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O desafio de seguir a Cristo
Conceito de liderança segundo Jesus Cristo
A pesca maravilhosa
1- Aula teórica - Lc.5.1-3 - Jesus ministra à multidão. O local é a praia. Em destaque: o conhecimento. Muitas pessoas querem ouvir a palavra de Deus, mas sem compromisso. Talvez quisessem apenas algum benefício pessoal, o que não é errado, embora seja insuficiente.
2- Aula prática - Lc.5.4-9 - Jesus ensina aos discípulos. O local é em alto-mar. Em destaque: o poder. Nossa experiência com Cristo não se resume a palavras. A multidão foi embora. Poucas pessoas têm uma experiência mais íntima com Jesus. A praia, terra firme, é onde se aprende a teoria, mas o pescador não pode ficar para sempre na praia. Os desafios das águas profundas, com suas tribulações e dificuldades, trazem grandes experiências e resultados. Os maiores peixes estão em alto-mar. (Obs.: o “mar de Genesaré”, também chamado “mar da Galiléia” é, de fato, um lago muito extenso: 21 km. de comprimento por 12 de largura). O que foi ensinado naquela aula? Fundamentos para a vida cristã, o ministério e a igreja.
Ação divina - aquela pesca extraordinária só foi possível pela operação do poder de Deus.
Ação humana - os pescadores precisaram fazer sua parte: ir para o mar alto, lançar as redes e puxá-las de volta. Através da obediência, eles demonstraram fé na palavra de Jesus.
Ajuda mútua - Jesus providenciou uma quantidade de peixes que superava a força individual. Os discípulos estavam sendo ensinados a trabalharem em equipe. O egoísta quer todos os peixes para si. Por isso, não pede ajuda e acaba perdendo tudo.
3 - O curso avançado - Lc.5.10-11 - Jesus chama aqueles discípulos para serem pescadores de homens. Em destaque: desafios crescentes e experiências além da imaginação. Começava então o curso de três anos, no qual Jesus prepararia seus apóstolos. Como exemplo, podemos citar os versos 12 e 18, que falam sobre a cura de um leproso e um paralítico.
Conclusão: Após a ministração da palavra de Deus, Jesus quer fazer milagres na vida de cada um. Assim como Pedro se prostrou aos pés do Mestre, reconhecendo sua própria condição de pecador, é necessário que cada ouvinte da palavra, reconheça seus pecados, se prostre-se diante de Jesus e faça um compromisso de ser seu discípulo, seguindo-o por toda a vida (Lc.5.11).
A arca da aliança - 2
Introdução: Os templos pagãos tinham imagens de ídolos. O tabernáculo de Israel tinha arca como símbolo da presença de Deus e do compromisso entre Deus e Israel.
1 - Episódios envolvendo a arca:
a) - Bezaleel fez (Êx.37.1)
b) - Eli perdeu (I Sm.4.11)
c) - Davi recuperou (I Cron.15.25-29 16.1).
2 - Hoje, o tabernáculo de Deus é o próprio homem. (I Cor.3.16). Todo homem precisa da arca, a presença de Deus em sua vida. De que serve um tabernáculo vazio? Talvez será invadido por outros "moradores"
3 - O que havia dentro da arca? (Hb.9.4) O maná, a lei gravada em pedras, a vara florescida de Aarão. O maná representa Jesus (João 6.31-35). A lei corresponde à palavra de Deus, a Bíblia. A vara de Aarão, um galho seco que floresceu, é uma demonstração do poder do Espírito Santo. Para se ter à presença de Deus DENTRO do homem, é preciso aceitar a Jesus. Para que essa presença possa ser plenamente atuante, é necessário o conhecimento da palavra de Deus e a unção do Espírito Santo.
Conclusão: Um dia a arca foi perdida, mas alguém a recuperou. Através de Adão, toda a humanidade perdeu sua comunhão com Deus. Muitos cristãos perderam tantas bênçãos de Deus com o passar do tempo.Tantas manifestações de Deus deixaram de acontecer! Quando Davi recuperou a arca, houve uma grande festa. Transforme sua vida em uma festa espiritual. (Fazer apelo para que se recupere a "arca")
A Arca da Aliança
Ali seriam realizados os cultos ao Senhor. Era no tabernáculo que se faziam os sacrifícios e as orações sacerdotais. No seu interior estava, entre diversos utensílios, a Arca da Aliança, que era um móvel de madeira, revestido com ouro puro. Sobre ela estava o propiciatório, uma espécie de tampa em forma de coroa, também de ouro. Sobre essa peça havia dois querubins de ouro batido, colocados um de frente para o outro e com suas asas estendidas sobre a arca. Dentro dela foram colocados: um vaso com maná, as tábuas da lei e a vara florescida de Aarão. Enquanto que nos templos pagãos havia imagens dos falsos deuses, no tabernáculo Israelita havia a arca, que representava a presença de Deus. Hoje, não existe mais um tabernáculo no deserto, nem um templo de pedras onde Deus possa habitar. O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, dizendo que os cristãos são tabernáculos e templos do Senhor. (I Cor. 3.16 e II Cor. 5.1-4). Todas as pessoas são, potencialmente, tabernáculos de Deus. Mas muitas são tabernáculos vazios, pois não possuem a arca, não possuem a presença de Deus em seus corações.
O que seria do tabernáculo de Moisés no deserto sem a arca da aliança? Talvez pudesse ser confundido com um circo ou com uma tenda qualquer. É a arca que faz a diferença. É a presença de Deus em nós que justifica nossa existência e dá sentido à nossa vida. Os objetos colocados no interior da arca nos fazem refletir sobre o que deve haver no nosso interior:
- O maná - Este foi o alimento que Deus enviou para o povo no deserto, ao qual chamavam de "pão do céu". No evangelho de João, capítulo 6, o próprio Jesus se compara ao maná, dizendo: "Eu sou o pão que desceu do céu. A porção que deve ser ingerida a cada dia sua própria parte, " Para que a presença de Deus possa estar na vida de qualquer pessoa, o primeiro passo é receber o Senhor Jesus como Salvador. Não existe outra maneira de se estabelecer à aliança com Deus. Não há nada que alguém possa fazer para se aproximar de Deus, a não ser por meio de Jesus Cristo. Assim como o maná sustentou o povo no deserto, Jesus é o sustento para as nossas almas. Só nele a alma humana encontra sua plena satisfação.
- A lei - As tábuas da lei foram colocadas dentro da arca porque os mandamentos constituíam o regulamento da aliança de Deus com Israel. A lei é a Palavra de Deus. Se já recebemos a Cristo em nossos corações, nossa próxima providência deve ser à busca do conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Como escreveu Paulo: "A Palavra de Cristo habite abundantemente em vossos corações". (Col. 3.16).
- A vara de Aarão - Essa vara era um pedaço de pau, galho da amendoeira, usado, provavelmente, para conduzir o rebanho. Quando Deus quis dar um sinal ao povo, fez com que a vara de Aarão, aquela madeira seca e velha, produzisse brotos, flores e frutos. Isso é extraordinário! Qual o significado da vara de Aarão para nós? O bordão da disciplina a palavra pastoral a obediência e submissão às autoridades sacerdotal instituída por Deus. Como conseqüência na vara manifesta-se o Poder de Deus, ação do Espírito Santo, de maneira que o impossível acontece e maravilhas se realizam. É o poder da ressurreição. O sinal da vara de Aarão nos mostra a ação de Deus quando já se pensa que é tarde demais. Se já recebemos o Senhor Jesus e já temos adquirido o conhecimento da Palavra de Deus, vivamos de acordo com os princípios de um povo ordeiro, dessa forma, nossa vida cristã não se resumirá em fé e palavras, mas em manifestação do poder de Deus. Notamos então que esses elementos contidos na arca da aliança nos mostram o que é necessário para que tenhamos a presença de Deus em nós e para que essa presença atue em plenitude nas nossas vidas, de maneira que nossa existência floresça e dê fruto. Tudo isso estava dentro da arca. São experiências, conhecimentos e compromissos interiores. É a presença do Deus invisível no recôndito do nosso espírito. A vida cristã é, antes de tudo, algo interior. É como a vida que se encontra escondida dentro de uma semente. A princípio, pode não ser valorizada nem reconhecida. O cristianismo não se firma sobre aparências exteriores. Suas bases estão profundamente arraigadas no âmago das nossas almas. Contudo, sua essência não ficará restrita aos limites íntimos de cada um. A presença de Deus, embora espiritual e invisível, transcende os limiares do coração, e se manifesta nos frutos do Espírito no nosso modo de viver. A semente se rompe e a vida se revela, uma vez que não pode ser contida. Que tenhamos em nós toda a plenitude de Deus. Que sejamos santuários cheios da glória celestial. Sendo assim, o poder de Deus se manifestará e todos saberão que o Deus verdadeiro habita no meio do seu povo. Amém
Quatro elementos que nos mostram o homem e nos apresenta Deus.
Leitura: Lucas 15: 11
Int. quando lemos este texto logo nos vem à mente a idéia do arrependimento do filho mais moço, do retorno, do conserto etc. Porem uma análise mais profunda do texto nos levará a identificar o que de fato Jesus quer nos ensinar a partir do conto deste episódio. Vejo no texto quatro elementos que identifica o comportamento dos homens diante de Deus e o comportamento de Deus diante dos homens.
1. Materialismo; o filho mais moço representa a figura do homem materialista que busca Deus pelo que ele tem, sai pra gastar os bens e volta em busca dos bens. ( V. 12 e 17 a 19) veja (João 6:68)
● Não quero que você perca o habito de pedir a Deus as suas bênçãos, porem, jamais isso deve tornar-se a razão de sua busca. “ quem assim o faz, murmura na dor ”
● Você devi vir a ele de sentimento muito mais que de corpo presente. (1 Coríntios 15:19)2.
2º Legalismo; A figura do filho mais Velho aponta para uma pratica legalista.
● Trabalho para ele e ele deve me dar o que quero,
● Tenho com ele uma relação empregado / funcionário, ele é obrigado a me dar porque faço. Nessa relação não existe amor existe apenas o toma lá, da cá. ( v 25 a 29), não há espaço para diálogo “ chamou um dos empregados” o profeta só esta mais em evidencia no momento da crise, quando o nosso coração não está com sensibilidade suficiente para sondar Deus.
3. Longanimidade; mesmo sabendo de nossas intenções materialista nos recebe, esperando que percebamos quão grande é seu amor e entendamos a necessidade do arrependimento.
4. Exemplo; O terceiro filho Jesus
● Ele é o filho que não faz por força da obrigação mas movido pelo Amor que leva a obediência.
● Ele não faz para receber ele deixou a gloria para fazer. (Filipenses 2:8)
● Ele não barganha sua existência para adiquirir bens, mas oferece-se para deixar as riquezas dos Céus trocando-a pela cruz. ( Isaías 53:7 Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.)
● Ele não tem inveja dos irmãos, pois, morreu por eles.
Identidade e Poder,
Identidade e Poder,
Tu és & se és Leitura: Lc. 3: 21 – 22 e 4:1º.
1º Tu és, declaração de Deus meu filho.
· Na declaração de Deus estar inserida a identidade de Jesus.
· Na declaração de Deus não há espaço para dúvidas.
· Na declaração de Deus não há solicitação de provas ou manifestação de evidencias.
2º Se és, questionamento do diabo· Usa o teu poder, manda, determina, prova. (quem é não precisa provar que é). Teologia da prosperidade.
a) – resposta de Jesus: o meu poder não é meu é derivado de Deus, vem da palavra, “está escrito”.
b) – O engano do maligno consiste em fazer alguém crer que pode viver sem a palavra de Deus – esqueça da palavra e foque em você.· Usa o meu poder, estratégia
3 – a glória do mundo, tudo te darei, curve-se diante de mim. “O nosso poder vem de diante de quem nós nos curvamos”.
Resposta de Jesus – meu poder não vem de você mais da adoração a Deus “é derivado da” . Você revela sua identidade na maneira como você administra o pode que recebeu.· Usa o poder de Deus, estratégia
4– aos seus anjos ordenará ao teu respeito. Usa testemunho para tirar proveito próprio, ofertas, glória, honras, reconhecimento etc. resposta – não tente Deus pois Ele é misericordioso mais também é justiça e não se deixa escarnecer (Gal. 6:7-8).
Conclusão: Como devemos desenvolver o nosso ministério? com poder ou sem poder? – com poder. Qual poder? – No poder do Espírito Santo (Vs. 14). Poder pra que ? – (vs. 16-19) “Para”Agenda do diabo: Desenvolva sua vida ministerial: usa o teu poder, usa o meu poder, usa o poder de Deus. Agenda do Espírito Santo: Desenvolva sua vida espiritual com: Oração, unção, missão. – a unção do Espírito tem a finalidade de nos encher para nos esvaziar.
Deus Abençoe: Pr. Joel
Os três olhares do texto.
Os três olhares do texto. Lc. 7: 371º
1º O olhar da procura – da mulher
Ela busca uma razão e uma pessoa que lhe der esperança. Ela vivi na perspectiva da mudança. (vs. 37 e 38)
2º O olhar da condenação – do Fariseu.· É o olhar que julga, é preconceituoso, é sem misericórdia.· Só Vê o pecado, os defeitos, o humano.
3º O olhar da Graça – de Jesus. - Vê a necessidade, vê o perdão, vê a misericórdia.
No olhar da Graça encontra-se restauração, regeneração. O olhar da Graça vem conduzido de um projeto de redenção que independe da minha vontade e da tua.
Conclusão: Neste projeto o diabo é derrotado, a vontade da carne cai por terra, você canta o hino da vitória.
O encontro da mulher Samaritana
Da Mansão para a Prisão
Texto: Gênesis 39: 15-23
Introdução.
- José foi parar no Egito, vendido por seus irmãos, comprado por Potifar, foi servir de mordomo na mansão deste. Potifar era um capitão da guarda de Faraó. E temos um caso de "assédio sexual. Gênesis 39:20, sai da mansão para a prisão. O que fazer quando isso acontece?
01. Creia na soberania de Deus.
- Gênesis 39:21a. "O Senhor, porém, estava com José".
- Qual era a sua mansão? - Um bom emprego. Família estável. Muitos amigos.
- De uma hora para outra você perde tudo. As circunstâncias da vida são como as ondas do mar. Mudam toda hora, como uma roda gigante uma hora ta em cima outra estar em baixo. A nossa vida é como "barcos", você não consegue controlar as ondas, creia e entregue o leme na mão de Deus. Você é como a massa na mão do oleiro "Deus ainda não terminou de fazer você".
2. Não pergunte: porque?
- Quando cometemos pecado e vamos para a "prisão", é uma coisa, o "sentimento de culpa" parece que nos ajuda a entender. Mas quando você não vê motivo aparente para "estar na prisão" é muito mais complicado somos tentados a murmurar. José estava preso porque fez tudo certo. GEN. 39:9 Quem sabe possamos perguntar: Para que?
- Ilustração: Jó. Perde a família, os bens materiais e a saúde. O livro de Jó não trata do sofrimento, trata de fé. Sofrimento é pano de fundo, meios usados para expor a fé. O testemunho de Jó, Jó 19:25, "Eu sei que o meu Redentor vive".
- Nas "prisões da vida" Deus molda nosso caráter. João 16:33.
3. Cultive a resignação.
- Resignação: É paciência no meio do sofrimento. Gênesis 37: 28 e Gen. 39:1 - José foi tratado como mercadoria. O pedido de José: Gênesis 40:14-15, Jeremias 17: 5. José pensou que poderia confiar no homem, Gênesis 40: 23. O homem se esqueceu dele. José é fonte de inspiração e ajuda na prisão, como muitas pessoas hoje, inspiram no meio do sofrimento.
4. Espere o tempo de Deus.
- Gênesis 41: 1- Passam-se dois anos.
A quem diga que: "A pessoa feliz é prisioneira do presente".
- Deus não diz eu era ou eu serei, Deus diz: Eu sou. Presente. Hoje. João 5: 5. O homem paralítico por 38 anos. Um grande inimigo da esperança: o tempo.
- Mas um dia Jesus passa na rota dos desesperados.
Conclusão. - Como é a vida? É uma rotina entre a "mansão e a prisão". O que fez a diferença na vida de José? Gênesis 39:1-5 e Gênesis 39: 21-23.
A PRESENÇA DE DEUS, SEMPRE.
- Creia na soberania de Deus. Não pergunte porque. Cultive a resignação.
Espere o tempo de Deus.
- Gênesis 41: 38-44. Uma ilustração do céu. - "Vem reinar comigo".
Israel fracassa na prova
Juízes - 3 - 1 : 7- 1- UMA PALAVRA SOBRE O LIVRO DE JUIZES 1.1 Sétimo livro da Bíblia Sagrada 1.2 21 capítulos, 618 versículos. Talvez escrito por Samuel. 1.3 Trata de um período crítico na historia de Israel 1.4 "O Homem em Rebelião" 1.5 Moises tirou o povo; Josué introduziu o povo na terra 1.6 Juízes: possuir, administrar e preservar bênção 1.7 Jz 21.25: ausência de autoridade central, independência. 1.8 Nesse período houve 7 grandes apostasias: Sete apostasias, das seis servidões e da guerra civil, 3>caps. 3-16.
- A primeira servidão, à Mesopotâmia-juiz, Otoniel,
3:5-9. - A segunda servidão, a Moabe-juízes, Eúde e Sangar,
3:12-31. - A terceira servidão, a Jabim e Sísera-juízes, Débora e Baraque,
4:1-23. - A quarta servidão, aos midianitas-juiz Gideão, <6>6>caps. 6-7.
- A guerra civil-juízes, Abimeleque, Tola e Jair,
8:33 - 10:5. - A quinta servidão, aos filisteus e aos amonitas-juízes Jefté, Ibsã, Elom, e Abdom, <10>10>caps. 10-12.
- A sexta servidão, aos filisteus-juiz Sansão, <13>13>cap. 13-16.
2- TRÊS PALAVRAS DE PROFUNDA SIGNIFICACÃO BIBLICA : Provado, Jz 3.4 – Toda prova é uma oportunidade de mostrar
(1) nossa firmeza, Gn 22.2 a prova de Abraão Lc 8. 13 Os que estão sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; mas estes não têm raiz, apenas crêem por algum tempo, mas na hora da provação se desviam.
(2) nossa lealdade, Dt 13.3b; a prova de Jó Segunda Coríntios 2. 9 É pois para isso também que escrevi, para, por esta prova, saber se sois obedientes em tudo.
(3) nosso direito de ser premiado, Tg 1.12: Bem-aventurado. o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam
Reprovado – Israel foi reprovado (Jz 3.6,7) porque (1) Se misturou com as nações pagãs (2) Praticou a idolatria (3) Se esqueceu de Deus, Sl 9.17 (4) II Co 13. 6 Mas espero que entendereis que nós não somos reprovados.
Aprovado - II Tm 2.15 Atos 2.22 Jesus, varão aprovado Romanos 16.10 Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da casa de Aristóbulo. II Co 10. 18 Porque não é aprovado aquele que se recomenda a si mesmo, mas sim aquele a quem o Senhor recomenda.
3- LICÕES QUE NUNCA DEVEREMOS ESQUECER
3.1 O Senhor sempre nos provará, Sl 11.5a O próprio Cristo foi provado, Lc 22. 28 Mas vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas provações;
3.2 O Senhor estará conosco em todas as provas
3.3 O Senhor deseja que sempre sejamos aprovados
Porque na casa de Zaqueu?
Introdução:
• v. 5 Jesus diz: "Quero ficar em sua casa hoje"
• v. 7 O povo diz: "Ele se hospedou na casa de um pecador"
• Qual seria a atitude "normal" do ponto de vista do povo? Que Jesus se hospedasse na casa do chefe da sinagoga em Jericó.
• Mas não, Jesus vai se hospedar na casa do pior homem da cidade.
1. Do ponto de vista social: Zaqueu era desprezado.
2. Do ponto de vista moral: Zaqueu era um ladrão
3. Do ponto de vista religioso: Zaqueu era o pior pecador.
4. Do ponto de vista político: Zaqueu era um traidor.
• Qual a filosofia do mundo? Honrar quem tem e desprezar quem não tem.
O que importa é o TER.
lustração: Eu, em 1996, comprei meu primeiro carro um fiat 147 ano/77 no Ceará, parei atrás de um Maréa, zero km. na avenida um taxista pára ao meu lado, aponta para o Maréa e grita: "Um dia tua vida melhora meu irmão"
• Qual a filosofia de Jesus? A de Lucas 4:14-18. Aqui neste texto está a sua missão. E Zaqueu, você, eu, estamos todos incluídos.
• Jesus não falava de amor, Ele amava. Amou Zaqueu, ama você, ama a mim. Se importa com todos os pecadores e diz hoje: "Quero ficar em sua casa, em sua vida".
Conclusão:
• "SENDO DE PEQUENA ESTATURA" v. 3b.
• Uma análise do emocional de Zaqueu.
• Ele teria forte complexo de inferioridade.
• E com complexo de inferioridade a pessoa pode ter duas reações, pelo menos.
1. Alimentar uma forte amargura. ( Anão, baixinho, tampinha ) E as namoradas? E fica-se com um coração azedo, podre, amargo. Quando ele vira homem, continua baixinho, mas se vinga. Vai trabalhar para os Romanos. "Agora vocês me pagam"
2. Alimentar o sentimento "eu não presto mesmo" ( Más companhias, vícios, álcool, drogas) Se auto-flagela emocionalmente.
• O sentimento de REJEIÇÃO é o pior que existe. É a maior dor emocional.
• Mas Jesus não só passa na vida de Zaqueu. Jesus pára, vai a sua casa.
• v. 8 - O milagre acontece. Como? O texto não diz. E uma obra sobre-natural. Zaqueu é curado emocional e espiritualmente.
• v. 9 - "Porque este homem também é filho de Abraão" Essa declaração é um escândalo para os judeus.
• PORQUE NA CASA DE ZAQUEU?
• v. 9b. "Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" Perdido = Fora de Lugar.
• Nosso lugar é no Paraíso. Na presença de Deus.
• Jesus veio buscar e salvar "Zaqueus ", você, eu... todos.
• Porque ele nos ama. Não importa quem somos. Não importa nossa história.
• Experimente, como Zaqueu, esse amor de Jesus em sua vida hoje. "Hoje ouve salvação nesta casa... neste templo" v. 5 e v. 9a
FECHANDO AS BRECHAS – Juízes 1: 1-7, Ecl 10:8 Quem abre uma cova nela cairá, e quem rompe um muro, mordê-lo-á uma cobra.
Deus é um reparador de brechas, um homem que anda em santidade, ele sabe que as brechas são portas de entrada para todo tipo de malignidade. As brechas são buracos em nosso muro por onde a serpente quer entrar.
Um servo de Deus é aquele que interrompe a ação do inimigo destruindo as possibilidades de invasão do maligno.
I- O QUE SE CONSTITUI NUMA BRECHA
A) O PECADO -
O pecado é a porta de entrada de todo mal. A terra seca, os céus se fecham, o diabo entra e domina, impõe as suas leis de destruição através da brecha do pecado. Provérbios 26:2
Esta brecha é fechada através do arrependimento e do perdão de Deus, exercendo a confissão para sermos libertos. II Cro 7:14
B) TOCAR NO QUE É SAGRADO COM IRREVERÊNCIA II Sam 6:7
A brecha para que a morte viesse sobre Uzá foi a sua irreverência. Tocou no sagrado irreverentemente e morreu. Davi vestia a estola sacerdotal, dançava diante da arca e Deus o abençoava. Fechar esta brecha significa andar em aliança e santidade, ser revestido de autoridade para entrar no Santo dos Santos e provar o sobrenatural de Deus. I Coríntios 11:28-30?
Eu poderia dizer que a ceia do Senhor é uma espada de dois gumes, se tomarmos em pecado sofremos a conseqüência, se não a tomarmos a Bíblia diz que não temos vida em nós mesmos, João 6:53.
C) DESPREZAR A PALAVRA E A ALIANÇA – Deut. 28:15-20
Quando a nossa aliança é rompida, uma porta é aberta para satanás. Infidelidade, deslealdade, roubo, mentira, traição, e tudo que fere a nossa aliança com o Senhor é uma brecha. É o espírito de Judas que leva o homem a entregar o corpo de Cristo, rompendo a aliança, habilitando o roubo e a morte que é o salário do pecado. Rom. 6:23.
Hoje vamos reparar as brechas que foram abertas. O inimigo não encontrará passagem nem acesso para nos atacar. Feche hoje as brechas com:
Arrependimento e confissão – I João 1:9
Santificação – Heb 14:12
Aliança – Gen 17:9
II - UM REPARADOR DE BRECHAS LIBERA NA SUA VIDA:
- A SEGURANÇA DO SENHOR É ESTABELECIDA - Neemias 6:1 Ler
Sambalate, Gesém e Tobias perderam as chances. Estavam furiosos. Cidade sem brechas é cidade segura. Satanás perde a porta de entrada, estamos seguros, malignidade alguma chegará à nossa tenda, mil cairão ao nosso lado, dez mil à nossa direita, mas não seremos abalados, estamos seguros em Deus, não há brechas.
- INAUGURA-SE UM PODEROSO TEMPO DE PROSPERIDADE E RESTITUIÇÃO
Josué 7:24-26
Quando Acã morre, a brecha é fechada e Deus restabelece a conquista, o tempo do avanço está liberado.
Deus encontra lugar em nós para semear, pois a brecha por onde escoava foi fechada.
O tempo da prosperidade e da colheita abundante está liberado entre nós.
CONCLUSÂO
A partir de nós, Deus está levantando uma geração, que não permite infiltrações, que não tem aliança com o pecado, que repara as brechas e traz um novo tempo de milagres e prosperidade.
O Crescimento Natural da Igreja
6 Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.7 Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.
8 Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho.
9 Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.
Os princípios contidos neste estudo sobre o desenvolvimento natural da Igreja tem como objetivo Ajudar a liberar o potencial de crescimento com qual Deus edifica a sua igreja. Este material é baseado em 8 princípios, também denominados de marcas de qualidade:
1. Liderança capacitadora: a liderança que constantemente gera novos líderes.
(2º Tm. 2:2, E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.)
2. Ministérios orientados pelos dons: baseia-se na certeza de que Deus deu dons específicos aos cristãos para servirem a sua igreja através dos diversos ministérios.
1º Cor. CAPÍTULO 12: 1 ACERCA dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.
2 Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados.
3 Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema, e ninguém pode dizer que Jesus é o SENHOR, senão pelo Espírito Santo.
4 Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5 E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6 E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
7 Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.
Efe. 4: 8 Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, E deu dons aos homens.
9 Ora, isto ele subiu que é, senão que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra?
10 Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas.
11 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,
12 Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;
13 Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,
14 Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.
3. Espiritualidade contagiante: uma espiritualidade que leve os cristãos a viverem a sua fé de uma maneira autêntica e com entusiasmo.
1º Tes. 1: 2 - Sempre damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós em nossas orações,
3 Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai,
4 Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus;
5 Porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós.
6 E vós fostes feitos nossos imitadores, e do Senhor, recebendo a palavra em muita tribulação, com gozo do Espírito Santo.
7 De maneira que fostes exemplo para todos os fiéis na Macedônia e Acaia.
8 Porque por vós soou a palavra do Senhor, não somente na Macedônia e Acaia, mas também em todos os lugares a vossa fé para com Deus se espalhou, de tal maneira que já dela não temos necessidade de falar coisa alguma;
9 Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro,
10 E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.
4. Estruturas funcionais: estruturas que se orientam nas necessidades reais buscando supri-las e contribuindo para que o crescimento seja facilitado. Neste item observamos que cada localidade tem suas necessidades peculiares.
Atos 6: 1 ORA, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.
2 E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas.
3 Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.
4 Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.
5. Culto inspirador: proporciona ao participante ter uma experiência inspiradora e no qual se sinta aceito e amado.
Rm. 15:32 - A fim de que, pela vontade de Deus, chegue a vós com alegria, e possa recrear-me convosco.
(II Coríntios 7 : 13) "Por isso fomos consolados pela vossa consolação, e muito mais nos alegramos pela alegria de Tito, porque o seu espírito foi recreado por vós todos."
(Judas 1 : 24) "Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória,"
6. Grupos familiares (ou grupos pequenos): grupos nos quais ocorre o aprofundamento dos relacionamentos e o atendimento das necessidades individuais.
(Atos 20 : 20) "Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas,"
7. Evangelização orientada pelas necessidades: aqui não se têm em mente primeiramente as pessoas com o dom de evangelista, mas sim como cada cristão pode testemunhar de Cristo em seus contatos naturais do seu dia-a-dia.
(Atos 1 : 8) "Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra."
8. Relacionamentos marcados pelo amor fraternal: visa tornar mais visível para o amor de Cristo em todos os relacionamentos, especialmente entre os cristãos.
(Romanos 12 : 10) "Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros."
(I Tessalonicenses 4 : 9) "Quanto, porém, ao amor fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros;"
(I Pedro 1 : 22) "Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro;"
Colocar estes princípios em prática vai auxiliar no desenvolvimento da nossa congregação. São coisas simples que podemos fazer, porem, pode trazer grandes resultados.
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiros
O encontro da mulher samaritana
O encontro da mulher samaritana - Texto base: João 4.1-30
Introdução: Ela era discriminada por ser mulher (v.27); uma pessoa rejeitada pelos judeus por ser samaritana (v.9); rejeitada pelos próprios samaritanos por ter vida sexual irregular (v.18). Foi buscar água ao meio-dia (hora sexta, v.6) para não se encontrar com ninguém no poço. O horário de se buscar água era pela manhã. Ela vivia fugindo, se escondendo. Tinha vergonha de si mesma. A mulher samaritana precisava: encontrar, conhecer, comprometer-se e testemunhar.
1- Encontrar Jesus - Ele foi até onde ela estava. Não é pelo esforço humano que se encontra Deus. Ele veio até nós.
2- Conhecer Jesus (em etapas, níveis de conhecimento).
2. 1 - Reconhecendo que Jesus é maior. O Senhor é maior que o nosso pai Jacó? (v.12). Jesus é maior. Jacó deu o Poço, Jesus oferece a fonte. O poço representa a (herança da religião, v.5) e a insatisfação apesar de tudo isso (sede, v.13); (Jeremias 2.13). Jesus nos deu uma fonte espiritual (v.14), viva e eterna, um manancial. Quem tem a fonte dentro de si, não precisa depender de poços exteriores para ter alegria, esperança etc...2.2 Reconhecendo que Jesus é profeta (v.19).
Uma idéia correta, mas incompleta. Muitos vêem Jesus como profeta, como mestre, etc... etc... etc... Isso não os salva. Valorizam os ensinamentos de Cristo e não a sua pessoa nem a sua obra.
2.3 - Reconhecendo que Jesus é o Cristo (v.29). Esta é a conclusão indispensável. Significa o reconhecimento de Jesus como a solução divina para a alma humana. Significa o reconhecimento de Jesus como o salvador prometido.
3- Comprometer-se com ele. "Senhor, dá-me dessa água" (v.15). Mesmo sem ter ainda pleno entendimento, ela quis o que o Senhor oferecia. Não adianta reconhecer e não se comprometer.
4- Testemunhar aos outros a respeito de Jesus.
A mulher foi e anunciou em Sicar sobre seu encontro com Jesus (v.28-29). A mulher quebrou seu estado de isolamento social, deixou para trás o cântaro e foi evangelizar. Muitas coisas são deixadas para trás quando se entrega a vida a Cristo.
5- A samaritana “vivia de história”, se alimentava do passado: “O pai Jacó nos deu o poço...”. Estava presa ao passado. Estava presa à experiência que Jacó teve com Deus. A água do poço de Jacó pode representar a experiência do patriarca com Deus. Foi legítima e exemplar, mas não servia para a samaritana. Não era satisfatória.
6- A samaritana lançava sua esperança para um futuro distante: “Quando o Messias vier nos anunciará todas as coisas...”
7- Mas... como estava seu tempo presente? Como vai teu tempo presente ? “Não tenho marido.” Talvez isso não seja problema para algumas pessoas, mas, naquelas circunstâncias, representava o fracasso de uma vida. Além disso, não sabia onde adorar. Estava espiritualmente desorientada.
8- A proposta de Jesus: “A hora vem, e AGORA É”. O tempo para a experiência com Deus é o presente. Este é o momento para se ter uma experiência com Deus. Você não vai ficar dependendo da água dos outros, da experiência de Jacó, mas vai ter acesso direto à fonte. Agora!!!
Deus Abençoe: Pr. Joel Medeiors

