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- Texto Bíblico : Habacuque 3.1-2 INTRODUÇÃO : Vivemos hoje em, sem dúvidas nem uma, a necessidade de um avivamento espiritual, templos ...
A importância da Voz
Alma Mirrada
Vivendo a Filosofia de vida de Maria no mundo de Marta.
A CIRANDA DO DIABO
- Observe no verso 33 a resposta de Pedro ao alerta de Jesus: “Senhor, estou PRONTO a ir contigo tanto para a prisão como para a morte”. Simão estava completamente equivocado quanto à sua condição; ele estava super estimando-se.
- O Senhor Jesus discordou de Pedro e o alertou de que naquele mesmo dia, antes que o galo cantasse, três vezes Pedro o negaria.
- Você oferecerá muitas facilidades ao Inimigo toda vez que sentir-se suficiente, superior, infalível, grande, indestrutível, perfeito... Lembre-se de quantas vezes a Palavra de Deus nos alerta para o perigo da soberba! A soberba, sempre, precede a ruína! (Pv 16:18).
- Pedro se dizia PRONTO. Ele nem fazia ideia do quanto teria ainda que percorrer... do quanto faltava Deus fazer em sua vida.
- Tamanha era a segurança de Pedro que, conforme Mateus 26:33-35, ele declarou: “ainda que todos se escandalizem de ti, EU NUNCA me escandalizarei”. Conforme Mateus, após Jesus revelar as três negativas que ocorreriam dentro de algumas horas, Pedro rebateu: : “DE MODO ALGUM te negarei!”.
- O Evangelho de Marcos registra que Pedro “repetia com veemência...” tais palavras (Mc 14:31). Ou seja, Pedro teimava com Jesus de que sua lealdade resistiria a qualquer prova.
- O problema de Pedro, basicamente, era de não comungar da visão de Jesus.
- Quando Jesus descrevia o Reino, Pedro imaginava outra coisa: poder e grandeza terrenos! Ele estava disposto a morrer por este “poder”! Jesus sabia que logo Pedro descobriria a verdade, por isso disse: “quanto te converteres, fortalece teus irmãos” (v. 32).
- A miopia espiritual de Pedro fica realçada no episódio das duas espadas, conforme Lucas 22:35-38. Simão era o detentor de pelo menos uma das duas espadas apresentadas ao Senhor. Apesar da reprimenda de Jesus, Pedro a utilizou, conforme João 18:10: “Então Simão Pedro, que tinha uma espada, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco.”
- Quantas pessoas, hoje, oferecem facilidades ao Inimigo porque ignoram a natureza do Reino de Deus e os verdadeiros propósitos da Igreja. Não é raro que pessoas confundam a Igreja com algo parecido com uma empresa, um shopping, um circo, um negócio, um ringue...
QULQUER COISA SERVE
I – em lugar do ouro do poder preferem colocar o bronze da liturgia: Muitas igrejas se preocupam com a multiplicação dos elementos da liturgia de seus cultos, a organização visual e esquecem da organização invisível, o espiritual. Elaboram sermões com ricos pensamentos friamente calculados, muita música, um show. Mas esquecem do ouro da reverência, da unção, esse ouro legítimo que pode fazer tremer corações. Cultos que impressionam, mas não transformam.
II – EM LUGAR DO OURO DA ORAÇÃO PRETENDEM O BRONZE DA REPETIÇÃO: Há tempo para tudo, menos para orar. Querem testemunhar de Cristo, mas não oram. Lemos biografias, grandes homens de Deus e ficamos deslumbrados com a sua vida de oração. Intimamente aprovamos os mandamentos do Senhor a respeito da oração, mas deixamos de lado. Limitamos a repetir as poucas palavras antes das refeições. E não temos tempo para devocional.
III – EM LUGAR DO OURO DA SANTIDADE PRETENDEMOS O BRONZE DO SOCIAL: O meu tempo é a sociedade, ao esporte, as viagens. E muitos líderes com medo de perder a santidade de seus jovens trazem o bronze social do mundo para dentro da igreja: Jogos, músicas frenéticas, daqui a pouco vamos ver os diáconos afastando os bancos da igreja para dar espaço a pista de dança. O finíssimo ouro da piedade está em buscar as verdades dos céus e na terra. De Deus e não do homem. Rejeite o bronze de tudo aquilo que te afasta do Senhor.
IV - EM LUGAR DO OURO SO SERVIÇO PRETENDEM O BRONZE DAS FANTASIAS: Isto é, trabalhos fáceis, que não custam grandes esforços. Com isso largamos à armadura de Deus em meio à batalha, e nos contentamos com qualquer resultado. Há muito crentes irresponsáveis no serviço do Senhor. O comodismo abandona o ouro do serviço do Senhor e abraça o bronze de pequeninos trabalhos, que às vezes nem é mais serviço.
V – EM LUGAR DO OURO DA CONTRIBUIÇÃO, PRETENDEM O BRONZE DA DESCULPAS: Para quem não quer dar o dízimo, buscam muitas desculpas: "o dízimo é lei do A T.; eu estou no N.T.; só darei quando sentir no meu coração (o diabo nunca vai deixar você sentir este prazer); e vão por aí as desculpas, o bronze. Meu dízimo é alto, se eu der, onde a igreja vai aplicar?". O ouro de Deus por bronze da desculpas é trocado e muitas almas gemendo nas trevas, indo para o inferno e você prendendo e roubando o dinheiro de Deus! Muito sangue vai cair sobre seus ombros no Dia do Senhor!
VI – EM LUGAR DO OURO DA COMUNHÃO, PRETENDEM O BRONZE DO LAZER: Não condenável o lazer, todo ser humano precisa de lazer se não enlouquece. Em lugar do ouro da comunhão, de estar na casa de Deus no domingo, na comunhão dos santos, preferem os passeios, o cinema, a TV. Em lugar do ouro da comunhão da leitura da Palavra de Deus, procuram leituras das páginas de esporte, jornais, ... Tem crente que tem tempo de ler três jornais por dia e uma revista, e não lê um versículo da Palavra de Deus. Assiste três filmes de uma só vez, mas não tira três minutos para Deus.
CONCLUSÃO - Não pense como Roboão, Fuja desta filosofia que qualquer coisa serve. Dê para Deus o ouro de sua vida. Precisamos comprar de Deus ouro e vestiduras brancas, para enriquecer nosso coração.
Saindo de Cades e Voltando à Cades
ESBOÇOS
- Da Mansão para a Prisão
- Israel fracassa na prova
- Porque na Casa de Zaqueu ?
- Um vaso de honra
- Quando os Bois Tropeçam
- Que tipo de cristão você é?
- De quem é a visão que você está seguindo?
- Eficácia de um Testemunho
- Fechando as Brechas
- O Crescimento Natural da Igreja
- Identidade e Missão
- A Muralha de Jericó
- Pararadígmas de Liderança em Tempos de Crise
- O Paradoxo de uma Lágrima
- O desafio de seguir a Cristo
- Conceito de Liderança Segundo Jesus Cristo
- A Pesca Maravilhosa
- A Arca da Aliança - 2
- A Arca da Aliança
- Quatro Elementos que nos motram o homem e nos apresenta Deus
- Identidade e Poder
- Os três Olhares do Texto
- Palavras de um Povo Cego Diante de um Visionário
- As três Dimensões do Homem no Plano Bíblico
- AS SETE ERAS DAS ESCRITURAS
- A VONTADE DE DEUS PARA A IGREJA NA SOCIEDADE ATUAL
- A DIFERENÇA ENTRE DOIS GUERREIROS
- A DEMORA DE DEUS
- A CARREIRA QUE NOS ESTAR PROPÓSTA
- QUATRO PASSOS PARA UM MILAGRE
- UMA ALIANÇA EM TEMPOS DE CRISE
- Quatro passo para um Milagre
- Salvação Eterna
- O Deus que Dirige a nossa Vida
- OD QUATRO PECADOS CONDENADOS POR SOFONIAS
- ORAÇÃO TEMPORÃ
- PARA QUE DEUS NOS CHAMA?
- O RELÓGIO DE JESUS
- FOLHAS OU FRUTOS
- TRÊS ELEMENTOS NA MÃO DE DEUS COMO MEIO DE RESTAURAÇÃO
- DONS DA SALVAÇÃO
- OS BENIFÍCIOS PROVINIENTES DO DESERTO
- DE QUE LADO VOCÊ ESTA ?
- UM CAMINHO TORTO E UM PROJETO CERTO
- CINCO PERGUNTAS IMPOTANTES
Quatro Passos para um milagre
1º Não desse ao nível dos Provocadores. Diferença entre Ofensa e(Cp, 1:5-8)
2º Não fabrica crises conta as suas magoas em oração. (10 – 11)
3º 1 Samuel 1:13 -18. Coração humilde, Provérbios 16:19 Melhor é ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os soberbos. Provérbios 29:23. A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra.
4º cumpri seus votos – I Sam. 1: 27-28Eclesiastes 5:5 Melhor é que não votes do que votes e não cumpras.
SALVAÇÃO ETERNA
Introdução: O termo salvação é muito abrangente e pode ser aplicada a mais diversa situação da vida humana que exijam escape. No âmbito da vida espiritual, que se inicia com a vida terrena e se projeta no estado eterno após a morte, o homem também carece ser salvo.
1. O Homem é Eterno. Assim como Deus é eterno, ele criou o homem também eterno (Gn 1: 26). O homem é constituído de matéria e espírito. A carne torna pó, mas o espírito viverá para sempre. A eternidade humana terá 02 destinos: a) Mediante conversão e aceitação do sacrifício de Cristo, pelo processo do novo nascimento, o homem terá o seu nome escrito no livro da vida e do cordeiro. (Lc 10: 20; Ap 3: 5; Fp 4: 3). Tornando-se participante da Gloria e da presença de Deus por toda eternidade. b) Mediante a rejeição ao sacrifício de Cristo, o homem pecador terá uma eternidade distante da presença de Deus, marcada pela vergonha e pelo horror eterno. (Dt 12: 2).
2. A Eternidade da Salvação. A salvação da condenação eterna é concedida ao cristão pela graça preciosa de Deus, e não pelo merecimento de obras praticadas (Ef 2:8, 9). a) A salvação eterna é assegurada apenas ao cristão convicto. Ser membro de uma igreja, ser assíduo aos cultos, exercer cargos ou ser dizimista, não asseguram a salvação eterna, convicções do salvo: - Foi perdoado (At 3:19; 10:43). - Foi Justificado (Rm 5:1). - Foi feito filho de Deus (Jo 1:12; Gl 3:26). - Participa da natureza divina (II Pe 1:4). a) A perenidade da salvação assegurada. Admitir que o verdadeiro cristão perde a sua salvação é negar a essência da doutrina cristã, e ao mesmo tempo admitir que o diabo é mais poderoso que o senhor. Isto seria absurdo, uma aberração!. O que assegura a salvação eterna do crente: - Cristo deu (Jo 10:28) - O pai autenticou (Jo 10:29) - O selo do Espírito Santo (Ef 1:13; Rm 8:16). Jesus Cristo declarou que todo poder foi dado no céu e na terra. Com esta declaração ele estava dizendo que vencerá não só a morte, mas também o inferno, o diabo e suas hostes, o mundo e seus sistemas corrompidos. Por isso, força nenhuma será capaz de arrancar do cristão essa segurança que só o Senhor Jesus pode dar. “Em todas estas coisas, somos mais do que vencedores”. (Rm 8:37).
3. O Desafio do Salvo. O cristão é salvo para que? Para nada?. Se a salvação é só para garantir o indivíduo que ele vai para o céu e mais nada, então ao aceitar a Cristo, o convertido deveria ser imediatamente arrebatado. Mas não é assim. Jesus deseja que permaneçamos no mundo (Jo-17:15), para viver de modo que o seu nome seja glorificado e o seu reino implantado na terra.
Conclusão. A alegria da salvação é para ser desfrutada na terra. O cristão deve manter – se em comunhão com o Senhor, nunca se deixar levar pelas ciladas de satanás, mas desenvolver a salvação eterna que uma vez lhe foi concedida pela fé em Jesus.
O Deus que dirige a nossa vida
Sofonias condena quatro pecados
1º Quais são os quatro pecados?
a) não atender a voz de ninguém. Não ouvir a Palavra de Deus significa rejeita-lo. Foi diferente com Samuel, I Ssm. 3:10, sejam praticantes não apenas ouvintes. Tg. 1:22.
b) não aceitar disciplina alguma. Deus disciplina através de perdas, através de doenças e de outros modos. Pv. 29:15, Hb 12:5-11.
c) não confiar no Senhor. Israel acreditava na sua própria justiça, não acreditando na palavra da promessa, fazendo Deus de mentiroso.
d) não se aproximar do seu Deus. Não chegar ao trono da graça, da glória significa: a carência de oração séria. Não ficaríamos desolados, se nossos filhos na hora da necessidade ao invés de nos procurar procurasse o vizinho? Veja v. 1.
Ilustração da empregada da Condessa.
2º Porém, após tudo isso, há quatro estímulos:
a) mesmo que ela não tenha ouvido, Ele ainda fala. V. 14-15.
b) Mesmo que não aceitasse a disciplina, Ele continua disciplinando em amor. V. 8-12.
c) Embora não confiasse nele, Deus concede novas promessas. V. 18-20.
d) Ainda que não se aproximasse dele, Ele reaproxima-se dela. Vs. 16-17.
Oração Temporã
Para que Deus nos Chama?
O Relatório de Jesus
1º. O relatório de Jesus é um relatório pastoral, ele não contou milagres, não contou mágoas ou tristezas, fez seu relatório dentro da perspectiva da vontade do Pai.
a) A vontade Operativa: Como Deus quer que façamos para restaurar e conquistar o mundo, (v. 4). · Tudo que fizermos seja para a glória de Deus· O que Deus colocou na tua mão e você começou a fazer termine não deixe que as adversidades te façam desistir.
b) Vontade Normativa: Como Deus quer que você seja no mundo, como agente de restauração e conquista. · Esqueça os títulos, as sombras que adquiriu ao longo da vida, isso causa separação e seleção, (11).· Não negue sua identidade seja você mesmo com tanto que seja santo (19).
2. O relatório de Jesus revela alguns aspectos em relação aos discípulos alvo de sua obra. – Eles não são do mundo, Vs. 15 e 16.
a) Porque o mundo vive em estado de rebelião, desde a queda de luz-bel até agora. Nós, entretanto, rompemos com a rebelião.
b) Os que romperam com a rebelião são conhecidos pelo amor com que amam e pelo zelo com que trata as coisas do Pai, (I Jo. 4:12 e 13).
3. O relatório de Jesus nos aponta algumas dicas para a conquista· Caminho da realização é o Caminho da Cruz, ( vs. 18-19). · Viver no mundo mais separado do mundo, é a melhor forma de vencer.
Conclusão: Jesus é aquele em quem nós vemos Deus como é, e o homem como deve ser.
FOLHAS OU FRUTOS
TRÊS ELEMENTOS NA MÃO DE DEUS COMO MEIO DE RESTAURAÇÃO
DONS DA SALVAÇÃO
Introdução: A palavra Dom tem o sentido de presente, dádiva donativo. Dom de Deus é dádiva gratuita, favor imerecido por Deus aos homens. Com a conversão a Jesus Cristo, o cristão passa a ter o direito a todos os dons, o Dom de Deus, o Dom de Cristo, o Dom do Pai, o Dom do Espírito, os Dons Ministeriais de Cristo, etc. O objetivo desta lição é estudarmos especificamente: O Dom de Deus (a vida eterna), O Dom de Cristo (a fé salvadora, a graça), O Dom do Pai – O Espírito Santo (que é também conhecido como a promessa do Pai (At-1:4)).
1 – O Dom de Deus. É a vida eterna, que é oferecido a todos os homens, conforme está escrito em (Jo. 3:16, I Tm. 2:4). São Paulo afirma que, “... o Dom gratuito de Deus é a vida eterna” (Rm. 6:23).
E o apóstolo João define assim: “a vida eterna é esta que te conheçam a ti só por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo. 17:3).
É certo que a vida eterna só nos é dada por intermédio de Jesus, conforme está assim escrito: “...quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna... porque como o pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao filho ter a vida em si mesmo” (Jo. 5:24, 26).
Ainda afirma o apóstolo João: O testemunho de Deus é este: “...que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu filho. Quem tem o filho tem a vida, quem não tem o filho de Deus, não tem a vida“, (1 Jo. 5:11,12) , “...e no que é verdadeiro estamos, isto é , em seu filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 Jo - 5:20).
Quando Deus nos deu Jesus Cristo, o alvo era nos dar a vida eterna, (Jo. 3:16), “...para que todo que nele crê tenha a vida eterna”.
2 – O Dom de Cristo. É a fé salvadora, por meio da qual o crente genuíno recebe de graça a salvação e o dom da vida eterna. Isto se dá porque Cristo Jesus já pagou o preço cabal e suficiente da nossa redenção (Ef. 2:1, 10; 1Co. 6:20; 1Pe. 1:18, 19; At. 20:28; G. 4:4, 5; e Ap. 5:9). A graça salvadora de Deus é concedida ao homem segundo a proporção do Dom de Cristo, através da fé salvadora, como está assim escrito: “...de graça sois salvos por meio da fé, isto não vem de vós; é Dom de Deus...” (Ef. 2:8, 9). “...mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do Dom de Cristo” (Ef. 4:7).
3 - O Dom do Pai. É o Espírito Santo que só é concedido aos que creram, nasceram de novo, isto é, aos filhos de Deus, (Lc. 24:49; Jo. 14:17, 26; At. 1:4). O Dom do pai é a presença permanente do Espírito Santo nos corações dos que já creram genuinamente em Jesus Cristo, (Ef. 1:13, 14; Rm. 8:9). É por esta razão que São Paulo, afirmou: “...mas recebeste o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai”, e outra vez diz:”... e porque sois filhos, Deus (o pai) enviou aos nossos corações o Espírito de seu filho, que clama, Aba, pai”(Gl. 4:6). Assim verificamos que o Dom do pai, ou promessa do pai, quando disse “... e Eu (Jesus) rogarei ao pai, e Ele vos dará outro consolador (O Espírito Santo), para que fique convosco para sempre” (Jo. 14:16).
Conclusão: Agora como já vimos no estudo acima, a vida eterna, como Dom de Deus; a fé salvadora pela graça, como Dom de Cristo, e o Espírito Santo como Dom do pai a seus filhos como você vê a relação desses dons e o batismo cristão, que Jesus ordenou em (Mt. 28:19), “...ide por todo mundo, farei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...”. A classe deve discutir a correlação entre o batismo, a trindade e dons que operam para a salvação.
OS BENEFÍCIOS PROVENIENTES DO DESERTO
1 o. Somos tocados pelo anjo (v. 5) a) O toque para se despertar b) O toque para levantasse
2o Somos alimentados pelo Anjo (v. 6) a) Para receber forças (vs. 7,8) b) Para não perecer no caminho
3o No deserto nos vem a palavra do Senhor (v. 9) a) O Senhor nos faz perguntas para provocar as respostas que precisamos ouvir b) Quando estamos no deserto a nossa visão, às vezes, é incorreta (v. 10, 18).
4o No deserto nos encontramos com a brisa suave de Deus (v. 12) a) Que nos manda voltar, não para o deserto da fuga mais para o deserto da missão (V. 15) b) No deserto aprendemos que não estamos só além da provisão temos a própria presença de Deus (18, Isa. 43: 2-3).
DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?
UM CAMINHO TORTO, UM PROJETO CERTO
Leitura: Atos 28: 1-10 Introdução: A permanência de Paulo na ilha de Malta durante dois meses registra acontecidos interessantes, o texto fala de acidentes e nos faz tirar três lições importantes a respeito do modo como Deus realiza seus projetos em nossas Vidas.
- 1o A desordem nos carrega para certos níveis de experiências que Jamais iríamos por projetos formais। Exp. a) Saída do Egito, 40 anos no deserto. b) Daniel na cova dos leões. c) Experiência de Abraão Gen. 12:1 d) Davi enfrentando Golias. Os momentos que você não controla são os momentos que Deus controla। Os acidentes da Vida são a oportunidade de Deus।
- 2o Maus começos podem levar a bons fins, o que começou errado pode findar certo। - Paulo preso, o barco destruído, picado por cobra, mau juízo das pessoas a seu respeito “esse homem é mau”।
- 3o Se Você não pode mudar o começo porque já está feito, você pode mudar o fim que ainda não aconteceu। - O texto afirma que o que começa mal pode terminar bem. a) Deus tem a capacidade de inutilizar os venenos da Vida. Sal. 91 praga alguma chegará a tua tenda, Rm. 8:28. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. b) Não deves dar importância aos argoreiros de plantão que dizem: ele vai morrer e se sentam para assistir. c) Não existe nem um poder maior do que o de servir a Deus. Em tudo isso o importante é servir “foi apanhar Gravetos”.
CINCO PERGUNTAS IMPORTANTES
PALAVRAS DE UM POVO CEGO DIANTE DE UM VISIONÁRIO.
AS TRÊS DIMESÕES DO HOMEM NO PLANO BÍBLICO
Introdução: A semelhança de quando vamos ao estúdio fotográfico de vez em quando para projetar nossa imagem no papel da foto, Deus nos apresenta um estúdio mais excelente, sua palavra. Na relação homem e Deus, existem três condições para as viverem pessoas sobre a terra.
1º) O HOMEM NATURAL.
a) A descrição do homem natural Ele é chamado natural porque ainda não experimentou regeneração. Vive segundo a natureza pecaminosa e decaída desde a queda ocorrida no Éden. Ele está perdido. A menos que aceite a Jesus, não há solução para ele. Esse homem não pode ser reformado nem melhorado. Ele tem de ser transformado pelo poder do Espírito Santo (Rm 8.9; 7.18). Não importa quão bom, culto, educado, experiente, moralista e religioso seja, se não aceitar a Cristo, estará irremediavelmente perdido e morto em seu seus pecados (Sl 14.1-3; Rm 3.23; 8.9).
O mesmo termo traduzido natural em 1 Co 2.14, é traduzido animal, em 1 Co 15.44, referido-se ali ao corpo impulsionado e controlado pela alma humana e suas paixões. O nosso termo “alma” vem do latim anima, e nada tem a ver com animal e, sim, criatura especial de Deus (Gn 1.26, 27; Sl 8.4-6).
· O mesmo termo é traduzido sensuais em Jd v. 19, no sentido de ser governado apenas pelos sentidos naturais da alma, e não pelo Espírito Santo. “Sensual”, aqui, não se refere à volúpia, cobiça carnal ou à incontinência, mas ao que é percebido pelos sentidos.
· O mesmo termo é ainda traduzido animal em relação à sabedoria que não procede do Espírito Santo, e sim da capacidade puramente humana; inteiramente da alma humana. Esses fatos bíblicos ajudam a descrever o homem chamando natural.
b) Natural também significa não trabalhado, ou seja, não transformado, não modificado, não processado, não cultivado. Exemplo: a madeira tal qual cortada do tronco, não trabalhada, bruta. Vamos dar um outro exemplo: a pedra como se encontra na pedreira; não polida, nem esculpida. Assim é o homem natural. Ele se acha morto em seus pecados, ainda não foi transformado pelo Espírito Santo. Ele precisa nascer de novo para torna-se agradável aos olhos de Deus.
c) O Homem natural e seus impedimentos. · Ele não compreende as coisas de Deus. Sua mente carnal não alcança nem valoriza as coisas divinas porque não tem o Espírito Santo. · Ele não entende as coisas de Deus. Para entender é preciso primeiro compreender. · Ele não discerne as coisas de Deus porque elas são espirituais. Na natureza carnal, não habita bem algum de ordem espiritual (Rm 7.18). Eis mais alguns textos sobre o homem natural: em Ef 2.3; At 26.14; 2 Pe 2.12. · Ele desconhece completamente as coisas sobrenaturais de Deus.
2º) O HOMEM CARNAL Pelo contexto desta passagem e de outras congêneres, vê-se que o homem carnal é salvo. Não obstante sua vida cristã é mista, marcada por constantes subidas e decidas. Ele é um crente que começa pelo Espírito e termina pela carne (Gl 3:3)
. É chamado carnal porque a velha natureza adâmica, nele prevalece; ainda não foi subjugado pelo Espírito Santo(Rm 8:13)
.A natureza pecaminosa, existente em cada crente precisa ser mortificada e vencida pelo poder do Espírito Santo ( Col. 3:5, Gl. 2:19).
a) O relacionamento do Homem carnal com Deus. · Ele entristece o Espírito Santo Fazendo o Que Bem Quer. · É imaturo e acha-se preso as coisas desta vida e deste mundo.
b) A condição do homem carnal diante de Deus. · Ele está dividido: em parte vive para Deus, e em parte vive para agradar a si mesmo. · Ele vive mais na esfera do terreno, porque a sua visão está voltada para o natural.
c) Sinais do homem carnal. · É espiritualmente infantil; imaturo (I cor. 3:1)· Vive de Leite, no sentido de rudimento da doutrina (Hb. 5:12-13)· É dado a contenda e considera isso uma virtude e um direito (I Cor. 3:3)
3º) O HOMEM ESPIRITUAL (I Co. 2:15). · O homem Espiritual é assim chamado por ser impulsionado, e controlado pelo Espírito Santo. · O seu “eu” está vivo, mas se acha crucificado com cristo (Gl 2:20, Rm 6:11)
a) O relacionamento do homem Espiritual com Deus. · Submete-se a Cristo como seu Senhor, em toda a área de sua vida.
b) A condição do homem Espiritual diante de Deus. · Produz bons frutos automaticamente e abundantemente (2 Pe 1:4) · Tem a mente de Cristo (I Cor. 2:16) A bíblia descreve a condição do homem Espiritual como sentado nas regiões celestiais com Cristo (Ef. 1:3, 2:6).
AS SETE ERAS (DISPENSAÇÕES) DAS ESCRITURAS
À VONTADE DE DEUS PARA A IGREJA NA SOCIEDADE ATUAL
A DIFERENÇA ENTRE DOIS GUERREIROS
A DEMORA DE DEUS
1º Na demora Deus nos mostra que Seus métodos não são os nossos. a) (v22) Os discípulos haviam deixado um pequeno barco para Jesus remar, eles aguardavam a aparição de Jesus em meio à noite escuta, remando um barco (17). b) Às vezes queremos determinar o veículo por meio do que Jesus deve manifestar-se, e não nos preparamos para outro tipo de manifestação Divina.
2º Deus Demora, para conduzirmo-nos à esperança (17).a) O texto diz: Jesus ainda não viera ter com eles (ainda). b) A esperança só é esperança em meio ao “atraso” e a “demora” (Rm. 4:18-21, 8:25, 15:4 ) – Acrescente um “ainda” naquelas coisas pelas quais você ora e você ainda verá um milagre.
3º Deus Demora a fim de revelar-nos que o tempo está em suas mãos (21). a) A narrativa nos dá conta de que, após ter entrado no barco, Ele logo chegou ao seu destino. Em outras palavras: Jesus, quando entra em nossa vida supre o tempo supostamente perdido com o seu aparente atraso. b) Você pode esta orando por algo há anos, mas saiba de uma coisa quando o milagre acontecer, “o tempo Perdido” será plenamente suprido pela força e intensidade da presença de Jesus.
Conclusão: Se já está escuro e Jesus ainda não veio ter com você, então Ele quer que você tire da mente os modelos convencionais de milagres e o espere de maneira nova, que você encha o seu coração de esperança, e que creia na real possibilidade de você vir atingir os seus alvos correndo na velocidade Divina.
A CARREIRA QUE NOS ESTÁ PROPOSTA
Quatro Passos para um milagre
Uma aliança em tempo de crise
A Muralha de Jericó
Para que o Senhor possa agir, alguns requisitos são necessários:
1 – A ARCA – O povo precisava ter a arca indo à frente. Aliança Se queremos vencer as barreiras, precisamos ter compromisso com Deus e uma comunhão real com ele.
2 – RODEAR A CIDADE - O povo precisava andar em volta da muralha. Aqui está a questão da obediência e da ação. Se você está consciente de que Deus lhe deu uma ordem, obedeça. Se você não sabe o que fazer diante do problema, ore, consulte a Bíblia, consulte a liderança da igreja e parta para a ação. Jesus disse: "Eu sou o caminho" (João 14.6). Logo, precisamos andar. A vida cristã não é um estacionamento.
3 – TEMPO – Israel deveria andar em torno de Jericó durante 7 dias. Aqui está o teste da perseverança e da paciência. Você deve obedecer hoje e continuar obedecendo amanhã, mesmo que os obstáculos pareçam mais firmes do que antes. Você deve ser mais firme do que a muralha. Sua fé deve ser mais resistente. No sétimo dia, a muralha caiu. Não podemos fazer uma regra para Deus e dizer que ele sempre vai agir depois de 7 dias ou depois de 7 orações, etc. Ele pode agir no primeiro dia, ou no sétimo, ou no vigésimo-primeiro, como aconteceu com Daniel (cap.10), ou em outro dia qualquer. O que concluímos é que Deus tem um tempo certo para tudo, apesar de que, em alguns casos, nós é que retardamos as bênçãos devido à nossa incredulidade, passividade e desobediência.
Conclusão: Depois que Israel fez tudo o que Deus ordenou, a muralha ruiu e o povo pôde conquistar a cidade. Que Deus nos abençoe e nos ajude a conquistar todos os nossos direitos espirituais em Cristo.
Paradigmas de liderança em tempos de crise
O Paradoxo de uma Lágrima
O desafio de seguir a Cristo
Conceito de liderança segundo Jesus Cristo
A pesca maravilhosa
1- Aula teórica - Lc.5.1-3 - Jesus ministra à multidão. O local é a praia. Em destaque: o conhecimento. Muitas pessoas querem ouvir a palavra de Deus, mas sem compromisso. Talvez quisessem apenas algum benefício pessoal, o que não é errado, embora seja insuficiente.
2- Aula prática - Lc.5.4-9 - Jesus ensina aos discípulos. O local é em alto-mar. Em destaque: o poder. Nossa experiência com Cristo não se resume a palavras. A multidão foi embora. Poucas pessoas têm uma experiência mais íntima com Jesus. A praia, terra firme, é onde se aprende a teoria, mas o pescador não pode ficar para sempre na praia. Os desafios das águas profundas, com suas tribulações e dificuldades, trazem grandes experiências e resultados. Os maiores peixes estão em alto-mar. (Obs.: o “mar de Genesaré”, também chamado “mar da Galiléia” é, de fato, um lago muito extenso: 21 km. de comprimento por 12 de largura). O que foi ensinado naquela aula? Fundamentos para a vida cristã, o ministério e a igreja.
Ação divina - aquela pesca extraordinária só foi possível pela operação do poder de Deus.
Ação humana - os pescadores precisaram fazer sua parte: ir para o mar alto, lançar as redes e puxá-las de volta. Através da obediência, eles demonstraram fé na palavra de Jesus.
Ajuda mútua - Jesus providenciou uma quantidade de peixes que superava a força individual. Os discípulos estavam sendo ensinados a trabalharem em equipe. O egoísta quer todos os peixes para si. Por isso, não pede ajuda e acaba perdendo tudo.
3 - O curso avançado - Lc.5.10-11 - Jesus chama aqueles discípulos para serem pescadores de homens. Em destaque: desafios crescentes e experiências além da imaginação. Começava então o curso de três anos, no qual Jesus prepararia seus apóstolos. Como exemplo, podemos citar os versos 12 e 18, que falam sobre a cura de um leproso e um paralítico.
Conclusão: Após a ministração da palavra de Deus, Jesus quer fazer milagres na vida de cada um. Assim como Pedro se prostrou aos pés do Mestre, reconhecendo sua própria condição de pecador, é necessário que cada ouvinte da palavra, reconheça seus pecados, se prostre-se diante de Jesus e faça um compromisso de ser seu discípulo, seguindo-o por toda a vida (Lc.5.11).
A arca da aliança - 2
Introdução: Os templos pagãos tinham imagens de ídolos. O tabernáculo de Israel tinha arca como símbolo da presença de Deus e do compromisso entre Deus e Israel.
1 - Episódios envolvendo a arca:
a) - Bezaleel fez (Êx.37.1)
b) - Eli perdeu (I Sm.4.11)
c) - Davi recuperou (I Cron.15.25-29 16.1).
2 - Hoje, o tabernáculo de Deus é o próprio homem. (I Cor.3.16). Todo homem precisa da arca, a presença de Deus em sua vida. De que serve um tabernáculo vazio? Talvez será invadido por outros "moradores"
3 - O que havia dentro da arca? (Hb.9.4) O maná, a lei gravada em pedras, a vara florescida de Aarão. O maná representa Jesus (João 6.31-35). A lei corresponde à palavra de Deus, a Bíblia. A vara de Aarão, um galho seco que floresceu, é uma demonstração do poder do Espírito Santo. Para se ter à presença de Deus DENTRO do homem, é preciso aceitar a Jesus. Para que essa presença possa ser plenamente atuante, é necessário o conhecimento da palavra de Deus e a unção do Espírito Santo.
Conclusão: Um dia a arca foi perdida, mas alguém a recuperou. Através de Adão, toda a humanidade perdeu sua comunhão com Deus. Muitos cristãos perderam tantas bênçãos de Deus com o passar do tempo.Tantas manifestações de Deus deixaram de acontecer! Quando Davi recuperou a arca, houve uma grande festa. Transforme sua vida em uma festa espiritual. (Fazer apelo para que se recupere a "arca")
A Arca da Aliança
Ali seriam realizados os cultos ao Senhor. Era no tabernáculo que se faziam os sacrifícios e as orações sacerdotais. No seu interior estava, entre diversos utensílios, a Arca da Aliança, que era um móvel de madeira, revestido com ouro puro. Sobre ela estava o propiciatório, uma espécie de tampa em forma de coroa, também de ouro. Sobre essa peça havia dois querubins de ouro batido, colocados um de frente para o outro e com suas asas estendidas sobre a arca. Dentro dela foram colocados: um vaso com maná, as tábuas da lei e a vara florescida de Aarão. Enquanto que nos templos pagãos havia imagens dos falsos deuses, no tabernáculo Israelita havia a arca, que representava a presença de Deus. Hoje, não existe mais um tabernáculo no deserto, nem um templo de pedras onde Deus possa habitar. O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, dizendo que os cristãos são tabernáculos e templos do Senhor. (I Cor. 3.16 e II Cor. 5.1-4). Todas as pessoas são, potencialmente, tabernáculos de Deus. Mas muitas são tabernáculos vazios, pois não possuem a arca, não possuem a presença de Deus em seus corações.
O que seria do tabernáculo de Moisés no deserto sem a arca da aliança? Talvez pudesse ser confundido com um circo ou com uma tenda qualquer. É a arca que faz a diferença. É a presença de Deus em nós que justifica nossa existência e dá sentido à nossa vida. Os objetos colocados no interior da arca nos fazem refletir sobre o que deve haver no nosso interior:
- O maná - Este foi o alimento que Deus enviou para o povo no deserto, ao qual chamavam de "pão do céu". No evangelho de João, capítulo 6, o próprio Jesus se compara ao maná, dizendo: "Eu sou o pão que desceu do céu. A porção que deve ser ingerida a cada dia sua própria parte, " Para que a presença de Deus possa estar na vida de qualquer pessoa, o primeiro passo é receber o Senhor Jesus como Salvador. Não existe outra maneira de se estabelecer à aliança com Deus. Não há nada que alguém possa fazer para se aproximar de Deus, a não ser por meio de Jesus Cristo. Assim como o maná sustentou o povo no deserto, Jesus é o sustento para as nossas almas. Só nele a alma humana encontra sua plena satisfação.
- A lei - As tábuas da lei foram colocadas dentro da arca porque os mandamentos constituíam o regulamento da aliança de Deus com Israel. A lei é a Palavra de Deus. Se já recebemos a Cristo em nossos corações, nossa próxima providência deve ser à busca do conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Como escreveu Paulo: "A Palavra de Cristo habite abundantemente em vossos corações". (Col. 3.16).
- A vara de Aarão - Essa vara era um pedaço de pau, galho da amendoeira, usado, provavelmente, para conduzir o rebanho. Quando Deus quis dar um sinal ao povo, fez com que a vara de Aarão, aquela madeira seca e velha, produzisse brotos, flores e frutos. Isso é extraordinário! Qual o significado da vara de Aarão para nós? O bordão da disciplina a palavra pastoral a obediência e submissão às autoridades sacerdotal instituída por Deus. Como conseqüência na vara manifesta-se o Poder de Deus, ação do Espírito Santo, de maneira que o impossível acontece e maravilhas se realizam. É o poder da ressurreição. O sinal da vara de Aarão nos mostra a ação de Deus quando já se pensa que é tarde demais. Se já recebemos o Senhor Jesus e já temos adquirido o conhecimento da Palavra de Deus, vivamos de acordo com os princípios de um povo ordeiro, dessa forma, nossa vida cristã não se resumirá em fé e palavras, mas em manifestação do poder de Deus. Notamos então que esses elementos contidos na arca da aliança nos mostram o que é necessário para que tenhamos a presença de Deus em nós e para que essa presença atue em plenitude nas nossas vidas, de maneira que nossa existência floresça e dê fruto. Tudo isso estava dentro da arca. São experiências, conhecimentos e compromissos interiores. É a presença do Deus invisível no recôndito do nosso espírito. A vida cristã é, antes de tudo, algo interior. É como a vida que se encontra escondida dentro de uma semente. A princípio, pode não ser valorizada nem reconhecida. O cristianismo não se firma sobre aparências exteriores. Suas bases estão profundamente arraigadas no âmago das nossas almas. Contudo, sua essência não ficará restrita aos limites íntimos de cada um. A presença de Deus, embora espiritual e invisível, transcende os limiares do coração, e se manifesta nos frutos do Espírito no nosso modo de viver. A semente se rompe e a vida se revela, uma vez que não pode ser contida. Que tenhamos em nós toda a plenitude de Deus. Que sejamos santuários cheios da glória celestial. Sendo assim, o poder de Deus se manifestará e todos saberão que o Deus verdadeiro habita no meio do seu povo. Amém
Quatro elementos que nos mostram o homem e nos apresenta Deus.
Leitura: Lucas 15: 11
Int. quando lemos este texto logo nos vem à mente a idéia do arrependimento do filho mais moço, do retorno, do conserto etc. Porem uma análise mais profunda do texto nos levará a identificar o que de fato Jesus quer nos ensinar a partir do conto deste episódio. Vejo no texto quatro elementos que identifica o comportamento dos homens diante de Deus e o comportamento de Deus diante dos homens.
1. Materialismo; o filho mais moço representa a figura do homem materialista que busca Deus pelo que ele tem, sai pra gastar os bens e volta em busca dos bens. ( V. 12 e 17 a 19) veja (João 6:68)
● Não quero que você perca o habito de pedir a Deus as suas bênçãos, porem, jamais isso deve tornar-se a razão de sua busca. “ quem assim o faz, murmura na dor ”
● Você devi vir a ele de sentimento muito mais que de corpo presente. (1 Coríntios 15:19)2.
2º Legalismo; A figura do filho mais Velho aponta para uma pratica legalista.
● Trabalho para ele e ele deve me dar o que quero,
● Tenho com ele uma relação empregado / funcionário, ele é obrigado a me dar porque faço. Nessa relação não existe amor existe apenas o toma lá, da cá. ( v 25 a 29), não há espaço para diálogo “ chamou um dos empregados” o profeta só esta mais em evidencia no momento da crise, quando o nosso coração não está com sensibilidade suficiente para sondar Deus.
3. Longanimidade; mesmo sabendo de nossas intenções materialista nos recebe, esperando que percebamos quão grande é seu amor e entendamos a necessidade do arrependimento.
4. Exemplo; O terceiro filho Jesus
● Ele é o filho que não faz por força da obrigação mas movido pelo Amor que leva a obediência.
● Ele não faz para receber ele deixou a gloria para fazer. (Filipenses 2:8)
● Ele não barganha sua existência para adiquirir bens, mas oferece-se para deixar as riquezas dos Céus trocando-a pela cruz. ( Isaías 53:7 Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.)
● Ele não tem inveja dos irmãos, pois, morreu por eles.
Identidade e Poder,
Identidade e Poder,
Tu és & se és Leitura: Lc. 3: 21 – 22 e 4:1º.
1º Tu és, declaração de Deus meu filho.
· Na declaração de Deus estar inserida a identidade de Jesus.
· Na declaração de Deus não há espaço para dúvidas.
· Na declaração de Deus não há solicitação de provas ou manifestação de evidencias.
2º Se és, questionamento do diabo· Usa o teu poder, manda, determina, prova. (quem é não precisa provar que é). Teologia da prosperidade.
a) – resposta de Jesus: o meu poder não é meu é derivado de Deus, vem da palavra, “está escrito”.
b) – O engano do maligno consiste em fazer alguém crer que pode viver sem a palavra de Deus – esqueça da palavra e foque em você.· Usa o meu poder, estratégia
3 – a glória do mundo, tudo te darei, curve-se diante de mim. “O nosso poder vem de diante de quem nós nos curvamos”.
Resposta de Jesus – meu poder não vem de você mais da adoração a Deus “é derivado da” . Você revela sua identidade na maneira como você administra o pode que recebeu.· Usa o poder de Deus, estratégia
4– aos seus anjos ordenará ao teu respeito. Usa testemunho para tirar proveito próprio, ofertas, glória, honras, reconhecimento etc. resposta – não tente Deus pois Ele é misericordioso mais também é justiça e não se deixa escarnecer (Gal. 6:7-8).
Conclusão: Como devemos desenvolver o nosso ministério? com poder ou sem poder? – com poder. Qual poder? – No poder do Espírito Santo (Vs. 14). Poder pra que ? – (vs. 16-19) “Para”Agenda do diabo: Desenvolva sua vida ministerial: usa o teu poder, usa o meu poder, usa o poder de Deus. Agenda do Espírito Santo: Desenvolva sua vida espiritual com: Oração, unção, missão. – a unção do Espírito tem a finalidade de nos encher para nos esvaziar.
Deus Abençoe: Pr. Joel
Os três olhares do texto.
Os três olhares do texto. Lc. 7: 371º
1º O olhar da procura – da mulher
Ela busca uma razão e uma pessoa que lhe der esperança. Ela vivi na perspectiva da mudança. (vs. 37 e 38)
2º O olhar da condenação – do Fariseu.· É o olhar que julga, é preconceituoso, é sem misericórdia.· Só Vê o pecado, os defeitos, o humano.
3º O olhar da Graça – de Jesus. - Vê a necessidade, vê o perdão, vê a misericórdia.
No olhar da Graça encontra-se restauração, regeneração. O olhar da Graça vem conduzido de um projeto de redenção que independe da minha vontade e da tua.
Conclusão: Neste projeto o diabo é derrotado, a vontade da carne cai por terra, você canta o hino da vitória.

