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Síndrome do irmão mais velho

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À VONTADE DE DEUS PARA A IGREJA NA SOCIEDADE ATUAL

Leitura: Mat. 4:11o 1º. Ser discípulo de Jesus implica em: a) Ser não o ter. b) Sem sombras projetadas tais como: dinheiro, fama, poder, reputação. Exp.: Jesus quando viu Natanael, viu sem sombra quando estamos sós, se projeta o nosso ser. c) O maior problema das sombras é que nós a admiramos e não queremos que as sombras de ninguém se projetem em cima dela. 2o. Se tu és o filho de Deus, ou seja, mostra quem Você é. a) A tentação de mostrar que tem poder. b) As sombras tanto vêm da nossa humanidade como da influência diabólica. c) Joga-te do pináculo para baixo, porque os anjos vão te segurar. Tentação: vou sair da Igreja vou entregar meu cargo, o desejo oculto é que os terceiros venham aparar pelo prestígio e “valor” daquela pessoa. 3o A tentação da projeção da imagem, “tudo isso te darei” mais prostrado me adore. a) Como vencer essas sombras? b) No deserto “só”.c) Na cruz. d) Cultuando só a Deus, não ao materialismo, ao ego, a fama. Conclusão: Ser Igreja é ser modelo da Trindade: a) Ninguém é maior. b) Hierarquia invertida – no mundo se tem sombras e títulos para ser reconhecido, no reino é para servir.

A DIFERENÇA ENTRE DOIS GUERREIROS

Leitura: Mal. 3:18; I Samuel 17:10,11 e 16. O gigante crescia diante de Israel, na afronta e intimidando. Ler: I Sm. 17: 41-47. 1o A diferença está em quem é o seu Deus. a) O deus de Golias era Dagon (v. 43), Dagon era o deus nacional dosFilisteus, era o deus da agricultura. b) O Deus de Davi era o Senhor dos Exércitos (v. 45). 2o A diferença está na visão. a) De Golias – Física (v. 42). b) De Davi – Espiritual e de Fé (v. 47). 3o Na dedicação da vitória. a) De Golias é para glória própria (v. 44). b) De Davi é para a Glória de Deus (v. 46). 4o A diferença está no que eles confiavam. a) Golias, na força do seu braço. b) Davi, no Senhor. Conclusão: Durante quarenta dias Golias afrontava Israel crescia diante do povo de Deus.Não deixe que os gigantes cresçam diante de você, pois você faz a diferença que conquista a Vitória.
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros

A DEMORA DE DEUS

Leitura: Jo. 6:16 Int. Todos nós já tivemos a impressão de que Deus atrasa, de que há ocasiões nas quais o Divino é lento. A pergunta pertinente ao desenvolvimento de nosso Raciocínio é a seguinte: Terá Deus algum propósito quando chega atrasado?  

1º Na demora Deus nos mostra que Seus métodos não são os nossos. a) (v22) Os discípulos haviam deixado um pequeno barco para Jesus remar, eles aguardavam a aparição de Jesus em meio à noite escuta, remando um barco (17). b) Às vezes queremos determinar o veículo por meio do que Jesus deve manifestar-se, e não nos preparamos para outro tipo de manifestação Divina.  

2º Deus Demora, para conduzirmo-nos à esperança (17).a) O texto diz: Jesus ainda não viera ter com eles (ainda). b) A esperança só é esperança em meio ao “atraso” e a “demora” (Rm. 4:18-21, 8:25, 15:4 ) – Acrescente um “ainda” naquelas coisas pelas quais você ora e você ainda verá um milagre.  

3º Deus Demora a fim de revelar-nos que o tempo está em suas mãos (21). a) A narrativa nos dá conta de que, após ter entrado no barco, Ele logo chegou ao seu destino. Em outras palavras: Jesus, quando entra em nossa vida supre o tempo supostamente perdido com o seu aparente atraso. b) Você pode esta orando por algo há anos, mas saiba de uma coisa quando o milagre acontecer, “o tempo Perdido” será plenamente suprido pela força e intensidade da presença de Jesus.  

Conclusão: Se já está escuro e Jesus ainda não veio ter com você, então Ele quer que você tire da mente os modelos convencionais de milagres e o espere de maneira nova, que você encha o seu coração de esperança, e que creia na real possibilidade de você vir atingir os seus alvos correndo na velocidade Divina.
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros

A CARREIRA QUE NOS ESTÁ PROPOSTA

Leitura: Lucas 22: 3-38, Heb. 12: 1-3. Int. A palavra carreira empregada no texto aponta para as nossas atitudes, a forma como encaramos o mundo e suas complicações, a maneira como nos comportamos diante do ensinamento de Jesus, de seus conselhos, a disponibilidade de vivenciarmos na prática a palavra de Deus.Conta-se que um pastor de sucesso, que crescia a sua igreja fenomenalmente, tinha um método próprio de trabalho, incentivava a arte da disputa. Exp. Premiava quem ganhasse mais almas durante o mês quem trouxesse mais visitantes e etc. Um dia sentiu-se chamado por Deus para ir a uma missão evangelizar índios em uma tribo Amazônica que não conhecia ainda o Evangelho, e ao fazer uma competição para premiar quem ganhasse uma corrida de atletismo, não pode entregar o prêmio a nem um dos concorrentes. A cultura daquela tribo, era de que, não se poderia ser um vencedor ou ter alguma honra se numa caminhada o mais forte deixasse para traz o mais fraco, ele teria que carregar o que estava caído no caminho, só assim seria honrado. Deus conduziu o Pastor aquela tribo não para ensinar mais para aprender. Aquela tribo não conhecia a teologia do evangelho de Jesus, mais vivia o método que Cristo pregou e aplicou. 1. Algumas considerações a respeito dos métodos de Jesus. Ø Eu, porem, roguei por ti, para que a tua fé não se desfaleça (32). Ø Tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos (32). 2. O lugar onde O Senhor Fala. Ø Não é nos palácios de Anás e Caifás sumos sacerdotes e sim no deserto onde está João (Lc. 3:1-2). Ø Não é na presença dos “grandes” da terra (Lc. 23:8-9), mais no jardim (Lc. 22:41-43). 3. A guerra de Jesus (35-38). Ø “Basta” o sentido real da ordem de Jesus, “compre espadas”, não era baseado na guerra da demissão material e sim Espiritual (Nossa luta não é contra carne ou sangue). Ø É a guerra contra sua frágil humanidade recheada de sentimentos terrenos (Lc. 22:44). 4. A nossa carreira parte do princípio da sensibilidade de perceber a vontade de Deus. Ø A partir daí conseguirmos dizer o que Deus quer, falar e apontar onde Deus estar. Ø Obedecermos a Deus não porque Ele é o Senhor, mais porque Ele é o dono de tudo.Deus
Abençoe: Pr. Joel Medeiros

Quatro Passos para um milagre

I Samuel 1º : 1-5. 1º Não desse ao nível dos Provocadores. Diferença entre Ofensa e provocação (Cp, 1:5-8) 2º Não fabrica crises conta as suas magoas em oração. (10 – 11) 3º 1 Samuel 1:13 -18. Coração humilde, Provérbios 16:19 Melhor é ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os soberbos. Provérbios 29:23 A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra. 4º cumpri seus votos – I Sam. 1: 27-28 Eclesiastes 5:5 Melhor é que não votes do que votes e não cumpras.

Uma aliança em tempo de crise

JOSUÉ: 24:15. 1º Josué resgata a historia de livramentos e vitória, como resultado da parceria com Deus. 2º Mostra a realidade do presente de um povo volúvel e que facilmente se desvia da orientação divina. 3º coloca diante do povo uma escolha e dar um exemplo de vida e sacerdócio. CONCLUÇÂO: O testemunho exemplo de Josué motiva p povo a voltar-se para Deus. O nosso testemunho e sacerdócio deve ser um agente de motivação, começando em sua família e continuando nos de fora.

A Muralha de Jericó

Josué Cap. 6:1-25 Depois de viajar pelo deserto durante quarenta anos, os israelitas chegaram, finalmente, diante de Canaã. Agora, era só entrar na terra e fazer o loteamento. Certo? Errado. As coisas não eram assim tão simples. Havia no caminho uma imensa muralha. Muitas vezes, nos encontramos em situações semelhantes. Quando pensamos que vamos "tomar posse da bênção", surge uma imponente muralha que parece zombar de nossas esperanças. Entretanto, não vamos desistir dos propósitos de Deus para nós. Não vamos assentar no meio da estrada. Não vamos voltar ao Egito. Essa deve ser nossa atitude de fé: olhar para frente e prosseguir. Tudo aquilo que impede a bênção, que impede o êxito, todo problema que parece insolúvel, é um tipo de muralha colocada por Satanás e permitida por Deus. Nesse contexto, Satanás tem o desejo de nos fazer fracassar. Entretanto, utilizando-se da mesma situação, Deus espera que saiamos vitoriosos, experientes e fortalecidos. Diante do obstáculo, muitas pessoas tentam vencê-lo através de meios humanos. Imagine, se Josué resolvesse pular o muro ou cavar um túnel... Provavelmente, sua história não estaria na Bíblia e precisaríamos de outro assunto para esta mensagem. Porém, o líder de Israel escolheu os meios divinos, mesmo sendo incompreensíveis e desprovidos de lógica. A mente humana nos aconselha a dar um "jeitinho", buscando uma solução mundana ou ilícita para o problema. Deus, porém, muda as situações pelas vias da integridade e da justiça.
Para que o Senhor possa agir, alguns requisitos são necessários:  

1 – A ARCA – O povo precisava ter a arca indo à frente. Aliança Se queremos vencer as barreiras, precisamos ter compromisso com Deus e uma comunhão real com ele.  

2 – RODEAR A CIDADE - O povo precisava andar em volta da muralha. Aqui está a questão da obediência e da ação. Se você está consciente de que Deus lhe deu uma ordem, obedeça. Se você não sabe o que fazer diante do problema, ore, consulte a Bíblia, consulte a liderança da igreja e parta para a ação. Jesus disse: "Eu sou o caminho" (João 14.6). Logo, precisamos andar. A vida cristã não é um estacionamento.  

3 – TEMPO – Israel deveria andar em torno de Jericó durante 7 dias. Aqui está o teste da perseverança e da paciência. Você deve obedecer hoje e continuar obedecendo amanhã, mesmo que os obstáculos pareçam mais firmes do que antes. Você deve ser mais firme do que a muralha. Sua fé deve ser mais resistente. No sétimo dia, a muralha caiu. Não podemos fazer uma regra para Deus e dizer que ele sempre vai agir depois de 7 dias ou depois de 7 orações, etc. Ele pode agir no primeiro dia, ou no sétimo, ou no vigésimo-primeiro, como aconteceu com Daniel (cap.10), ou em outro dia qualquer. O que concluímos é que Deus tem um tempo certo para tudo, apesar de que, em alguns casos, nós é que retardamos as bênçãos devido à nossa incredulidade, passividade e desobediência.  

Conclusão: Depois que Israel fez tudo o que Deus ordenou, a muralha ruiu e o povo pôde conquistar a cidade. Que Deus nos abençoe e nos ajude a conquistar todos os nossos direitos espirituais em Cristo.

Paradigmas de liderança em tempos de crise

O que é um paradigma? A palavra significa: Modelo, padrão. Ilustração do paradigma da visão. O que você estar vendo, é o mesmo que eu estou, porem eu posso ter uma interpretação diferente, porque em minha mente existe outros modelos de conceito e valores. Iremos usar dois modelos para ilustrar estilos de igrejas e estilos de lideranças, e procurarmos uma síntese conceitual do que queremos para nossa igreja. Igreja quitanda: a quitanda é um mercadinho da esquina que tinha suas vantagens e desvantagens. a) Vantagens: o freguês sempre era atendido pelo dono, o dono não estava preocupado com a concorrência, não havia um espírito competitivo, as compras era uma transação entre amigos, as pessoas que lar iam promovam e Satisfaziam-se apenas com o básico, o essencial, o caráter era a principal moeda e a palavra empenhada era reconhecida e tinha valor. b) Desvantagens: não tinha tudo em que se queria, não tinha novidade, o local não era de luxo, o sortimento de produtos era limitado. Igreja supermercado ou hipermercado: Não se estabelece mais na vizinhança, a freguesia é sempre estranha, ninguém conhece mais ninguém, na verdade para o supermercado, pouco importa, pois as pessoas que vão ali não são pessoas com passado, família e nomes, são apenas consumidores. O dono ou o gerente nunca estar por perto, eles não conhecem você nem fazem questão de conhecê-lo. Para o supermercado o básico não e o mais importante e sim o supérfluo, que vem com a promessa de uma vida mais confortável e mais feliz. O importante não são as pessoas e sim sua capacidade de consumo, para isso não poupam propagandas, promoções e promessas. As propagandas também servem para atrair os consumidores insatisfeitos do outro supermercado. Usam a propaganda para criar e induzir novas necessidades, os apelos sempre são voltados para as emoções, para auto afirmação dos homens e mulheres carentes. Esta mudança da quitanda para o supermercado é, talvez, a que mais desperta nossa preocupação pelo fato de um paradigma de benefícios destorcido da vontade de Deus. (2 Reis 5:20-27, Romanos 12:2). De um paradigma de liderança que vira gerente. (1 Crônicas 21:1-7). De um modelo de adorador que vira consumidor. ( João 6:22-27). De um paradigma de servo que vira artista de palco. (Mateus 6:2-5)
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros

O Paradoxo de uma Lágrima

Isaías 38:1- 5, - Vai e dize a Ezequias: Assim diz o SENHOR, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; acrescentarei, pois, aos teus dias quinze anos.As lágrimas de um crente podem mudar situações estremas. 1. Quando somos afligidos nossos adversários nos desafia a produzir provas de que Deus vem em nosso socorro. Salmos 42:3 - As minhas lágrimas têm sido o meu alimento dia e noite, enquanto me dizem continuamente: O teu Deus, onde está? – filhos de corá 2. - Salmos 102:9 Por pão tenho comido cinza e misturado com lágrimas a minha bebida, - Davi 3. – Deus não esquece o choro do crente - Salmos 56:8. Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro? 4. – Servir com lágrimas, o salário é o Júbilo, Salmos 126:5. Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. 5. - Jó 16:20 - Os meus amigos zombam de mim, mas os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus,6. Isaías 25:8 -Tragará a morte para sempre,- e, assim, enxugará o SENHOR Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o SENHOR falou. A Promessa de Deus: Jeremias 31:16 - Assim diz o SENHOR: Reprime a tua voz de choro e as lágrimas de teus olhos; porque há recompensa para as tuas obras, diz o SENHOR, pois os teus filhos voltarão da terra do inimigo.Lágrimas de Alegria: - Esdras 3:13. De maneira que não se podiam discernir as vozes de alegria das vozes do choro do povo; pois o povo jubilava com tão grandes gritos, que as vozes se ouviam de mui longe. Lágrimas de Arrependimento - Esdras 10:1 Enquanto Esdras orava e fazia confissão, chorando prostrado diante da Casa de Deus, ajuntou-se a ele de Israel mui grande congregação de homens, de mulheres e de crianças; pois o povo chorava com grande choro.

O desafio de seguir a Cristo

Texto-base: Jo. 6:35-37,66-68 Introdução: Vida cristã não é uma filosofia. É andar com Jesus. É seguir a Jesus. Quem segue não escolhe a direção a ser tomada. Pergunta-chave: Até onde você está disposto a seguir a Cristo ? - Vamos traçar um paralelo entre a vida cristã e o caminho de Israel entre o Egito e Canaã. 1 - O início da caminhada: Conversão (encontro, libertação do Egito, primeiro amor). Em destaque: as bênçãos - Os israelitas se enriqueceram com ouro e prata (Ex. 12:35). Nesse ponto, Miriã dançou e cantou. Seguir a Cristo no momento da benção é muito fácil. 2 - O meio do caminho: Deserto - Provação, renúncia, bênção sob medida (maná). Tempo de vencer ao diabo e vencer a si mesmo. Nesse ponto, Miriã se rebelou contra Moisés. Seu motivo para seguir Jesus será testado : pão terreno ou pão celestial ? (Hab. 3:17-18). Você seguiria a Jesus sem bênçãos ? Pode parecer absurdo. (Exemplos: teste do jovem rico e de Jó). 2.1 - Perspectiva incorreta sobre o cristianismo. Expectativas ilusórias: esperar apenas o que é agradável. Mat. 13:20-21 - a semente entre as pedras (ofensa) - O convertido que não contava com tribulações (Teologia da Prosperidade). O objetivo do ser humano é apenas o bem-estar, conforto e felicidade. É o ter. Focalizamos o que é passageiro. 2.2. - A perspectiva correta: A visão de Deus é, sobretudo, a formação do caráter cristão em nós. É o ser. Focaliza o eterno. A maior experiência do cego de Jericó não foi enxergar, mas encontrar Jesus. 3 - O alvo e os obstáculos: Quem segue Jesus quer ir para onde ele vai. Jesus vai para junto do Pai. Vai para o céu, mas no caminho existe uma cruz. Você ainda quer segui-lo ? Queremos reinar com Cristo. Podemos beber o cálice que ele bebeu ? (Mc. 10:35-40) Salmo 23:4 - Seguindo a Jesus no vale da sombra da morte. Quem perder a sua vida por amor de Cristo acha-la-á. (Mt. 16:25). Os discípulos enfrentaram até mesmo a morte física. 4 - A chegada - A Canaã celestial para quem seguir a Cristo até o fim. Miriã não entrou em Canaã. - Mat. 12:29 - A recompensa Na Nova Jerusalém não haverá provações (Ap. 21:1-5), mas, por enquanto, precisamos suportá-las.Conclusão: Jesus não dispensa seus seguidores. Ele nos ouve, nos perdoa e nos aceita. O problema é que muitos seguidores desistem, desviam do caminho. Escolha caminhar com Jesus.

Conceito de liderança segundo Jesus Cristo

Texto base: Mt.20.25-28 Introdução - Quando Jesus veio já estavam desenvolvidos grandes conceitos como a democracia. O que Cristo poderia acrescentar ao assunto “liderança”? Jesus não veio acrescentar, mas revolucionar os conceitos existentes. 1- Jesus foi o maior líder e o maior formador de líderes da história. “Líderes não criam seguidores - criam mais líderes” Tom Peters. 2 – O grupo dos discípulos – uma escola de líderesNum grupo de 12 líderes é possível haver situações difíceis - todos querem mandar e ninguém quer obedecer. “Existem muitos caciques, mas nenhum índio”. Surgiu um ambiente de competição – qual deles seria o maior? Mt.18.1-4; Lc.9.46; Quem seria o líder dos líderes? 3 - Jesus revolucionou o conceito de liderança (Mt.20.25-28) quando mostrou aos discípulos que o líder cristão é um servo (Mt.23.11; Mc.9.33-35; Lc.22.24-27). Eles devem ter ficado surpresos e decepcionados. Não se deve buscar a liderança por status, riqueza ou superioridade. “O pastor é um servo das ovelhas. Ele existe por causa delas e não elas por causa dele”. (Ken Blanchard). 4 – O próprio Jesus foi um líder-servo (Fp.2.5-8). O que ele mandou ele fez (deu exemplo), (exceto arrepender-se). Ele pregou o evangelho, curou, ressuscitou mortos, expulsou demônios, foi perseguido, sofreu e morreu. O líder vai à frente, faz primeiro, mostra como fazer.Ele lavou os pés dos discípulos (João 13). O líder autoritário mandaria que alguém lavasse seus pés. Ele veio servir e dar a sua própria vida. O líder não deve apenas fazer exigências, mas doar-se. 5 – Lições do Salmo 23 – relação pastor e ovelhas – relação Deus e o salmista – exemplo para os líderes cristãos – O líder – um pastor – cuida com amor, alimenta, conduz, auxilia, protege, busca a ovelha perdida. “Guia-me mansamente”, com bondade e misericórdia. O bode precisa de rigor, mas não se pode achar que haja somente bodes no rebanho. O pastor não é o dono das ovelhas. Deve cuidar delas sabendo que vai prestar contas ao Senhor (IPd.5.2-4; Heb.13.17). Conclusão – Trate seus liderados como você gostaria que Deus lhe tratasse. Seja amoroso e justo. Quando o Senhor vier, ele recompensará aqueles que tiverem cuidado bem de suas ovelhas. “Os que a muitos ensinam a justiça, resplandecerão como as estrelas, para sempre e eternamente” Dn.12.3.
Deus abençoe: Pr. Joel Medeiros

A pesca maravilhosa

Texto-base: Lucas 5.1-11 Introdução - O ministério de Jesus teve muitos aspectos e áreas de atuação. Ele curou enfermos, expulsou demônios, etc., mas uma de suas principais atividades foi o ensino. Por isso, ele era chamado rabi, mestre. O texto de Lucas 5 nos mostra Cristo selecionando alguns de seus alunos.

1- Aula teórica - Lc.5.1-3 - Jesus ministra à multidão. O local é a praia. Em destaque: o conhecimento. Muitas pessoas querem ouvir a palavra de Deus, mas sem compromisso. Talvez quisessem apenas algum benefício pessoal, o que não é errado, embora seja insuficiente.

2- Aula prática - Lc.5.4-9 - Jesus ensina aos discípulos. O local é em alto-mar. Em destaque: o poder. Nossa experiência com Cristo não se resume a palavras. A multidão foi embora. Poucas pessoas têm uma experiência mais íntima com Jesus. A praia, terra firme, é onde se aprende a teoria, mas o pescador não pode ficar para sempre na praia. Os desafios das águas profundas, com suas tribulações e dificuldades, trazem grandes experiências e resultados. Os maiores peixes estão em alto-mar. (Obs.: o “mar de Genesaré”, também chamado “mar da Galiléia” é, de fato, um lago muito extenso: 21 km. de comprimento por 12 de largura). O que foi ensinado naquela aula? Fundamentos para a vida cristã, o ministério e a igreja.

Ação divina - aquela pesca extraordinária só foi possível pela operação do poder de Deus.

Ação humana - os pescadores precisaram fazer sua parte: ir para o mar alto, lançar as redes e puxá-las de volta. Através da obediência, eles demonstraram fé na palavra de Jesus.

Ajuda mútua - Jesus providenciou uma quantidade de peixes que superava a força individual. Os discípulos estavam sendo ensinados a trabalharem em equipe. O egoísta quer todos os peixes para si. Por isso, não pede ajuda e acaba perdendo tudo.

3 - O curso avançado - Lc.5.10-11 - Jesus chama aqueles discípulos para serem pescadores de homens. Em destaque: desafios crescentes e experiências além da imaginação. Começava então o curso de três anos, no qual Jesus prepararia seus apóstolos. Como exemplo, podemos citar os versos 12 e 18, que falam sobre a cura de um leproso e um paralítico.

Conclusão: Após a ministração da palavra de Deus, Jesus quer fazer milagres na vida de cada um. Assim como Pedro se prostrou aos pés do Mestre, reconhecendo sua própria condição de pecador, é necessário que cada ouvinte da palavra, reconheça seus pecados, se prostre-se diante de Jesus e faça um compromisso de ser seu discípulo, seguindo-o por toda a vida (Lc.5.11).

A arca da aliança - 2

Texto básico: Êxodo 25.10
Introdução: Os templos pagãos tinham imagens de ídolos. O tabernáculo de Israel tinha arca como símbolo da presença de Deus e do compromisso entre Deus e Israel.  

1 - Episódios envolvendo a arca:
a) - Bezaleel fez (Êx.37.1)
b) - Eli perdeu (I Sm.4.11)
c) - Davi recuperou (I Cron.15.25-29 16.1).  

2 - Hoje, o tabernáculo de Deus é o próprio homem. (I Cor.3.16). Todo homem precisa da arca, a presença de Deus em sua vida. De que serve um tabernáculo vazio? Talvez será invadido por outros "moradores"

3 - O que havia dentro da arca? (Hb.9.4) O maná, a lei gravada em pedras, a vara florescida de Aarão. O maná representa Jesus (João 6.31-35). A lei corresponde à palavra de Deus, a Bíblia. A vara de Aarão, um galho seco que floresceu, é uma demonstração do poder do Espírito Santo. Para se ter à presença de Deus DENTRO do homem, é preciso aceitar a Jesus. Para que essa presença possa ser plenamente atuante, é necessário o conhecimento da palavra de Deus e a unção do Espírito Santo.  

Conclusão: Um dia a arca foi perdida, mas alguém a recuperou. Através de Adão, toda a humanidade perdeu sua comunhão com Deus. Muitos cristãos perderam tantas bênçãos de Deus com o passar do tempo.Tantas manifestações de Deus deixaram de acontecer! Quando Davi recuperou a arca, houve uma grande festa. Transforme sua vida em uma festa espiritual. (Fazer apelo para que se recupere a "arca")
Deus Abençoe: Pr. Joel

A Arca da Aliança

A Arca da Aliança (Hb.9.1-4) - Deus ordenou a Moisés que fizesse um tabernáculo no deserto. Aquela foi a primeira representação terrena do que poderíamos chamar de "casa de Deus".
Ali seriam realizados os cultos ao Senhor. Era no tabernáculo que se faziam os sacrifícios e as orações sacerdotais. No seu interior estava, entre diversos utensílios, a Arca da Aliança, que era um móvel de madeira, revestido com ouro puro. Sobre ela estava o propiciatório, uma espécie de tampa em forma de coroa, também de ouro. Sobre essa peça havia dois querubins de ouro batido, colocados um de frente para o outro e com suas asas estendidas sobre a arca. Dentro dela foram colocados: um vaso com maná, as tábuas da lei e a vara florescida de Aarão. Enquanto que nos templos pagãos havia imagens dos falsos deuses, no tabernáculo Israelita havia a arca, que representava a presença de Deus. Hoje, não existe mais um tabernáculo no deserto, nem um templo de pedras onde Deus possa habitar. O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, dizendo que os cristãos são tabernáculos e templos do Senhor. (I Cor. 3.16 e II Cor. 5.1-4). Todas as pessoas são, potencialmente, tabernáculos de Deus. Mas muitas são tabernáculos vazios, pois não possuem a arca, não possuem a presença de Deus em seus corações.
O que seria do tabernáculo de Moisés no deserto sem a arca da aliança? Talvez pudesse ser confundido com um circo ou com uma tenda qualquer. É a arca que faz a diferença. É a presença de Deus em nós que justifica nossa existência e dá sentido à nossa vida. Os objetos colocados no interior da arca nos fazem refletir sobre o que deve haver no nosso interior:

- O maná - Este foi o alimento que Deus enviou para o povo no deserto, ao qual chamavam de "pão do céu". No evangelho de João, capítulo 6, o próprio Jesus se compara ao maná, dizendo: "Eu sou o pão que desceu do céu. A porção que deve ser ingerida a cada dia sua própria parte, " Para que a presença de Deus possa estar na vida de qualquer pessoa, o primeiro passo é receber o Senhor Jesus como Salvador. Não existe outra maneira de se estabelecer à aliança com Deus. Não há nada que alguém possa fazer para se aproximar de Deus, a não ser por meio de Jesus Cristo. Assim como o maná sustentou o povo no deserto, Jesus é o sustento para as nossas almas. Só nele a alma humana encontra sua plena satisfação.  

- A lei - As tábuas da lei foram colocadas dentro da arca porque os mandamentos constituíam o regulamento da aliança de Deus com Israel. A lei é a Palavra de Deus. Se já recebemos a Cristo em nossos corações, nossa próxima providência deve ser à busca do conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Como escreveu Paulo: "A Palavra de Cristo habite abundantemente em vossos corações". (Col. 3.16).

- A vara de Aarão - Essa vara era um pedaço de pau, galho da amendoeira, usado, provavelmente, para conduzir o rebanho. Quando Deus quis dar um sinal ao povo, fez com que a vara de Aarão, aquela madeira seca e velha, produzisse brotos, flores e frutos. Isso é extraordinário! Qual o significado da vara de Aarão para nós? O bordão da disciplina a palavra pastoral a obediência e submissão às autoridades sacerdotal instituída por Deus. Como conseqüência na vara manifesta-se o Poder de Deus, ação do Espírito Santo, de maneira que o impossível acontece e maravilhas se realizam. É o poder da ressurreição. O sinal da vara de Aarão nos mostra a ação de Deus quando já se pensa que é tarde demais. Se já recebemos o Senhor Jesus e já temos adquirido o conhecimento da Palavra de Deus, vivamos de acordo com os princípios de um povo ordeiro, dessa forma, nossa vida cristã não se resumirá em fé e palavras, mas em manifestação do poder de Deus. Notamos então que esses elementos contidos na arca da aliança nos mostram o que é necessário para que tenhamos a presença de Deus em nós e para que essa presença atue em plenitude nas nossas vidas, de maneira que nossa existência floresça e dê fruto. Tudo isso estava dentro da arca. São experiências, conhecimentos e compromissos interiores. É a presença do Deus invisível no recôndito do nosso espírito. A vida cristã é, antes de tudo, algo interior. É como a vida que se encontra escondida dentro de uma semente. A princípio, pode não ser valorizada nem reconhecida. O cristianismo não se firma sobre aparências exteriores. Suas bases estão profundamente arraigadas no âmago das nossas almas. Contudo, sua essência não ficará restrita aos limites íntimos de cada um. A presença de Deus, embora espiritual e invisível, transcende os limiares do coração, e se manifesta nos frutos do Espírito no nosso modo de viver. A semente se rompe e a vida se revela, uma vez que não pode ser contida. Que tenhamos em nós toda a plenitude de Deus. Que sejamos santuários cheios da glória celestial. Sendo assim, o poder de Deus se manifestará e todos saberão que o Deus verdadeiro habita no meio do seu povo. Amém

Quatro elementos que nos mostram o homem e nos apresenta Deus.

Leitura: Lucas 15: 11

Int. quando lemos este texto logo nos vem à mente a idéia do arrependimento do filho mais moço, do retorno, do conserto etc. Porem uma análise mais profunda do texto nos levará a identificar o que de fato Jesus quer nos ensinar a partir do conto deste episódio. Vejo no texto quatro elementos que identifica o comportamento dos homens diante de Deus e o comportamento de Deus diante dos homens.

1. Materialismo; o filho mais moço representa a figura do homem materialista que busca Deus pelo que ele tem, sai pra gastar os bens e volta em busca dos bens. ( V. 12 e 17 a 19) veja (João 6:68)

● Não quero que você perca o habito de pedir a Deus as suas bênçãos, porem, jamais isso deve tornar-se a razão de sua busca. “ quem assim o faz, murmura na dor ”

● Você devi vir a ele de sentimento muito mais que de corpo presente. (1 Coríntios 15:19)2.

2º Legalismo; A figura do filho mais Velho aponta para uma pratica legalista.

● Trabalho para ele e ele deve me dar o que quero,

● Tenho com ele uma relação empregado / funcionário, ele é obrigado a me dar porque faço. Nessa relação não existe amor existe apenas o toma lá, da cá. ( v 25 a 29), não há espaço para diálogo “ chamou um dos empregados” o profeta só esta mais em evidencia no momento da crise, quando o nosso coração não está com sensibilidade suficiente para sondar Deus.

3. Longanimidade; mesmo sabendo de nossas intenções materialista nos recebe, esperando que percebamos quão grande é seu amor e entendamos a necessidade do arrependimento.

4. Exemplo; O terceiro filho Jesus

● Ele é o filho que não faz por força da obrigação mas movido pelo Amor que leva a obediência.

● Ele não faz para receber ele deixou a gloria para fazer. (Filipenses 2:8)

● Ele não barganha sua existência para adiquirir bens, mas oferece-se para deixar as riquezas dos Céus trocando-a pela cruz. ( Isaías 53:7 Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.)

● Ele não tem inveja dos irmãos, pois, morreu por eles.

Identidade e Poder,

Identidade e Poder,

Tu és & se és Leitura: Lc. 3: 21 – 22 e 4:1º.

1º Tu és, declaração de Deus meu filho.

· Na declaração de Deus estar inserida a identidade de Jesus.

· Na declaração de Deus não há espaço para dúvidas.

· Na declaração de Deus não há solicitação de provas ou manifestação de evidencias.

2º Se és, questionamento do diabo· Usa o teu poder, manda, determina, prova. (quem é não precisa provar que é). Teologia da prosperidade.

a) – resposta de Jesus: o meu poder não é meu é derivado de Deus, vem da palavra, “está escrito”.

b) – O engano do maligno consiste em fazer alguém crer que pode viver sem a palavra de Deus – esqueça da palavra e foque em você.· Usa o meu poder, estratégia

3 – a glória do mundo, tudo te darei, curve-se diante de mim. “O nosso poder vem de diante de quem nós nos curvamos”.

Resposta de Jesus – meu poder não vem de você mais da adoração a Deus “é derivado da” . Você revela sua identidade na maneira como você administra o pode que recebeu.· Usa o poder de Deus, estratégia

4– aos seus anjos ordenará ao teu respeito. Usa testemunho para tirar proveito próprio, ofertas, glória, honras, reconhecimento etc. resposta – não tente Deus pois Ele é misericordioso mais também é justiça e não se deixa escarnecer (Gal. 6:7-8).

Conclusão: Como devemos desenvolver o nosso ministério? com poder ou sem poder? – com poder. Qual poder? – No poder do Espírito Santo (Vs. 14). Poder pra que ? – (vs. 16-19) “Para”Agenda do diabo: Desenvolva sua vida ministerial: usa o teu poder, usa o meu poder, usa o poder de Deus. Agenda do Espírito Santo: Desenvolva sua vida espiritual com: Oração, unção, missão. – a unção do Espírito tem a finalidade de nos encher para nos esvaziar.

Deus Abençoe: Pr. Joel