliança, habilitando o roubo e a morte que é o salário do pecado. Rom. 6:23.
Hoje vamos reparar as brechas que foram abertas. O inimigo não encontrará passagem nem acesso para nos atacar. Feche hoje as brechas com:
Arrependimento e confissão – I João 1:9
Santificação – Heb 14:12
Aliança – Gen 17:9
II - UM REPARADOR DE BRECHAS LIBERA NA SUA VIDA:
1. A SEGURANÇA DO SENHOR É ESTABELECIDA - Neemias 6:1 Ler
Sambalate, Gesém e Tobias perderam as chances. Estavam furiosos. Cidade sem brechas é cidade segura. Satanás perde a porta de entrada, estamos seguros, malignidade alguma chegará à nossa tenda, mil cairão ao nosso lado, dez mil à nossa direita, mas não seremos abalados, estamos seguros em Deus, não há brechas.
1. INAUGURA-SE UM PODEROSO TEMPO DE PROSPERIDADE E RESTITUIÇÃO
Josué 7:24-26
Quando Acã morre, a brecha é fechada e Deus restabelece a conquista, o tempo do avanço está liberado.
Deus encontra lugar em nós para semear, pois a brecha por onde escoava foi fechada.
O tempo da prosperidade e da colheita abundante está liberado entre nós.
CONCLUSÂO
A partir de nós, Deus está levantando uma geração, que não permite infiltrações, que não tem aliança com o pecado, que repara as brechas e traz um novo tempo de milagres e prosperidade.
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Pastor Joel Pregando - Pau dos Ferros, RN
Pr. Joel Medeiros Pregando em Apodí
Cruzada Maranata Impactando Alagoas
Igreja de Cristo em Boa Esperança - Parnamirim / RN, Fone: (0xx84) 36452421, Pastor Titular: Pr. Joel Medeiors.
Pastor Joel Medeiros pregando na Igreja de Cristo em Pau dos Ferros RN
FEIRA BÍBLICA 2008
GTC - Grupo Teatral Cristão da Igreja de Cristo em Boa Esperança - Peça UM GRITO DE SOCORRO
Assece o novo site da igreja de cristo, feito para lhe servir melhor.
www.igrejadecristoicbe.com.br
Pr. Joel Medeiros Pregando em Apodí RN
SENAMIC - Secretaria Nacional de Missões da Igreja de Cristo
Deus te Abençoe: Pr. Joel Medeiros - pr.joel.icbe@hotmail.com
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A SAGA DO TRIGO
O pão é um dos alimentos mais comuns em nossos lares. Por esta causa, o cultivo do trigo sempre foi muito importante. Na bíblia, encontramos muitas referências a esse cereal, cujas características e utilização serviram para ilustrar diversos ensinamentos espirituais. Ele estava, inclusive, vinculado ao culto judaico através das primícias (Ex.34.22; Lv.23.17; 2Cr.31.5), dos pães da proposição (Ex.25.30) e outras ofertas (1Cr.21.23; Ez.45.13). Na igreja, temos sua presença no pão da ceia do Senhor, representando o corpo de Cristo
(Mt.26.26).
Em todos os tempos, a escassez do trigo era motivo de tristeza para o povo e representava, algumas vezes, sinal do castigo divino: "o campo está assolado, e a terra triste; porque o trigo está destruído, o mosto se secou, o azeite acabou" (joel 1.10).
Sua fartura era sinônimo de prosperidade e alegria: "E livrar-vos-ei de todas as vossas imundícias; e chamarei o trigo, e o multiplicarei, e não trarei fome sobre vós (Ez.36.29). "As eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de mosto e de azeite". (Joel 2.24).
As referências bíblicas geralmente associam o trigo ao vinho e ao azeite, elementos de grande valor simbólico no Novo Testamento. O vinho, como símbolo do sangue de Jesus, e o azeite representando a unção do Espírito Santo.
Existe um longo caminho que antecede o momento em que o pão fica pronto para o consumo, tudo começa com a semeadura. "O reino dos céus é semelhante ao homem que semeou boa semente no seu campo; mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se" (Mt.13.24-25).
Nossa existência é um campo fértil. As boas sementes precisam ser cultivadas, mas as ruins prosperam por si mesmas ou são semeadas pelo inimigo. As ervas daninhas e os espinhos tentam sufocar a boa semente (Mt.13.7,22). O secundário tenta anular o principal, ocupando nosso tempo e gastando nossa energia.
O comportamento e as escolhas de outras pessoas também podem interferir na nossa plantação. Precisamos estar atentos para arrancar as plantas malignas ou inúteis sempre que possível. Não podemos dormir, no sentido
de estarmos descuidados em relação ao nosso campo.
A perda que é ganho - "Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto" (João 12.24).
Lançar o grão ao solo parece perda e desperdício. Assim é toda renúncia que fazemos em prol do reino de Deus. Ao falar sobre o grão de trigo, Jesus se referia a si mesmo, sua morte e ressurreição. Ele haveria de dar a sua vida para que muitas outras fossem salvas.
A espera recompensadora - Depois que o grão cai ao chão, vem um longo tempo de espera, antes que ele ressurja, com uma nova forma, para produzir muitos grãos. Seja paciente e cuide de sua lavoura. "Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas" (Tg.5.7).
Aguarde o crescimento da planta, a produção da espiga e o seu amadurecimento. Não podemos ser precipitados nas nossas vidas, tentando antecipar o que deve ser esperado. Por outro lado, no tempo da maturidade, não se deve esperar, mas colher. "Levantai os vossos olhos, e vede os campos, que já estão brancos para a ceifa" (João 4.35). Assim que o fruto amadurecer, logo lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa" (Mc.4.29).
O fim que não é fim - Na semeadura, enterra-se a semente. Parece o seu fim, mas não é. Da mesma forma, depois que a planta nasce, cresce, produz e sua espiga amadurece, vem a foice para cortá-la, em outro momento de aparente destruição, mas a colheita não é o fim. É o início de uma nova etapa. O trigo colhido deve ser debulhado e exposto ao sol para secar.
A Vara e a Limpeza - Depois vem o processo de separação entre o grão e a palha. "Que tem a palha com o trigo? diz o Senhor" (Jr.23.28).
A palha é muito importante para proteger o grão durante o processo de crescimento e amadurecimento. Depois, torna-se inútil e precisa ser arrancada. Para tanto, os povos dos tempos bíblicos pisavam o trigo ou colocavam-no sobre uma grande pedra, chamada eira, e batiam nele com varas. O vento ia retirando a palha solta, enquanto o grão, por ser mais pesado, continuava sobre a pedra. "Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará" (Mt.3.12).
Quando os grãos estão limpos, ainda não terão chegado ao fim do processo. Uma parte deles pode ser tostada e servida (ISm.25.18). Outros porém, se transformarão em farinha para que se faça o pão. Depois de tanto `sofrimento', o trigo ainda precisa ser esmagado e moído, reduzido a pó, perdendo sua forma, aparência e estrutura. Só a essência permanecerá. "O trigo é esmiuçado, mas não se trilha continuamente, nem se esmiúça com as rodas do seu carro, nem se quebra com os seus cavaleiros" (Is.28.28).
Quando a farinha está pronta, acrescenta-lhe água, sal e azeite. Esta é a massa do pão asmo. Se for acrescentado fermento, torna-se pão comum e será necessário esperar seu crescimento. Em ambos os casos, a massa será levada ao forno quente, onde ficará até que esteja completamente assada e pronta para o consumo.
Disse Jesus: "O pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo". Disseram-lhe, pois: "Senhor, dá-nos sempre desse pão". Declarou-lhes Jesus. "Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome... Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre" (João 6.33,34,35,51). Não foi por acaso que ele nasceu em Belém, cidade cujo nome significa "casa do pão".
(Is.53.,) . "Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades. v.5. - Todavia, foi da vontade do Senhor moê-lo, fazendo-o enfermar; quando ele se puser como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias, e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos" v. 10
Quando serviu a ceia, "Jesus tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo" (Mt.26.26).
Conclusão: O Novo Testamento aplica aos cristãos as lições do trigo (Mt.13.30), da farinha (Mt.13.33), da massa (ICo.5.6-7; Gal.5.9) e do pão (ICo.5.8). Nós passamos por diversas etapas no processo para desenvolver em nós a imagem de Cristo. Em vários momentos, achamos que é o nosso fim, mas depois percebemos que era apenas uma passagem. Às vezes, somos colocados para esperar. Também passamos por tribulações que parecem destruidoras. Entretanto, não seremos aniquilados. A tribulação está sujeita aos limites estabelecidos por Deus (Is.28.28). A palha está sendo arrancada. Haverá perdas nesse processo, mas o resultado será excelente. O que é superficial será rompido para que a essência se manifeste. Podemos passar por situações que não merecemos, porém necessitamos. O que o trigo fez para apanhar tanto? Nada. Jesus também apanhou sem ter cometido crime
algum.
O inimigo procura interferir em todas as fases dessa transformação. Tenta furtar a semente (Mt.13.19), misturar joio no nosso campo (Mt.13.25), colocar fermento maligno na nossa massa (Mt.16.6,12). Por isso, precisamos vigiar.
O joio, planta semelhante ao trigo, muitas vezes se encontra no meio do trigal, mas é poupado de muitas maneiras. Não é propósito do agricultor levá-lo à eira nem ao moinho. Nesses momentos, enquanto o trigo está sofrendo, o joio fica isento de tudo. Enquanto os filhos de Deus apanham de vara, os ímpios parecem superiores e vivem em melhores condições. Contudo, o joio está reservado para o fogo, pois para nada mais serve. Seu fim é ser queimado. "Pois assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será no fim do mundo. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino todos os que servem de tropeço, e os que praticam a iniqüidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça" (Mt.13.40-43).





