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Uma aliança em tempo de crise
A Muralha de Jericó
Para que o Senhor possa agir, alguns requisitos são necessários:
1 – A ARCA – O povo precisava ter a arca indo à frente. Aliança Se queremos vencer as barreiras, precisamos ter compromisso com Deus e uma comunhão real com ele.
2 – RODEAR A CIDADE - O povo precisava andar em volta da muralha. Aqui está a questão da obediência e da ação. Se você está consciente de que Deus lhe deu uma ordem, obedeça. Se você não sabe o que fazer diante do problema, ore, consulte a Bíblia, consulte a liderança da igreja e parta para a ação. Jesus disse: "Eu sou o caminho" (João 14.6). Logo, precisamos andar. A vida cristã não é um estacionamento.
3 – TEMPO – Israel deveria andar em torno de Jericó durante 7 dias. Aqui está o teste da perseverança e da paciência. Você deve obedecer hoje e continuar obedecendo amanhã, mesmo que os obstáculos pareçam mais firmes do que antes. Você deve ser mais firme do que a muralha. Sua fé deve ser mais resistente. No sétimo dia, a muralha caiu. Não podemos fazer uma regra para Deus e dizer que ele sempre vai agir depois de 7 dias ou depois de 7 orações, etc. Ele pode agir no primeiro dia, ou no sétimo, ou no vigésimo-primeiro, como aconteceu com Daniel (cap.10), ou em outro dia qualquer. O que concluímos é que Deus tem um tempo certo para tudo, apesar de que, em alguns casos, nós é que retardamos as bênçãos devido à nossa incredulidade, passividade e desobediência.
Conclusão: Depois que Israel fez tudo o que Deus ordenou, a muralha ruiu e o povo pôde conquistar a cidade. Que Deus nos abençoe e nos ajude a conquistar todos os nossos direitos espirituais em Cristo.
Paradigmas de liderança em tempos de crise
O Paradoxo de uma Lágrima
O desafio de seguir a Cristo
Conceito de liderança segundo Jesus Cristo
A pesca maravilhosa
1- Aula teórica - Lc.5.1-3 - Jesus ministra à multidão. O local é a praia. Em destaque: o conhecimento. Muitas pessoas querem ouvir a palavra de Deus, mas sem compromisso. Talvez quisessem apenas algum benefício pessoal, o que não é errado, embora seja insuficiente.
2- Aula prática - Lc.5.4-9 - Jesus ensina aos discípulos. O local é em alto-mar. Em destaque: o poder. Nossa experiência com Cristo não se resume a palavras. A multidão foi embora. Poucas pessoas têm uma experiência mais íntima com Jesus. A praia, terra firme, é onde se aprende a teoria, mas o pescador não pode ficar para sempre na praia. Os desafios das águas profundas, com suas tribulações e dificuldades, trazem grandes experiências e resultados. Os maiores peixes estão em alto-mar. (Obs.: o “mar de Genesaré”, também chamado “mar da Galiléia” é, de fato, um lago muito extenso: 21 km. de comprimento por 12 de largura). O que foi ensinado naquela aula? Fundamentos para a vida cristã, o ministério e a igreja.
Ação divina - aquela pesca extraordinária só foi possível pela operação do poder de Deus.
Ação humana - os pescadores precisaram fazer sua parte: ir para o mar alto, lançar as redes e puxá-las de volta. Através da obediência, eles demonstraram fé na palavra de Jesus.
Ajuda mútua - Jesus providenciou uma quantidade de peixes que superava a força individual. Os discípulos estavam sendo ensinados a trabalharem em equipe. O egoísta quer todos os peixes para si. Por isso, não pede ajuda e acaba perdendo tudo.
3 - O curso avançado - Lc.5.10-11 - Jesus chama aqueles discípulos para serem pescadores de homens. Em destaque: desafios crescentes e experiências além da imaginação. Começava então o curso de três anos, no qual Jesus prepararia seus apóstolos. Como exemplo, podemos citar os versos 12 e 18, que falam sobre a cura de um leproso e um paralítico.
Conclusão: Após a ministração da palavra de Deus, Jesus quer fazer milagres na vida de cada um. Assim como Pedro se prostrou aos pés do Mestre, reconhecendo sua própria condição de pecador, é necessário que cada ouvinte da palavra, reconheça seus pecados, se prostre-se diante de Jesus e faça um compromisso de ser seu discípulo, seguindo-o por toda a vida (Lc.5.11).
A arca da aliança - 2
Introdução: Os templos pagãos tinham imagens de ídolos. O tabernáculo de Israel tinha arca como símbolo da presença de Deus e do compromisso entre Deus e Israel.
1 - Episódios envolvendo a arca:
a) - Bezaleel fez (Êx.37.1)
b) - Eli perdeu (I Sm.4.11)
c) - Davi recuperou (I Cron.15.25-29 16.1).
2 - Hoje, o tabernáculo de Deus é o próprio homem. (I Cor.3.16). Todo homem precisa da arca, a presença de Deus em sua vida. De que serve um tabernáculo vazio? Talvez será invadido por outros "moradores"
3 - O que havia dentro da arca? (Hb.9.4) O maná, a lei gravada em pedras, a vara florescida de Aarão. O maná representa Jesus (João 6.31-35). A lei corresponde à palavra de Deus, a Bíblia. A vara de Aarão, um galho seco que floresceu, é uma demonstração do poder do Espírito Santo. Para se ter à presença de Deus DENTRO do homem, é preciso aceitar a Jesus. Para que essa presença possa ser plenamente atuante, é necessário o conhecimento da palavra de Deus e a unção do Espírito Santo.
Conclusão: Um dia a arca foi perdida, mas alguém a recuperou. Através de Adão, toda a humanidade perdeu sua comunhão com Deus. Muitos cristãos perderam tantas bênçãos de Deus com o passar do tempo.Tantas manifestações de Deus deixaram de acontecer! Quando Davi recuperou a arca, houve uma grande festa. Transforme sua vida em uma festa espiritual. (Fazer apelo para que se recupere a "arca")
A Arca da Aliança
Ali seriam realizados os cultos ao Senhor. Era no tabernáculo que se faziam os sacrifícios e as orações sacerdotais. No seu interior estava, entre diversos utensílios, a Arca da Aliança, que era um móvel de madeira, revestido com ouro puro. Sobre ela estava o propiciatório, uma espécie de tampa em forma de coroa, também de ouro. Sobre essa peça havia dois querubins de ouro batido, colocados um de frente para o outro e com suas asas estendidas sobre a arca. Dentro dela foram colocados: um vaso com maná, as tábuas da lei e a vara florescida de Aarão. Enquanto que nos templos pagãos havia imagens dos falsos deuses, no tabernáculo Israelita havia a arca, que representava a presença de Deus. Hoje, não existe mais um tabernáculo no deserto, nem um templo de pedras onde Deus possa habitar. O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, dizendo que os cristãos são tabernáculos e templos do Senhor. (I Cor. 3.16 e II Cor. 5.1-4). Todas as pessoas são, potencialmente, tabernáculos de Deus. Mas muitas são tabernáculos vazios, pois não possuem a arca, não possuem a presença de Deus em seus corações.
O que seria do tabernáculo de Moisés no deserto sem a arca da aliança? Talvez pudesse ser confundido com um circo ou com uma tenda qualquer. É a arca que faz a diferença. É a presença de Deus em nós que justifica nossa existência e dá sentido à nossa vida. Os objetos colocados no interior da arca nos fazem refletir sobre o que deve haver no nosso interior:
- O maná - Este foi o alimento que Deus enviou para o povo no deserto, ao qual chamavam de "pão do céu". No evangelho de João, capítulo 6, o próprio Jesus se compara ao maná, dizendo: "Eu sou o pão que desceu do céu. A porção que deve ser ingerida a cada dia sua própria parte, " Para que a presença de Deus possa estar na vida de qualquer pessoa, o primeiro passo é receber o Senhor Jesus como Salvador. Não existe outra maneira de se estabelecer à aliança com Deus. Não há nada que alguém possa fazer para se aproximar de Deus, a não ser por meio de Jesus Cristo. Assim como o maná sustentou o povo no deserto, Jesus é o sustento para as nossas almas. Só nele a alma humana encontra sua plena satisfação.
- A lei - As tábuas da lei foram colocadas dentro da arca porque os mandamentos constituíam o regulamento da aliança de Deus com Israel. A lei é a Palavra de Deus. Se já recebemos a Cristo em nossos corações, nossa próxima providência deve ser à busca do conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Como escreveu Paulo: "A Palavra de Cristo habite abundantemente em vossos corações". (Col. 3.16).
- A vara de Aarão - Essa vara era um pedaço de pau, galho da amendoeira, usado, provavelmente, para conduzir o rebanho. Quando Deus quis dar um sinal ao povo, fez com que a vara de Aarão, aquela madeira seca e velha, produzisse brotos, flores e frutos. Isso é extraordinário! Qual o significado da vara de Aarão para nós? O bordão da disciplina a palavra pastoral a obediência e submissão às autoridades sacerdotal instituída por Deus. Como conseqüência na vara manifesta-se o Poder de Deus, ação do Espírito Santo, de maneira que o impossível acontece e maravilhas se realizam. É o poder da ressurreição. O sinal da vara de Aarão nos mostra a ação de Deus quando já se pensa que é tarde demais. Se já recebemos o Senhor Jesus e já temos adquirido o conhecimento da Palavra de Deus, vivamos de acordo com os princípios de um povo ordeiro, dessa forma, nossa vida cristã não se resumirá em fé e palavras, mas em manifestação do poder de Deus. Notamos então que esses elementos contidos na arca da aliança nos mostram o que é necessário para que tenhamos a presença de Deus em nós e para que essa presença atue em plenitude nas nossas vidas, de maneira que nossa existência floresça e dê fruto. Tudo isso estava dentro da arca. São experiências, conhecimentos e compromissos interiores. É a presença do Deus invisível no recôndito do nosso espírito. A vida cristã é, antes de tudo, algo interior. É como a vida que se encontra escondida dentro de uma semente. A princípio, pode não ser valorizada nem reconhecida. O cristianismo não se firma sobre aparências exteriores. Suas bases estão profundamente arraigadas no âmago das nossas almas. Contudo, sua essência não ficará restrita aos limites íntimos de cada um. A presença de Deus, embora espiritual e invisível, transcende os limiares do coração, e se manifesta nos frutos do Espírito no nosso modo de viver. A semente se rompe e a vida se revela, uma vez que não pode ser contida. Que tenhamos em nós toda a plenitude de Deus. Que sejamos santuários cheios da glória celestial. Sendo assim, o poder de Deus se manifestará e todos saberão que o Deus verdadeiro habita no meio do seu povo. Amém
Quatro elementos que nos mostram o homem e nos apresenta Deus.
Leitura: Lucas 15: 11
Int. quando lemos este texto logo nos vem à mente a idéia do arrependimento do filho mais moço, do retorno, do conserto etc. Porem uma análise mais profunda do texto nos levará a identificar o que de fato Jesus quer nos ensinar a partir do conto deste episódio. Vejo no texto quatro elementos que identifica o comportamento dos homens diante de Deus e o comportamento de Deus diante dos homens.
1. Materialismo; o filho mais moço representa a figura do homem materialista que busca Deus pelo que ele tem, sai pra gastar os bens e volta em busca dos bens. ( V. 12 e 17 a 19) veja (João 6:68)
● Não quero que você perca o habito de pedir a Deus as suas bênçãos, porem, jamais isso deve tornar-se a razão de sua busca. “ quem assim o faz, murmura na dor ”
● Você devi vir a ele de sentimento muito mais que de corpo presente. (1 Coríntios 15:19)2.
2º Legalismo; A figura do filho mais Velho aponta para uma pratica legalista.
● Trabalho para ele e ele deve me dar o que quero,
● Tenho com ele uma relação empregado / funcionário, ele é obrigado a me dar porque faço. Nessa relação não existe amor existe apenas o toma lá, da cá. ( v 25 a 29), não há espaço para diálogo “ chamou um dos empregados” o profeta só esta mais em evidencia no momento da crise, quando o nosso coração não está com sensibilidade suficiente para sondar Deus.
3. Longanimidade; mesmo sabendo de nossas intenções materialista nos recebe, esperando que percebamos quão grande é seu amor e entendamos a necessidade do arrependimento.
4. Exemplo; O terceiro filho Jesus
● Ele é o filho que não faz por força da obrigação mas movido pelo Amor que leva a obediência.
● Ele não faz para receber ele deixou a gloria para fazer. (Filipenses 2:8)
● Ele não barganha sua existência para adiquirir bens, mas oferece-se para deixar as riquezas dos Céus trocando-a pela cruz. ( Isaías 53:7 Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.)
● Ele não tem inveja dos irmãos, pois, morreu por eles.
Identidade e Poder,
Identidade e Poder,
Tu és & se és Leitura: Lc. 3: 21 – 22 e 4:1º.
1º Tu és, declaração de Deus meu filho.
· Na declaração de Deus estar inserida a identidade de Jesus.
· Na declaração de Deus não há espaço para dúvidas.
· Na declaração de Deus não há solicitação de provas ou manifestação de evidencias.
2º Se és, questionamento do diabo· Usa o teu poder, manda, determina, prova. (quem é não precisa provar que é). Teologia da prosperidade.
a) – resposta de Jesus: o meu poder não é meu é derivado de Deus, vem da palavra, “está escrito”.
b) – O engano do maligno consiste em fazer alguém crer que pode viver sem a palavra de Deus – esqueça da palavra e foque em você.· Usa o meu poder, estratégia
3 – a glória do mundo, tudo te darei, curve-se diante de mim. “O nosso poder vem de diante de quem nós nos curvamos”.
Resposta de Jesus – meu poder não vem de você mais da adoração a Deus “é derivado da” . Você revela sua identidade na maneira como você administra o pode que recebeu.· Usa o poder de Deus, estratégia
4– aos seus anjos ordenará ao teu respeito. Usa testemunho para tirar proveito próprio, ofertas, glória, honras, reconhecimento etc. resposta – não tente Deus pois Ele é misericordioso mais também é justiça e não se deixa escarnecer (Gal. 6:7-8).
Conclusão: Como devemos desenvolver o nosso ministério? com poder ou sem poder? – com poder. Qual poder? – No poder do Espírito Santo (Vs. 14). Poder pra que ? – (vs. 16-19) “Para”Agenda do diabo: Desenvolva sua vida ministerial: usa o teu poder, usa o meu poder, usa o poder de Deus. Agenda do Espírito Santo: Desenvolva sua vida espiritual com: Oração, unção, missão. – a unção do Espírito tem a finalidade de nos encher para nos esvaziar.
Deus Abençoe: Pr. Joel
Os três olhares do texto.
Os três olhares do texto. Lc. 7: 371º
1º O olhar da procura – da mulher
Ela busca uma razão e uma pessoa que lhe der esperança. Ela vivi na perspectiva da mudança. (vs. 37 e 38)
2º O olhar da condenação – do Fariseu.· É o olhar que julga, é preconceituoso, é sem misericórdia.· Só Vê o pecado, os defeitos, o humano.
3º O olhar da Graça – de Jesus. - Vê a necessidade, vê o perdão, vê a misericórdia.
No olhar da Graça encontra-se restauração, regeneração. O olhar da Graça vem conduzido de um projeto de redenção que independe da minha vontade e da tua.
Conclusão: Neste projeto o diabo é derrotado, a vontade da carne cai por terra, você canta o hino da vitória.
O encontro da mulher Samaritana
Da Mansão para a Prisão
Texto: Gênesis 39: 15-23
Introdução.
- José foi parar no Egito, vendido por seus irmãos, comprado por Potifar, foi servir de mordomo na mansão deste. Potifar era um capitão da guarda de Faraó. E temos um caso de "assédio sexual. Gênesis 39:20, sai da mansão para a prisão. O que fazer quando isso acontece?
01. Creia na soberania de Deus.
- Gênesis 39:21a. "O Senhor, porém, estava com José".
- Qual era a sua mansão? - Um bom emprego. Família estável. Muitos amigos.
- De uma hora para outra você perde tudo. As circunstâncias da vida são como as ondas do mar. Mudam toda hora, como uma roda gigante uma hora ta em cima outra estar em baixo. A nossa vida é como "barcos", você não consegue controlar as ondas, creia e entregue o leme na mão de Deus. Você é como a massa na mão do oleiro "Deus ainda não terminou de fazer você".
2. Não pergunte: porque?
- Quando cometemos pecado e vamos para a "prisão", é uma coisa, o "sentimento de culpa" parece que nos ajuda a entender. Mas quando você não vê motivo aparente para "estar na prisão" é muito mais complicado somos tentados a murmurar. José estava preso porque fez tudo certo. GEN. 39:9 Quem sabe possamos perguntar: Para que?
- Ilustração: Jó. Perde a família, os bens materiais e a saúde. O livro de Jó não trata do sofrimento, trata de fé. Sofrimento é pano de fundo, meios usados para expor a fé. O testemunho de Jó, Jó 19:25, "Eu sei que o meu Redentor vive".
- Nas "prisões da vida" Deus molda nosso caráter. João 16:33.
3. Cultive a resignação.
- Resignação: É paciência no meio do sofrimento. Gênesis 37: 28 e Gen. 39:1 - José foi tratado como mercadoria. O pedido de José: Gênesis 40:14-15, Jeremias 17: 5. José pensou que poderia confiar no homem, Gênesis 40: 23. O homem se esqueceu dele. José é fonte de inspiração e ajuda na prisão, como muitas pessoas hoje, inspiram no meio do sofrimento.
4. Espere o tempo de Deus.
- Gênesis 41: 1- Passam-se dois anos.
A quem diga que: "A pessoa feliz é prisioneira do presente".
- Deus não diz eu era ou eu serei, Deus diz: Eu sou. Presente. Hoje. João 5: 5. O homem paralítico por 38 anos. Um grande inimigo da esperança: o tempo.
- Mas um dia Jesus passa na rota dos desesperados.
Conclusão. - Como é a vida? É uma rotina entre a "mansão e a prisão". O que fez a diferença na vida de José? Gênesis 39:1-5 e Gênesis 39: 21-23.
A PRESENÇA DE DEUS, SEMPRE.
- Creia na soberania de Deus. Não pergunte porque. Cultive a resignação.
Espere o tempo de Deus.
- Gênesis 41: 38-44. Uma ilustração do céu. - "Vem reinar comigo".
Israel fracassa na prova
Juízes - 3 - 1 : 7- 1- UMA PALAVRA SOBRE O LIVRO DE JUIZES 1.1 Sétimo livro da Bíblia Sagrada 1.2 21 capítulos, 618 versículos. Talvez escrito por Samuel. 1.3 Trata de um período crítico na historia de Israel 1.4 "O Homem em Rebelião" 1.5 Moises tirou o povo; Josué introduziu o povo na terra 1.6 Juízes: possuir, administrar e preservar bênção 1.7 Jz 21.25: ausência de autoridade central, independência. 1.8 Nesse período houve 7 grandes apostasias: Sete apostasias, das seis servidões e da guerra civil, 3>caps. 3-16.
- A primeira servidão, à Mesopotâmia-juiz, Otoniel,
3:5-9. - A segunda servidão, a Moabe-juízes, Eúde e Sangar,
3:12-31. - A terceira servidão, a Jabim e Sísera-juízes, Débora e Baraque,
4:1-23. - A quarta servidão, aos midianitas-juiz Gideão, <6>6>caps. 6-7.
- A guerra civil-juízes, Abimeleque, Tola e Jair,
8:33 - 10:5. - A quinta servidão, aos filisteus e aos amonitas-juízes Jefté, Ibsã, Elom, e Abdom, <10>10>caps. 10-12.
- A sexta servidão, aos filisteus-juiz Sansão, <13>13>cap. 13-16.
2- TRÊS PALAVRAS DE PROFUNDA SIGNIFICACÃO BIBLICA : Provado, Jz 3.4 – Toda prova é uma oportunidade de mostrar
(1) nossa firmeza, Gn 22.2 a prova de Abraão Lc 8. 13 Os que estão sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; mas estes não têm raiz, apenas crêem por algum tempo, mas na hora da provação se desviam.
(2) nossa lealdade, Dt 13.3b; a prova de Jó Segunda Coríntios 2. 9 É pois para isso também que escrevi, para, por esta prova, saber se sois obedientes em tudo.
(3) nosso direito de ser premiado, Tg 1.12: Bem-aventurado. o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam
Reprovado – Israel foi reprovado (Jz 3.6,7) porque (1) Se misturou com as nações pagãs (2) Praticou a idolatria (3) Se esqueceu de Deus, Sl 9.17 (4) II Co 13. 6 Mas espero que entendereis que nós não somos reprovados.
Aprovado - II Tm 2.15 Atos 2.22 Jesus, varão aprovado Romanos 16.10 Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da casa de Aristóbulo. II Co 10. 18 Porque não é aprovado aquele que se recomenda a si mesmo, mas sim aquele a quem o Senhor recomenda.
3- LICÕES QUE NUNCA DEVEREMOS ESQUECER
3.1 O Senhor sempre nos provará, Sl 11.5a O próprio Cristo foi provado, Lc 22. 28 Mas vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas provações;
3.2 O Senhor estará conosco em todas as provas
3.3 O Senhor deseja que sempre sejamos aprovados

